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Blog Nilo Frantz

    • Página de exemplo

Categoria: Fertilidade

  • Combate à infertilidade: como hábitos saudáveis previnem riscos

    A infertilidade é um dos principais desafios da vida a dois. Muitas vezes não se sabe que fatores podem gerar o quadro, o que pode criar uma aflição para os casais que estão em busca de formarem as suas famílias. 

    Mas, o que algumas pessoas podem ainda não saber é que a infertilidade pode estar ligada diretamente a um conjunto de maus hábitos e que podem ser mudados com uma simples transformação na rotina. 

    Pensando nisso, preparamos esse texto para ajudar a esclarecer alguns pontos de como hábitos saudáveis podem ajudar na prevenção dos riscos de infertilidade. Vamos aproveitar também para dar uma atenção especial a aspectos específicos quanto a saúde feminina. 

    Boa leitura!

    A importância dos bons hábitos para engravidar

    Atividades físicas e regulares, manter o peso em dia e não fumar são hábitos essenciais que ajudam no processo de fertilidade. A idade também é um fator determinante quanto à facilidade de engravidar e os riscos que esse processo possui quando a mulher está acima dos 35 anos. 

    Quando se decide iniciar as tentativas, existe um conjunto de exames que conseguem avaliar a possibilidade de gestação. Alguns deles são o espermograma e a dosagem hormonal. 

    É essencial levar em consideração que para cada tipo de organismo, existe um funcionamento diferente. O fator de atenção fica por conta de mulheres com menos de 35 anos, que ao longo de um ano de relações sexuais frequentes e sem usar qualquer método anticoncepcional, não conseguem engravidar. Nesses casos, pode haver algum fator que esteja impedindo que a gravidez aconteça, desta forma, apenas a orientação médica pode esclarecer o que vem ocorrendo. 

    Mulheres após os 35 anos podem buscar a ajuda médica para entenderem suas possibilidades e não devem se preocupar com o tempo de demora, pois o quadro é natural para a idade. 

    Porém, é necessário abrir a cabeça e tirar da mulher a responsabilidade total pela infertilidade. Os riscos para a infertilidade são de quase 50% tanto para o homem quanto para a mulher. Por isso a importância de buscar orientação médica e estar em dia com a saúde. 

    Alguns sinais que o corpo dá sobre infertilidade

    Para a mulher: dor pélvica, ciclo menstrual irregular e cólicas intensas e presentes. 

    Para o homem: disfunção erétil.

    O uso da pílula anticoncepcional por tempo prolongado não apresenta efeitos que causem dano à fertilidade da mulher. 

    Alimentos que auxiliam a fertilidade

    Existem alimentos que podem fazer a grande diferença, tanto para o cuidado ao corpo, quanto para ajudar à fertilidade. Alguns desses alimentos são facilmente encontrados em feiras e supermercados. Conheça alguns deles:

    Verduras, frutas ácidas, cereais e óleos vegetais ricos em vitamina C e E

    Verduras, cereais integrais e gorduras boas são ricos em anti-inflamatórios e antioxidantes, ricos em nutrientes importantes para as células se construírem e para todo o metabolismo celular, combatem radicais livres e melhoram o funcionamento hormonal.

    Carnes e ovos

    Alimentos que fornecem proteínas e vitaminas com a B12, fundamentais para a saúde reprodutiva. Mas é importante dar preferência mais às carnes brancas e às leguminosas, como os feijões, pois além de proteína, são ricos em ferro e ácido fólico, potencializando a fertilidade. 

    Transforme a sua rotina e combata a infertilidade

    Algumas ações diárias e simples podem ser o grande triunfo sobre a infertilidade. Separamos algumas dicas que podem te ajudar a começar mudando a sua rotina hoje, aumentando as chances para engravidar de forma saudável. 

    Regule o seu peso

    Estar distante do peso ideal pode acarretar um papel fundamental sobre a infertilidade. Além disso, pode desregular o ciclo menstrual da mulher, sem contar em acarretar riscos para uma gestação. Mantenha seu peso em dia por meio de uma alimentação balanceada e saudável. 

    Livre-se do hábito de fumo

    A presença de fumo no dia-a-dia produz sérios danos à fertilidade. Além de poder adiantar a menopausa, pode alterar também hormônios e destruir a reserva de óvulos na mulher, afetando a sua qualidade. É essencial deixar o hábito de lado para uma gestação saudável e segura. 

    Controle a ingestão de álcool

    Quando ingerida em excesso, pode agir como uma substância tóxica, causando danos ao tecido do ovário e testículo. Além disso, pode contribuir diretamente para impotência sexual. Em mulheres, pode provocar a entrada precoce na menopausa. 

    Faça exercícios

    Praticar exercícios em uma rotina regular aumenta o metabolismo, fazendo com o que o corpo funcione muito melhor. Além disso, os sistemas reprodutivos e digestivos atuam de forma mais harmônica. Mas cuidado com a intensidade. O baixo peso corporal pode levar a níveis de estrogênio reduzidos. 

    Pegue sol

    Pegar sol aumenta a absorção de vitamina D, além de reforçar o sistema imunológico. O sol ajuda ainda a aumentar as chances do embrião ser implantado no útero. O recomendado é entre 10 e 15 minutos.

    Cuide do estresse

    A saúde emocional é essencial para a fertilidade. Os altos níveis de estresse influenciam na queda da produção de hormônios. Por isso, mantenha atividade dentro do seu cotidiano que te permitam uma válvula de escape para momentos estressantes. 

    Durma bem 

    O momento do sono deve ser plenamente respeitado para que o corpo consiga retomar suas energias e trabalhe em sua estabilização hormonal.

