Categoria: Dúvidas

  • O que esperar da consulta com um especialista em fertilidade?

    Se você vai encontrar pela primeira vez um especialista em fertilidade, é normal ainda não ter certeza do que esperar dessa consulta.

    Nesse primeiro atendimento, você deve fornecer o máximo de informações possíveis acerca do histórico de saúde do casal e, deve também iniciar uma relação de confiança com o profissional, afinal ele vai te acompanhar durante todo o processo.

    Por esse motivo, é importante que você tenha em mente o que esperar da consulta. E pensando nisso, preparamos este artigo para que se sinta pronto(a) para dar esse grande passo.

    Boa leitura!

    Qual o melhor momento de buscar orientação médica para engravidar?

    Algumas vezes, o momento para engravidar não ocorre quando desejamos. Existem alguns casos em que os casais apresentam dificuldades para engravidar. Por isso, antes de buscar uma orientação médica, é preciso levar em consideração alguns fatores e realizar um tipo de “checklist da fertilidade”. E o que isso significa?

    O tempo de espera para um casal aparentemente saudável procurar um especialista em medicina reprodutiva é de um ano, ou melhor dizendo, 12 ciclos menstruais.

    Isto é, se a mulher não tiver mais do que 35 anos de idade, pois a partir dessa idade, a mulher começa a perder a fertilidade – não que seja  impossível de engravidar-, mas é um pouco mais difícil.

    O checklist da fertilidade acontece em três etapas:

    1. A primeira etapa é uma consulta com o casal, onde o médico vai fazer perguntas sobre o histórico de saúde de cada um, assim como a frequência que o casal mantém relações, e a quanto tempo estão tentando conceber um bebê;
    2. Na segunda etapa são feitos alguns exames físicos, em ambos, para detectar doenças sexualmente transmissíveis, varicocele ou outro tipo de problema;
    3. Na terceira e última etapa, podem ser solicitados exames individuais. A mulher fará exames como: ultrassom, transvaginal, histerossalpingografia e laparoscopia. Já o homem deverá realizar os seguintes exames: ultrassonografia dos testículos, espermograma e biópsia de testículo.

    Se quiser saber mais sobre qual o momento de buscar orientação médica para engravidar, aqui no blog temos um post mais completo falando sobre o assunto.

    Para resumir, podemos dizer que homens e mulheres devem procurar especialistas caso encontrem problemas para engravidar de forma espontânea, no tempo de espera considerado normal para uma gravidez natural ocorrer.

    O homem pode consultar um urologista e a mulher um ginecologista para fazer uma avaliação geral e terem o encaminhamento para profissionais especializados, caso necessitem de uma investigação mais aprofundada.

    Embora muitos casais sejam afetados pela infertilidade, atualmente existe um amplo conhecimento médico acerca da temática, incluindo tratamentos eficazes para que você possa realizar o sonho de ter um filho.

    Preparação para a consulta

    Como dissemos acima, a melhor maneira de aproveitar ao máximo a sua consulta com um especialista é saber o que esperar do atendimento. Para isso, é fundamental que você siga algumas dicas:

    Descrição do problema

    Anote as informações mais importantes, que incluem quando você começou a tentar engravidar, se monitorou a ovulação e com que frequência você e seu parceiro têm tido relações sexuais. Estes fatos podem fornecer importantes pistas sobre o que está causando sua dificuldade para ter um bebê.

    Informação médica

    Tenha em mãos a lista do histórico clínico, de exames médicos realizados, bem como os nomes e dosagens de medicamentos, suplementos e vitaminas que estão utilizando. Não se esqueça de incluir detalhes sobre avaliações de infertilidade ou tratamentos anteriores.

    Lista de perguntas

    Pode ser difícil lembrar de tudo que é preciso perguntar ao seu especialista em fertilidade, então uma lista de perguntas pré produzidas pode ajudar na sua primeira consulta.