    Tenha uma vida sexual ativa e saudável 

    Parece óbvio, mas o sexo é fundamental em várias etapas do processo de gravidez. É importante não tornar a relação sexual um peso nesse processo. A vida sexual ativa é um momento de união entre o casal e o prazer não deve ser deixado de lado. A mulher pode apresentar um período fértil de 3 a 5 dias por mês. 

    Tenha sempre em mente

    A saúde do casal precisa estar em dia. Muitos casais acabam focando demais sobre planejamento financeiro, emocional e profissional para a tão esperada chegada do bebê, mas esquecem como é importante ter uma atenção especial quanto à saúde. E isso pode fazer toda a diferença quanto ao tempo que se leva para ter sucesso na gravidez. 

    É importante lembrar que não se trata apenas do processo de ovulação e engravidar. A presença de pressão alta e diabetes pode ser minimizada quando os bons hábitos fazem parte da rotina diária. Sem contar o quanto isso diminui drasticamente as chances de complicação em uma gravidez. 

    É essencial ter um papo aberto para que o casal inicie essa jornada de forma integral. A caminhada pode ser longa, mas a paciência deve estar acima de qualquer ansiedade e aflição. 

    Considerações finais

    Às vezes, o fator da infertilidade pode fazer com que o casal se culpe por não conseguir a tão sonhada gravidez. Mas é importante que, antes de qualquer julgamento e conclusão precipitada, a saúde seja levada em consideração e quais detalhes podem ajudar a diminuir o tempo de espera. 

    Nem sempre se trata de um problema grave e profundo. Mudanças de hábito podem ser a peça chave que faltava para a gravidez acontecer. 

    Além disso, consulte sempre o seu médico para um diagnóstico preciso e para entender intimamente sobre o seu quadro. 

    Se você achou que o nosso post ajudou você a conhecer os melhores aplicativos para quem está tentando engravidar ou acabou de se tornar mãe, clique aqui e complemente seus conhecimentos com as melhores técnicas de medicina reprodutiva do Brasil.

    O nosso compromisso maior é gerar possibilidades para a vida.

    24 de setembro de 2019
  • Como procurar a melhor clínica de reprodução assistida?

    A chance de um casal sem qualquer problema de infertilidade conseguir engravidar naturalmente, é relativamente baixa. De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde, as chances de um casal jovem e saudável engravidar espontaneamente é de cerca de 15 a 20% a cada ciclo menstrual da mulher. 

    Se após um ano de relações sexuais regulares, sem usar nenhum método contraceptivo, o casal não conseguir ter um filho, é necessário avaliar as causas que possam estar dificultando a gravidez, e, se necessário e possível, iniciar o tratamento o quanto antes.

    Para isso, o recomendado é procurar uma clínica especializada em reprodução humana, e para ajudar nessa escolha, elaboramos este artigo sobre como buscar pela melhor clínica de reprodução assistida.

    Boa leitura!

    Como escolher uma clínica de reprodução?

    O processo da reprodução humana assistida exige paciência, pois é carregado de expectativas e uma grande carga emocional. 

    Por esse motivo, a escolha da clínica de reprodução assistida é uma das decisões mais importantes de todo esse processo.

    Os tratamentos são indicados para casais que foram diagnosticados com algum problema de infertilidade, como endometriose (no caso das mulheres) e azoospermia (no caso dos homens) entre outros.

    Mas, as causas da infertilidade variam de casal para casal, e o médico especialista em medicina reprodutiva é o profissional mais qualificado para diagnosticar a situação.

    Sendo assim, para escolher a melhor clínica de reprodução assistida, é necessário levar em consideração os seguintes fatores:

    A equipe médica

    O  primeiro contato com a clínica de fertilização é realizado através do agendamento da consulta. 

    Durante a consulta com o médico especialista em reprodução, é importante que você tenha um atendimento individualizado, já que nas consultas são analisados diversos fatores da sua intimidade.

    Sendo assim, é imprescindível que você se sinta à vontade para contar a sua história, que veja que o médico presta atenção e dedica o cuidado necessário para a sua situação. 

    As indicações de amigas e parentes são sempre importantes, mas o que mais importa para a tomada de decisão, é a sua opinião quando tiver contato com o profissional. 

    A estrutura da clínica

    As técnicas de reprodução assistida envolvem a fecundação do óvulo em um ambiente laboratorial equipado e adequado para geração de um pré-embrião, que, posteriormente, será colocado no útero para dar continuidade ao processo.

    Os métodos e as técnicas utilizadas nos tratamentos de reprodução assistida exigem um controle de qualidade rigoroso de todas as etapas.

    Os laboratórios e equipamentos devem estar de acordo com os padrões de qualidade internacionais e o local deve estar preparado para realizar todos os exames e procedimentos necessários para garantir o sucesso do tratamento, tais como:

    • Ultrassonografia;
    • Indução da ovulação;
    • Coleta embrionária;
    • Laboratório equipado com tecnologia avançada;
    • Sala de procedimentos;
    • Sala de recuperação;
    • Monitoramento 24 horas;
    • Entre outros.

    Conforto e privacidade

    Além de todos os fatores que mencionamos anteriormente, é fundamental que você se sinta confortável e segura no ambiente. Os tratamentos de reprodução assistida exigem muitas visitas à clínica e por esse motivo, é fundamental que você se sinta bem no local.  

    Um ambiente agradável e acolhedor pode fazer toda a diferença em momentos de maior fragilidade.

    Quando procurar uma clínica de reprodução assistida?