    A primeira consulta

    A primeira consulta com o especialista em fertilidade serve para levantar informações e definir um planejamento.

    Geralmente, a sua primeira consulta será uma espécie de conversa significativa e sincera com o seu médico. É uma oportunidade para o médico conhecer o seu histórico de saúde e você se familiarizar com o especialista que vai acompanhar todo esse processo.

    Seu especialista em fertilidade também pode solicitar que você faça exames de sangue,  urina e um exame pélvico.

    Estes exames são importantes no processo para recolher informações, pois fornecem detalhes sobre sua saúde física e o seu potencial reprodutivo. A análise de sêmen também fornece dados essenciais, e este exame também deve ser pedido.

    Sugestões de perguntas para a primeira consulta

    Mencionamos aqui que é uma boa idéia levar uma lista de perguntas para a sua primeira consulta. Por isso, reunimos algumas perguntas para ajudar a montar a sua lista de perguntas com mais precisão:

    1. Quais são as possíveis opções de tratamento para o nosso caso?

    2. Que tratamento você recomenda?

    3. Qual a probabilidade de sucesso do tratamento sugerido?

    4. Como funciona o tratamento?

    5. Existem outras opções de tratamento?

    6. Quanto custará o tratamento e quais as formas de pagamento?

    Se você achou que o nosso post ajudou a saber o que esperar da consulta com um especialista em fertilidade, e se sente preparada para dar o próximo passo, clique aqui e conheça a nossa clínica.

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  • O que é Cisto de ovário? Saiba como identificar os sintomas

    O cisto no ovário é uma bolsa cheia de líquidos que se forma dentro ou ao redor do ovário, e que pode resultar em dor, atraso na menstruação ou dificuldade para engravidar.

    Geralmente, o aparecimento de cistos nos ovários não provoca sintomas e não precisa de tratamento específico, normalmente, a tendência é que eles desapareçam naturalmente. No entanto, quando o cisto cresce muito, se rompe ou quando ele fica torcido no ovário, podem surgir sintomas como dor no abdômen e menstruação irregular, que podem piorar durante a ovulação, contato íntimo ou devido aos movimentos intestinais.

    Tipos de Cisto de ovário

    Existem vários tipos de cisto de ovário, eles são:

    Cisto folicular:

    Forma-se quando não há ovulação ou quando o óvulo não sai do ovário durante o período fértil. Geralmente, não apresenta sintomas e não necessita de tratamento. Seu tamanho pode variar de  2,5 cm à 10 cm e normalmente diminui de tamanho entre 4 a 8 semanas, e não é considerado câncer.

    Cisto de corpo lúteo:

    Pode surgir após a liberação do óvulo. Seu tamanho varia entre 3 e 4 cm e pode se romper durante o contato íntimo, mas não é necessário tratamento específico.Se houver dor intensa, queda da pressão e batimento cardíaco acelerado, pode ser necessário retirar através de cirurgia por laparoscopia.

    Cisto de Teca-luteína:

    Acontece raramente, sendo mais comum nas mulheres que tomam remédios para engravidar.

    Cisto hemorrágico:

    Acontece quando há sangramento na parede do cisto para o seu interior, podendo causar dor pélvica.

    Cisto dermoide:

    também chamado de teratoma cístico maduro, que pode ser encontrado contendo cabelo, dente ou fragmento ósseo, sendo preciso laparoscopia.

    Fibroma ovariano:

    É uma neoplasia mais comum na menopausa, o tamanho pode variar, desde microcistos, até pesarem 23 kg, e devem ser retirados por cirurgia.

    Endometrioma ovariano:

    Surge em casos de endometriose nos ovários (presença do endométrio fora do útero), necessitando ser tratado com remédios ou cirurgia.

    Cisto adenoma:

    Cisto ovariano benigno, que deve ser retirado através de laparoscopia.

    Além disso, o diagnóstico do cisto no ovário pode ser feito através de exames como palpação da região pélvica, ultrassonografia transvaginal, tomografia computadorizada e ressonância magnética.

    O ginecologista também pode pedir o teste de gravidez  (Beta HCG) para excluir a possibilidade de gravidez ectópica, que apresenta os mesmos sintomas, e ainda ajuda a identificar o tipo de cisto que a mulher possui.

    Após a identificação do cisto no ovário, o médico ginecologista também pode solicitar exames de sangue para verificar se o cisto é maligno ou benigno.

    Causas para o cisto de ovário

    É mais comum encontrar cistos em mulheres entre 20 e 35 anos de idade, durante o período fértil, mas também podem ser detectados também em mulheres que já estão na menopausa.

    Entre as principais causas para a formação do cistos no ovário estão o histórico familiar e o uso de alguns medicamentos, como por exemplo, remédios para estimular a ovulação.

    Nesse sentido, o tipo de cisto mais comum é o cisto funcional e ele surge quando há crescimento do folículo no entanto não ocorre a sua rotura (anovulação). Deste modo, o folículo continua crescendo e pode atingir um tamanho bem maior que o habitual.

    Sintomas do cisto de ovário

    É raro um cisto de ovário apresentar sintomas, no entanto, quando este evidenciar um tamanho muito grande, podem surgir sintomas como:

    a. Dor no ovário, do lado onde está o cisto;

    b. Dor durante a ovulação;

    c. Dor durante o contato íntimo;

    d. Atraso da menstruação;

    e. Aumento da sensibilidade nas mamas;

    f. Sangramento vaginal fora do período menstrual;

    g. Aumento de peso;

    h. Dificuldade para engravidar.

    Como o cisto de ovário pode dificultar a gravidez?

    Os cistos de ovário podem ser encontrados em uma a cada quatro mulheres. Eles não causam infertilidade, no entanto podem causar dificuldades para engravidar.

    Isso acontece porque os cistos de ovário podem provocar alterações hormonais, disfunções no processo ovulatório e irregularidade ou ausência de menstruação. Sendo assim, quando os cistos permanecem muito tempo nos ovários, eles podem dificultar novas ovulações.

    Tratamento para cisto de ovário

    O tratamento mais comum para o cisto de ovário é esperar que ele diminua de tamanho sozinho, sem necessidade de tratamento.

    No entanto, o cisto ovariano também pode ser tratado com a ingestão regular da pílula anticoncepcional (que deve ser indicada pelo seu médico), e quando provoca sintomas ou dificulta o funcionamento do ovário, pode-se recomendar a cirurgia para retirada do cisto, sem retirar o órgão.

    Nos casos mais graves, em que o cisto é muito grande e apresenta indícios de câncer, ou em caso de torção do ovário, pode ser necessário retirar completamente o ovário.

    Além disso, a principal dica é que, se você tiver dores abdominais e pélvicas muito fortes, acompanhadas de febre e vômito, deve procurar um especialista. Faça uma avaliação médica para obter o diagnóstico correto e procurar o tratamento adequado para o seu caso.

    Se você achou que o nosso post ajudou você a saber um pouco mais sobre o cisto de ovário, clique aqui e conheça as melhores técnicas da Medicina Reprodutiva no Brasil.

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  • Qual o momento de buscar orientação médica para engravidar?

    A ansiedade é uma característica comum e normal entre os casais que estão em busca de engravidar. No entanto, o tempo normal para que um mulher saudável possa engravidar sem nenhum tipo de ajuda médica é de 12 ciclos. Tudo depende de quantos dias dura o seu ciclo.

    Se o ciclo menstrual for regular, entre 28 a 30 dias, então o máximo de tempo de espera para engravidar é de 1 ano. Agora, se o ciclo for maior que 35 dias, o tempo é contado de forma diferente. Por esse motivo, o correto é contar 12 ciclos menstruais até tomar novas decisões.