    Antes de procurar uma clínica de reprodução assistida, é importante lembrar que existe um tempo de espera considerado normal para engravidar. Esse período é de 12 ciclos menstruais, sem o uso de anticoncepcionais e mantendo relações sexuais regulares.

    Porém, nos casos em que a paciente já foi diagnosticada com algum problema de infertilidade, como predisposição genética, endometriose, pacientes oncológicos ou mulheres com idade superior a 35 anos, o ideal é consultar um especialista o quanto antes.

    Considerações finais

    Como vimos ao longo deste artigo, existem diversos fatores que devem ser levados em consideração na hora de escolher a melhor clínica de reprodução assistida para realizar o seu tratamento.

    Após chegar a uma conclusão, cabe ao casal avaliar todas as variáveis, como confiança na equipe médica, estrutura, conforto, privacidade e que ofereça as melhores condições para atender às expectativas e necessidades dos pacientes.

    Aliás, para saber mais informações relacionada a este mesmo assunto, sugerimos a leitura de dois artigos que publicamos aqui no blog. Para conferir, clique nos links:

    O que esperar da consulta com um especialista em fertilidade?

    Qual o momento de buscar orientação médica para engravidar?

    Se você achou que o nosso post ajudou você saber como procurar a melhor clínica de reprodução assistida, clique aqui e conheça as melhores técnicas de medicina reprodutiva do Brasil.

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    3 de setembro de 2019
  • Hora da decisão: 7 dicas para escolher seu especialista em infertilidade

    De acordo com os dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), a infertilidade é uma doença bastante comum, que atinge cerca de 10 a 15% das mulheres em idade reprodutiva. 

    Ainda de acordo os dados, esse número tem aumentado nas últimas décadas, devido ao adiamento da maternidade por questões pessoais, conjugais e profissionais.

    No entanto, atualmente, a medicina disponibiliza soluções que podem ajudar esses casais a realizar o sonho de conceber um filho. 

    Mas, para isso, é necessário encontrar um especialista e infertilidade qualificado e experiente que possa fazer um diagnóstico preciso e propor um tratamento personalizado para o seu caso. Isso tudo somado, claro, a uma clínica de fertilização de confiança que possa garantir tranquilidade, conforto e suporte emocional durante todas as etapas do tratamento.

    Pensando nisso, preparamos este artigo com 7 dicas para ajudar você a escolher o seu especialista em fertilidade.

    Boa leitura!

    1. Indicações

    Antes de começar a sua busca por uma clínica de fertilização, um dos primeiros passos é procurar por indicações de casais que já tenham realizado o tratamento. A indicação de alguém de confiança pode ser uma boa estratégia para começar a busca pela melhor solução.

    2. Pesquisa na Internet

    Atualmente, a internet é o lugar mais utilizado para conseguir informações sobre as diversas opções de clínicas de fertilização e tratamentos existentes. 

    Nesse sentido, é fundamental visitar o site, ler materiais sobre a clínica, acompanhar as redes sociais e buscar opiniões de quem já fez o tratamento e avaliações de pacientes que já tenham realizado algum procedimento.

    3. A primeira consulta

    Na primeira consulta, além do histórico clínico detalhado, o médico especialista  vai conversar com o casal, de modo a entender as necessidades, desejos, frustrações e expectativas em relação ao tratamento desejado.

    4. Os profissionais

    Outro aspecto importante a levar em consideração na hora de escolher um especialista em fertilidade, é o currículo e a experiência do profissional responsável pelo seu tratamento. 

    Esta informação poderá ajudar muito na hora da escolha.

    Além da formação profissional, o médico deve manter-se atualizado e possuir as seguintes certificações:

    • Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA);
    • Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO);
    • Associação Médica Brasileira (AMB);
    • Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva (Pró-Núcleo).

    5. As taxas de sucesso 

    Mesmo para os casais saudáveis, sem nenhum problema de fertilidade, as chances de engravidar são baixas. Aliás, existe um tempo de espera considerado normal para engravidar, de 12 ciclos menstruais, antes de começar a procurar possíveis causas para a dificuldade de engravidar.

    Mas com os tratamentos de reprodução assistida existentes, as chances de engravidar são maiores do que para um casal jovem e saudável. A taxa de sucesso vai variar de acordo com diversos fatores, como por exemplo, a idade da mulher, a causa da infertilidade e, claro, o tratamento realizado.

    Marque uma consulta na clínica pretendida, converse com os especialistas e procure saber qual a taxa de sucesso do tratamento pretendido.

    6. Os tratamentos oferecidos

    Outro fator muito importante a levar em consideração, são os tratamentos oferecidos pelas clínicas. É importante que a clínica possua um laboratório de fertilização in vitro próprio. 

    Deste modo, é possível melhorar o alinhamento entre os profissionais, possibilitando reuniões periódicas e discussões de casos, para garantir segurança e consistência nos resultados.

    Outra dica importante, é procurar saber sobre tratamentos e acompanhamento profissional de especialistas de outras áreas, como por exemplo, nutricionistas e psicólogos que possam acompanhar e auxiliar em todo o processo.

    7. Suporte emocional 

    O tratamento da infertilidade pode ser um período muito difícil em termos emocionais. Existem muitas expectativas, frustrações, ansiedades e o tratamento, às vezes, pode demorar mais do que o esperado, o que pode ser bastante estressante e cansativo.

    Nessas situações, podem surgir sintomas de ansiedade e depressão, principalmente no período de espera dos resultados ou nos casos de os primeiros resultados dos tratamentos não tenham sido positivos.