    Alguns casais podem apresentar demora para que aconteça a gravidez mesmo se não houver nenhum problema aparente. Essa dificuldade se chama infertilidade não aparente, é quando não se encontra nenhum motivo para a demora da gravidez.

    Pensando nisso, elaboramos este post para que você fique sabendo qual é o momento certo de buscar orientação médica para engravidar.

    Boa leitura!

    O tempo de espera

    O tempo de espera refere-se ao período que a mulher tenta engravidar de forma espontânea. Durante esse período não é possível antecipar um diagnóstico de infertilidade, visto que existe uma certa demora natural para a concepção. Se após esse período o casal não conseguir engravidar, o ideal é procurar um ginecologista para uma avaliação médica.

    Aliás, aqui no blog temos um post falando sobre os principais motivos que podem dificultar o processo de gravidez.

    Para mulheres de até 35 anos de idade, é aconselhável procurar orientação médica, a partir de, pelo menos, um ano, mantendo relações sexuais frequentes e, principalmente, na janela fértil da mulher. Esse período de ovulação, conhecido como período fértil, ocorre entre o décimo segundo e décimo quinto dia do ciclo menstrual para a maioria das mulheres.

    A partir dos 35 anos de idade, as chance de gravidez vão diminuindo, gradativamente. Deste modo, o tempo de espera para engravidar, para mulheres de 35 a 39 anos de idade, passa a ser de seis meses. Para mulheres com 40 anos ou mais a procura por orientação médica deve ser feita logo no início.

    De acordo com os dados acima, e se, após um ano de tentativas para conceber um bebê, de forma natural, ou seja, sem nenhuma ajuda médica, e que não obtenha sucesso, o casal deve buscar orientação médica para dar início aos exames de checklist de fertilidade.

    Checklist da fertilidade

    O Checklist da fertilidade acontece em três etapas: em um primeiro momento, o médico fará uma análise da história clínica do casal. Ele vai procurar saber informações sobre quanto tempo estão tentando engravidar, se já tiveram filhos, perdas gestacionais, cirurgias realizadas, frequência de relação sexual, histórico de infecções urinárias e nos órgãos genitais, doenças tidas na infância como, por exemplo, caxumba, trauma ou torção dos testículos.

    O segundo passo do checklist é o exame físico, que visa detectar varicocele ou sinais de DSTs (doenças sexualmente transmissíveis). Já na terceira etapa, serão feitos exames de sangue que buscam investigar as alterações hormonais.

    Após estas etapas de exames serem concluídas, serão feitos exames de maior complexidade, para o homem e para a mulher. Os homens poderão fazer exames de: ultrassonografia dos testículos, espermograma e biópsia de testículo.

    No caso das mulheres os exames poderão ser: ultrassom, transvaginal, histerossalpingografia e laparoscopia.

    É importante lembrar que mulheres que não menstruam e que apresentam os sintomas de endometriose, excesso de peso ou algum dos sintomas que apresentamos no post anterior, devem procurar um especialista para obter uma orientação, o quanto antes. Quanto mais cedo for detectado os possíveis  problemas, maiores serão as possibilidades e tratamentos efetivos.

    Se você achou que o nosso post ajudou a entender qual o momento certo para buscar orientação médica, e se sente preparada para dar o próximo passo, clique aqui e conheça a nossa clínica.

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    Leia também: o que é reprodução assitida?

  • Dificuldades para engravidar? Conheça os 6 motivos mais comuns

    Uma mulher que está passando por dificuldades para engravidar, provavelmente já se perguntou sobre os motivos que estão impedindo que a gravidez ocorra. Embora possa parecer simples, para que uma gravidez aconteça, é necessário que uma série de processos naturais ocorram: ovulação, espermatogênese, relação sexual no período fértil, fecundação, transporte do embrião em desenvolvimento dentro da tuba uterina ao útero, implantação, produção dos hormônios que mantêm a gravidez, entre outros.