    Neste sentido, é imprescindível levar em conta também os aspectos emocionais do tratamento de fertilização e optar por uma clínica que forneça também suporte psicológico para o casal e disponibilize profissionais para tirar dúvidas sempre que necessário.

    Considerações finais

    Como vimos até aqui, a escolha do profissional que vai cuidar da sua fertilização pode ser uma tarefa bastante intensa. 

    A busca não apenas pelo especialista, mas também pela clínica ideal, exige dedicação e atenção para cada detalhe. Durante o tratamento de fertilização, o casal passa por momentos delicados, e por isso é fundamental garantir que tudo possa ser feito preservando a privacidade e garantindo o conforto e segurança para a paciente.

    Por isso, se você está procurando um especialista em infertilidade, pesquise com calma, preste atenção nas recomendações e siga as nossas dicas. Já são ótimos passos a seguir.

    Se você achou que o nosso post ajudou você a saber como escolher um especialista em fertilidade, clique aqui e conheça as melhores técnicas de medicina reprodutiva do Brasil.

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    20 de agosto de 2019
  • Jovem e infértil, é possível?

    A medicina já comprovou que homens e mulheres até os 35 anos de idade são considerados naturalmente férteis, e que ambos os sexos possuem mais chances de ter um filho nesse período. 

    Mas, em alguns casos, problemas específicos podem surgir, comprometendo a fertilidade e impedindo a concepção de um feto.

    Pensando nisso, preparamos este post para que você conheça a relação da idade com a fertilidade e se é possível ser jovem e infértil.

    Boa leitura!

    A relação da idade com a fertilidade

    Uma das principais causas de infertilidade, está diretamente relacionada a idade do casal. 

    No caso das mulheres, a idade avançada é, talvez, o fator principal causador da infertilidade, visto que, com o passar do tempo, as chances de engravidar vão diminuindo consideravelmente. 

    Já no caso dos homens, a idade só se torna um fator relevante para a fertilidade, a partir dos 50 anos, isto é, 10 anos a mais que a mulher. No entanto, é importante ressaltar que alguns estudos recentes manifestam que, a partir dos 40 anos, alguns homens começam a apresentar uma diminuição da fertilidade. 

    A seguir, confira como a idade influencia a fertilidade feminina e masculina, respectivamente.

    A idade e a infertilidade feminina

    Em outras oportunidades, mencionamos aqui no blog sobre a importância do hormônio antimulleriano para a fertilidade feminina, e mencionamos também que a mulher já nasce com todos os folículos que irá utilizar durante a vida. 

    Durante o ciclo menstrual, esses folículos se desenvolvem, rompem e liberam o óvulo que está em seu interior, tornando o processo conhecido como ovulação.

    Como a mulher não produz folículos durante a sua vida, com o passar do tempo, os níveis de reserva ovariana vão diminuindo, até desaparecer por completo com a chegada da menopausa, que ocorre, em média, entre os 49 e 51 anos de idade.

    No entanto, em algumas situações, pode ocorrer que mulheres jovens, com menos de 35 anos, venham a apresentar dificuldades para engravidar. Isso pode acontecer pelos seguintes motivos:

    • Distúrbios hormonais que impeçam ou dificultam o crescimento e a ovulação;
    • Síndrome dos ovários policísticos;
    • Problemas nas trompas ou tubas uterinas;
    • Endometriose;
    • Ligadura das trompas;
    • Muco cervical que impeça a passagem dos espermatozoides;
    • Infecção no colo do útero.

    A reserva ovariana

    Para avaliar a sua reserva ovariana, devem ser realizados exames de sangue e de imagem específicos.

    Um dos principais exames de sangue para avaliar a reserva ovariana, é o teste do hormônio antimülleriano (HAM ou AMH, do inglês). 

    Essa substância é produzida pelas células dos ovários responsáveis por controlar o desenvolvimento dos folículos. O exame é considerado um dos melhores marcadores de reserva ovariana disponíveis atualmente. 

    Mas, vale ressaltar que esse exame não é um marcador de infertilidade. Ele tem a função de mostrar a necessidade de realizar um tratamento específico para engravidar.

    Outro exame bastante utilizado pelos médicos para verificar a reserva ovariana, é o ultrassom transvaginal, um exame de imagem que deve ser feito nos primeiros dias do ciclo menstrual e permite saber quantos folículos a mulher ainda possui. 

    Por fim, vale lembrar que estes exames normalmente não são requisitados pelos ginecologistas, a não ser em casos muito específicos ou a pedido da paciente.

    Geralmente, a recomendação é que mulheres de até 35 anos de idade busquem engravidar naturalmente ao longo de um ano, e só depois, caso não consigam, comecem a investigar as causas, consultando um especialista e realizando os exames necessários.  

    A partir dos 35 anos, a recomendação é consultar um especialista o quanto antes, para avaliar a reserva ovariana e a necessidade de realizar algum tratamento.

    A idade e a infertilidade masculina

    Da mesma forma que acontece com as mulheres, com o avançar da idade, a qualidade, quantidade e mobilidade dos gametas masculinos diminuem, o que, além de dificultar uma gravidez, aumenta o risco de o bebê desenvolver algumas doenças, como: esquizofrenia, autismo, transtorno bipolar ou distúrbios de déficit de atenção.

    Ainda existem outras possíveis causas para a infertilidade masculina, que podem aparecer em qualquer idade, ou até mesmo ter origem genética, tais como:

    • Espermatozóides anormais;
    • Ausência da produção de espermatozoides;
    • Vasectomia;
    • Dificuldade nas relações sexuais;
    • Doenças sexualmente transmissíveis.

    Considerações finais

    Como vimos ao longo do post, algumas complicações podem influenciar na fertilidade de pessoas jovens e impossibilitar a gravidez. 

    Isso pode ocorrer por diversas situações, como ter nascido com a predisposição genética de ter menos óvulos, menopausa precoce, entre outras complicações de saúde.

    Por fim, vale ressaltar que em algumas situações, quando o quadro é reversível, pode ser necessário realizar algum tratamento de fertilidade.

    A boa notícia é que, atualmente, existem diversas técnicas de tratamento de infertilidade e de preservação da fertilidade, como é o caso da criopreservação. Temos um post falando mais sobre ela aqui. 

    Mas, para isso, o ideal é consultar um especialista que possa avaliar o caso com precisão e propor a melhor solução para a circunstância.

    Se você achou que o nosso post ajudou você a saber mais sobre a infertilidade na juventude, clique aqui e complemente seus conhecimentos sobre as melhores técnicas de medicina reprodutiva do Brasil.
    O nosso compromisso maior é gerar possibilidades para a vida.

    8 de agosto de 2019
  • Tratamentos de reprodução assistida para casais homoafetivos

    Embora ainda exista um longo caminho pela frente nos direitos e possibilidades para os homosexuais, atualmente, o casal homoafetivo consegue viver de forma mais igualitária na hora de formar uma família, com direito de união estável e adoção, em diversos estados e países.

    No Brasil, o Conselho Federal de Medicina publicou em 2019 uma nova resolução que garante aos casais formados por pessoas do mesmo sexo, o direito de recorrer a técnicas de reprodução assistida, para ter filhos biológicos. A medida permite que a técnica seja desenvolver, independente do estado civil ou orientação sexual. 

    Pensando nisso, preparamos este artigo para salientar que os tratamentos de reprodução assistida podem ajudar também os casais homoafetivos, neste sentido. Descubra como a seguir.

    Boa leitura!

    Fertilização In Vitro (FIV)

    Na Fertilização In Vitro é possível ter uma gestação compartilhada, onde ambas participam do processo de fecundação e gestação, ou seja: é possível usar o óvulo de uma das mulheres, e a gestação irá se desenvolver no útero da sua parceira. 

    O casal acompanha todos os passos dados para a realização do procedimento. Para iniciar a FIV é preciso da doação do espermatozóide, feito de maneira anônima e disponibilizada em um banco de esperma nacional ou internacional. 

    Após isso, o óvulo de uma das mulheres é coletado e fecundado com o espermatozóide escolhido e logo após o embrião é implantado no útero desta mulher ou de sua parceira. 

    No entanto, o casal também pode optar por uma gestação não compartilhada, realizando a Inseminação Intrauterina.

    Inseminação Intrauterina (IIU)

    Na IIU apenas uma das mulheres cede o óvulo e se tornará gestante. O procedimento é relativamente mais simples que a FIV e envolve poucas etapas. 

    O espermatozóide também é doado, escolhido no banco de esperma, e é introduzido no óvulo, por meio de um cateter apropriado inserido na cavidade uterina.

    A escolha do tratamento a ser realizado é exclusiva do casal. No entanto, é fundamental ter um profissional especialista para avaliação clínica e laboratorial prévia e acompanhamento deste processo , que envolve tanto o desejo de ser mãe, quanto a saúde da mulher. 

    Casais de mulheres

    Para casais homoafetivos de mulheres existem as seguintes opções de tratamento:

    Inseminação Artificial (intrauterina): é realizada a indução da ovulação em uma das parceiras e o sêmen de doador é injetado dentro do útero da mulher.

    Fertilização in vitro (FIV): é realizada a estimulação  dos ovários de uma das mulheres e os óvulos coletados são fertilizados com os espermatozoides de um sêmen de doador. 

    Os embriões formados podem ser transferidos ao útero da própria mulher ou ao da parceira.

    Casais de homens

    Já as opções para casais homoafetivos de homens é a seguinte:

    Fertilização in vitro com óvulos doados e Útero de substituição: os óvulos de uma doadora são fertilizados pelos espermatozoides de um dos parceiros, e os embriões que se formam no processo são transferidos ao útero de uma parente de até 4º grau. 

    Além disso, vale notar que a doadora de óvulos não pode ser conhecida do casal (doação anônima) e que não há relação comercial ou financeira entre as partes.

    Considerações finais

    Como vimos ao longo do post, atualmente a Medicina Reprodutiva oferece diversas opções para ajudar casais homoafetivos a realizarem o sonho de conceber um filho.

    Tanto para homens, como para mulheres, é necessário um doados. Para casais homoafetivos de homens, uma doadora de óvulo e no caso de casais femininos doador de sêmen.

    Os procedimentos variam de acordo com a opção do casal, sempre orientados por um especialista em reprodução humana e obedecendo à legislação em vigor.

    O nosso compromisso maior é gerar possibilidades para a vida.

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    30 de julho de 2019
  • Infertilidade Masculina: conheça a Varicocele

    Poucos sabem, mas a Varicocele é uma das causas da infertilidade nos homens e que, tipicamente, se desenvolve com a chegada da puberdade. Como a doença costuma não apresentar sintomas, ter uma avaliação urológica nessa fase da vida é de suma importância.

    Pensando nisso, preparamos este post para ajudar você a entender as principais causas e o que fazer no caso de suspeitas de Varicocele.

    Boa leitura!

    O que é Varicocele?

    Basicamente, a Varicocele causa a dilatação das veias que drenam o sangue dos testículos. A doença ocorre devido a uma insuficiência das veias de drenagem desses vasos, dificultando o bombeamento do sangue e formando, assim, varizes.