    É normal que um casal saudável demore até um ano para conseguir engravidar. Os dados mais recentes da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana apontam que 85% dos casais que têm relação sexual regularmente, conseguem engravidar no primeiro ano de tentativa. Mas, se você faz parte dos 15% que não conseguem engravidar no primeiro ano, o importante é assumir que o problema existe, para assim, começar a entender as causas.

    Se esse é o seu caso, este post é para você! Nele, você conhecerá os principais motivos que podem estar dificultando o seu processo para engravidar.

    Boa leitura!


    Endometriose

    A endometriose ocorre quando as células do endométrio se implantam no lado exterior do útero. O endométrio é o tecido que reveste o útero e que descama na forma de menstruação, quando não há fecundação do óvulo. No entanto, existem situações que nem todo o tecido é liberado e parte dele vai para outras partes do corpo, tais como: bexiga, intestino, ovários e peritônio.

    Quando a endometriose ocorre, pode gerar uma aderência aos ovários ou a obstrução das trompas, impedindo assim a gravidez. No primeiro caso, a aderência aos ovários pode fazer com o que o óvulo não seja liberado. Já no caso de obstrução das trompas, ela impede a chegada dos espermatozóides ao óvulo.

    Existem outros casos em que as alterações relacionadas à endometriose podem afetar o endométrio tópico (que fica dentro do útero). Nestes casos, o embrião pode não conseguir se prender a um endométrio saudável, dificultando assim a gravidez.

    Algumas mulheres com fluxos menstruais densos, longos e acompanhados de muita cólica podem ter endometriose. Neste caso, o indicado é passar por uma avaliação médica. Outros sintomas da endometriose podem ser: dor durante as relações sexuais, dificuldade, dor ou sangramento durante as evacuações no período menstrual, além de dor e sangramento na urina.

    Peso

    Um peso corporal adequado tem influência direta, tanto na concepção, quanto na saúde da criança. Uma mulher com o Índice de Massa Corporal maior ou menor do que o ideal, pode apresentar problemas para engravidar.

    O excesso de peso as vezes se associa com a síndrome dos ovários policísticos. Nessa síndrome, o organismo produz muita testosterona, desregulando o ciclo menstrual. Com ciclos irregulares, a mulher deixa de ovular mensalmente, o que reduz a chance de gravidez.

    Por sua vez,  quando a porcentagem de gordura corporal é muito baixa, ela é insuficiente para a produção adequada de hormônios, como, por exemplo, a testosterona e o estradiol.

    Os especialistas recomendam que a mulher apresente um IMC entre 20 e 25 kg/m2.

    Para saber o seu IMC basta dividir o peso (quilos) pela sua altura (metros) ao quadrado.

    Idade

    A mulher quando nasce, já possui todos os folículos que vão amadurecer durante a sua vida, transformando-se em óvulos. Por esse motivo, e devido à alterações hormonais, a fertilidade começa a diminuir a partir dos 35 anos de idade. Com isso, as chances de engravidar começam a diminuir, até chegar à menopausa.

    Sendo assim, a idade é um dos fatores que pode dificultar o processo para engravidar.

    Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs)

    As doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) não tratadas, podem provocar um quadro de inflamação em toda a pelve, impedindo a gravidez.

    Doenças como a gonorréia ou clamídia também podem prejudicar todo o processo reprodutivo da mulher.

    O ideal é que a mulher faça uma avaliação médica para obter o diagnóstico correto e começar o tratamento o mais cedo possível.

    Estresse

    O estresse é um dos fatores que podem prejudicar a saúde da mulher como um todo, e, no caso da fertilidade, não é diferente. O estresse libera um hormônio chamado cortisol, que é capaz de alterar o eixo dos hormônios menstruais, fazendo com que a mulher deixe de ovular e tornando os ciclos mais longos.

    Com menos ovulações a chance de engravidar diminui bastante.

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