    Apesar de muitos nunca terem ouvido falar na doença, ela é um dos principais motivos da infertilidade masculina, pois provoca alterações na produção e qualidade dos espermatozóides.

    De acordo com dados da OMS (Organização Mundial de Saúde), a doença atinge cerca de 15% dos homens a nível mundial. A principal consequência da doença é a infertilidade masculina, no entanto, a varicocele também provoca dores e, por vezes, diminuição do tamanho dos testículos.

    Na maiorias das vezes, a doença aparece no testículo esquerdo (75 a 95%), algumas vezes nos dois testículos (10% a 20%) e raramente no direito.

    Varicocele e infertilidade masculina

    O represamento de sangue ao redor dos testículos leva ao aumento da temperatura testicular. Os testículos estão situados numa bolsa (escroto) fora do corpo, e isto tem seu motivo. É que a temperatura da “fábrica” deve estar entre 1,5 e 2ºC mais baixa que a temperatura do nosso corpo.

    A teoria mais aceita para explicar o papel nocivo da Varicocele é que a sua presença aumenta a temperatura nos testículos e prejudica seu processo de funcionamento. 

    Além disso, este sangue represado leva a um aumento de algumas substâncias tóxicas, como os radicais livres de oxigênio. Como consequência, pode ocorrer diminuição da produção, da movimentação e do funcionamento dos espermatozóides, causando infertilidade.

    Diagnóstico da Varicocele

    A varicocele, na maioria das situações, não apresenta qualquer sintoma. Mas, isso pode ser bastante perigoso, já que ela prejudica a função dos testículos sem que o paciente identifique a doença. 

    Aliás, vale ressaltar que é necessário consultar um urologista regularmente para fazer uma avaliação de doenças e anomalias.

    Para diagnosticar a doença, o médico deve solicitar a realização de um exame físico. Para tal, o paciente deve ficar em pé numa sala com a temperatura amena, para que não haja relaxamento da musculatura escrotal. 

    O médico então solicita que o homem assopre com força, de forma a facilitar a visualização e palpação das veias dilatadas. O procedimento é repetido na posição deitada. 

    Se o médico identificar alguma anomalia, ele vai realizar uma ultrassonografia dos testículos para confirmar a presença da doença.

    Além disso, durante a avaliação médica, devem ser solicitados pelo menos dois exames de espermograma, para avaliar a quantidade e qualidade dos espermatozóides produzidos. 

    Os homens diagnosticados com a doença precisam buscar orientação médica e iniciar um tratamento o quanto antes, já que os efeitos da Varicocele são progressivos. A boa notícia é que a taxa de sucesso dos tratamentos é de cerca de 70%.

    Para resumir, podemos dizer que homens diagnosticados com varicocele, que sintam dor ou tenham uma diminuição do tamanho dos testículos e apresentem dificuldades para ter filhos, precisam consultar um especialista e iniciar um tratamento que possa reverter o quadro. 

    Confira a seguir, os principais tipos de tratamentos.

    Tratamentos para Varicocele

    Existem duas alternativas de tratamento para varicocele, entre eles, o tratamento cirúrgico é o mais comum. O procedimento é realizado na região da virilha, com o auxílio de um microscópio. Em média, a cirurgia dura 45 minutos de cada lado e não necessita de internação hospitalar.

    Após a operação, é recomendado o uso de um suspensório escrotal, que é um apoio para a bolsa escrotal, durante alguns dias. Além disso, o paciente precisa evitar fazer esforço físico por cerca de 30 dias. Passados 10 dias da operação, o paciente poderá ter relações sexuais.

    Outra opção é a cirurgia laparoscópica, embora seja menos usada. Esta técnica consiste num procedimento não cirúrgico, semelhante a um cateterismo, para fazer a embolização de Varicocele. 

    Este método não requer qualquer tipo de anestesia e dura cerca de uma hora, em média. No entanto, a taxa de sucesso é inferior quando comparada ao tratamento cirúrgico com uso de microscópio, mencionado anteriormente.

    A cirurgia laparoscópica é outra opção, porém, é muito menos usada. A embolização da Varicocele é um processo não cirúrgico, semelhante a um cateterismo. Não é preciso anestesia geral (na maioria das vezes apenas sedação) e o procedimento dura apenas uma hora, em média. 

    Mas, também é muito pouco utilizada em nosso meio e apresenta resultados inferiores ao tratamento cirúrgico com o uso de microscópio.

    Por fim, de três a seis meses após a cirurgia, o paciente deve repetir o exame de espermograma para avaliar o resultado. 

    Considerações finais

    Como vimos ao longo do post, a Varicocele é uma doença silenciosa, mas perigosa para a saúde e, principalmente, para a fertilidade masculina.

    A doença é a principal causa da infertilidade masculina e por não apresentar sintomas, muitos homens só tomam conhecimento da doença quando não conseguem ter filhos.

    Apesar de tudo, os tratamentos para o problema são cada vez mais eficazes, com altas taxas de sucesso e completa reversão do quadro de infertilidade.

    Sendo assim, se você identificou algum dos sinais ou sintomas descritos neste post, marque uma consulta com um especialista para avaliar melhor o caso e fornecer um diagnóstico mais preciso.

    Se você achou que o nosso post ajudou você a conhecer mais sobre as causas da infertilidade masculina, clique aqui e complemente seus conhecimentos sobre as melhores técnicas de medicina reprodutiva do Brasil.

    O nosso compromisso maior é gerar possibilidades para a vida.

    11 de julho de 2019
  • Sou saudável, mas não consigo engravidar, por quê?

    Após algum tempo de tentativas sem que haja sucesso, é normal que o casal comece a ficar preocupado e passe a pensar mais sobre a sua fertilidade.

    Existe um tempo de espera considerado normal para conseguir conceber. Esse prazo é de 12 meses para casais sem nenhum problema de fertilidade pré-existente e quando a mulher possui uma idade inferior a 35 anos.

    As estatísticas mostram que um casal jovem e saudável tem apenas 20% de chances de engravidar a cada mês.

    Dito isso, se após esse tempo de espera, a dificuldade para engravidar persista, o ideal é procurar um especialista o quanto antes para obter um diagnóstico mais preciso.

    Pensando nisso, preparamos este post para ajudar você a entender as principais causas e o que fazer caso esteja desconfiando que seja infértil.

    Boa leitura!

    O período fértil feminino

    O período fértil feminino é identificado pela disponibilidade do óvulo para fecundar. A mulher já nasce com todos os óvulos que precisa e estes são liberados mensalmente com a menstruação.

    Até os 35 anos de idade, a maioria das mulheres tem o período fértil normal. Por esse motivo, somente após 12 meses de tentativas que é indicado buscar orientação médica para engravidar. 

    Mas, é importante lembrar que no caso de mulheres com mais de 35 anos, o tempo de espera é apenas de seis meses, a partir desse período, o ideal é procurar um especialista.

    A infertilidade feminina

    As causas da infertilidade são inúmeras. Um dos exemplos, tal como citamos no tópico anterior, é a gravidez tardia da mulher. Outros motivos que podem levar à infertilidade são: estresse e DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis).

    Para o casal que está com dificuldade para engravidar, o estresse pode dificultar um pouco mais a situação. A sensação de ansiedade influencia na produção de determinados hormônios, impedindo que a concepção ocorra.

    Também é importante lembrar que alterações no sistema reprodutor feminino também diminuem as chances de gravidez, bem como, a Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP), que também é provocada por desequilíbrios hormonais.  

    Outra causa bastante comum para a infertilidade é a endometriose, doença caracterizada pela implantação do endométrio (tecido intra uterino) fora do útero, como exemplo, no abdômen, na bexiga, entre outros.

    A tireoide também é uma das principais causas da infertilidade feminina, já que a glândula tireoide é responsável pela produção de hormônios essenciais para a gravidez.

    Como podemos ver, as causas para a infertilidade podem ser diversas e por esse motivo, é fundamental consultar um médico especialista em Medicina Reprodutiva, para avaliar melhor cada caso.

    A infertilidade masculina

    Ao contrário do que muita gente pensa, a dificuldade em conceber não se deve exclusivamente a fatores femininos. Aliás, a porcentagem de se ter problemas de infertilidade é de 30% tanto para os homens como para as mulheres.

    Mas, os motivos para a infertilidade masculina também são diversos e dependem de um diagnóstico preciso.

    Uma das principais causas para a infertilidade masculina é quando o homem não produz a quantidade ideal de espermatozóides. Isto é, quando a qualidade e quantidade de espermatozóides não é suficiente para fecundar o óvulo.

    Outras situações são: dificuldade em ejacular, produzir espermatozóides com alterações infecciosas, piospermia…

    Vale mencionar que apenas 10% dos casos da infertilidade não tem causa definida. Esses casos são conhecidos como Infertilidade Sem Causa Aparente (ISCA).

    Por esse motivo, é fundamental consultar um especialista que possa determinar com mais rigor as causas de dificuldade em engravidar, de modo a propor o melhor tratamento para o caso.

    Não consigo engravidar! O que fazer?

    Passado o tempo de espera e as tentativas de engravidar não tenham dado certo, o melhor é procurar orientação médica para verificar se o casal tem as condições para engravidar.

    Afinal, como pudemos ver, não é um processo tão fácil como parece. Para uma gravidez ocorrer, é necessário que uma série de fatores biológicos estejam em perfeita sintonia.

    O especialista em Medicina Reprodutiva é o profissional mais qualificado para avaliar a saúde do casal e realizar um diagnóstico preciso da situação. 

    Durante as consultas, o médico deve pedir a realização de diversos exames para identificar as causas da infertilidade.

    A partir daí, junto ao casal, o médico poderá planejar o melhor tipo de tratamento, de forma a garantir o conforto e confiança para os pacientes.

    Considerações finais

    Como vimos ao longo do post, existem diversos motivos que podem dificultar a gravidez. Os problemas podem ser tanto da mulher, do homem, do casal ou até mesmo sem causa aparente.

    No entanto, a boa notícia é que atualmente a medicina dispõe de métodos de diagnóstico e tratamentos que já ajudaram milhares de casais a realizar o sonho de ter um filho.

    Se você quer saber mais informações sobre este assunto, sugiro a leitura de um eBook que publicamos recentemente. Para baixar gratuitamente é só clicar no link:

    Não Consigo Engravidar. O Que Fazer?

    Por fim, lembre-se de consultar um especialista para obter um diagnóstico preciso, pois ele indicará o melhor tratamento para o seu caso.

    Se você achou que o nosso post ajudou você a conhecer mais sobre as causas da infertilidade, clique aqui e complemente seus conhecimentos sobre as melhores técnicas de medicina reprodutiva do Brasil.

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    Leia também: o que é reprodução assistida?

    9 de julho de 2019
  • Planos a dois: o relógio biológico e a fertilidade do casal

    Com a evolução da sociedade e a emancipação da mulher, o mundo mudou para melhor. A cada ano que passa, cada vez mais mulheres buscam engravidar do seu primeiro filho numa idade mais avançada, superior a ideal, ou seja, após os 40 anos de idade.

    O adiamento da gestação é um fenômeno que ocorre no mundo inteiro e fez com que a idade avançada se tornasse uma grande preocupação para mulheres com o desejo de engravidar.

    Além disso, estudos recentes demonstraram como a idade avançada do homem também pode ter uma influência direta na dificuldade de engravidar do casal e no desenvolvimento saudável do bebê.

    Nesse sentido, preparei este artigo para que você conheça melhor a relação da idade com a fertilidade do casal e como pode impactar as chances de uma gravidez natural.

    Boa leitura!

    A relação da idade com a fertilidade

    A relação da idade com a fertilidade é um dos temas mais comentados quando o assunto é reprodução assistida. Isso porque uma das principais causas de infertilidade está diretamente relacionada a idade do casal.

    No caso das mulheres, a idade avançada é, talvez, o fator principal causador da infertilidade, já que com o passar do tempo as chances de engravidar vão diminuindo consideravelmente. Aliás, aqui no blog publicamos um artigo onde falamos mais sobre a fertilidade feminina, caso tenha interesse em saber.

    Já no caso dos homens, a idade só se torna um fator relevante para a fertilidade, a partir dos 50 anos, isto é, 10 anos a mais que a mulher. No entanto, é importante ressaltar que alguns estudos recentes manifestam que a partir dos 40 anos, alguns homens começam a apresentar uma diminuição da fertilidade. Por falar nisso, aqui no blog temos um post sobre a fertilidade masculina também.

    Como a idade afeta a fertilidade masculina?

    A qualidade, quantidade e mobilidade dos gametas masculinos diminuem com o avançar da idade, o que pode acarretar num aumento do risco de o bebê desenvolver algumas doenças, como, por exemplo, esquizofrenia, autismo, transtorno bipolar ou distúrbios de déficit de atenção.

    Além disso, existem outras possíveis causas para a infertilidade masculina. Sendo que as principais são:

    • Espermatozóides anormais;
    • Ausência da produção de espermatozoides;
    • Vasectomia;
    • Dificuldade nas relações sexuais;
    • Doenças sexualmente transmissíveis.

    Como a idade afeta a fertilidade feminina?

    Em nosso post sobre o hormônio anti mulleriano, pontuamos que a mulher já nasce com todos os folículos que irá utilizar durante a vida.

    Durante o ciclo menstrual, esses folículos se desenvolvem, rompem e liberam o óvulo que está em seu interior, tornando o processo conhecido como ovulação.

    Como a mulher não produz folículos durante a sua vida, com o passar do tempo, os níveis de reserva ovariana vão diminuindo, até desaparecer por completo com a chegada da menopausa, que ocorre, em média, entre os 49 e 51 anos de idade.

    Além disso, existem outras causas para a infertilidade feminina, entre as principais, estão:

    • Distúrbios hormonais que impedem ou dificultam o crescimento e a ovulação;
    • Síndrome dos ovários policísticos;
    • Problemas nas trompas ou tubas uterinas;
    • Endometriose;
    • Ligadura das trompas;
    • Muco cervical que impeça a passagem dos espermatozoides;
    • Infecção no colo do útero;

    Para obter um diagnóstico preciso, tanto no caso dos homens como no caso das mulheres, o ideal é consultar um especialista em fertilidade.

    Como prevenir a infertilidade?

    Quanto mais saudável for o estilo de vida da pessoa, maiores serão as chances de postergar a infertilidade, nos casos em que o problema não for genético ou irreversível.

    Embora não seja possível impedir que o relógio biológico congele no tempo, mantendo-se fértil e produtivo por longas datas, é possível atrasar um pouco os efeitos do envelhecimento.

    A seguir, veja algumas dicas para manter um estilo de vida saudável e, na medida do possível, protelar a chegada da infertilidade:

    • Realizar exercícios físicos;
    • É importante tentar manter-se dentro da faixa ideal do peso, nem acima nem abaixo do recomendado;
    • Adotar uma alimentação saudável, consumindo frutas, cereais, saladas e carnes magras;
    • Não fumar ou ingerir bebidas alcoólicas.

    Considerações finais

    Em primeiro lugar, é necessário enfatizar que para detectar a causa da infertilidade, o casal deve procurar o médico especialista em fertilidade feminina, ou masculina, e relatar os problemas apresentados.

    Somente após o diagnóstico de infertilidade, de um ou outro, serão solicitados exames complementares para identificar suas causas e possíveis tratamentos.

    No entanto, também é importante ressaltar que com o avanço da tecnologia, hoje existem métodos capazes de preservar os gametas masculinos e femininos para utilização posterior. Essa opção pode ser ideal para quem deseja adiar um pouco mais o sonho de ter um filho.

    Para finalizar, voltamos a lembrar que o médico é a pessoa mais capacitada para oferecer um diagnóstico preciso e propor os tratamentos mais adequados, por esse motivo, quanto mais cedo você consultar um especialista, maiores serão as chances de engravidar.

    Se você achou que o nosso post ajudou você a saber mais sobre os a relação da idade com a fertilidade, clique aqui e complemente seus conhecimentos sobre as melhores técnicas de medicina reprodutiva do Brasil.

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    23 de maio de 2019
  • Hormônio Antimulleriano: qual a relação com a menopausa

    A diminuição da fertilidade feminina com o avanço da idade é uma realidade, sobretudo, a partir dos 35 anos, e é a partir desse período que a liberação de óvulos pelo sistema reprodutor diminui e o envelhecimento gradual dos óvulos começa a ficar mais evidente.

    Além disso, sabemos que nos dias de hoje, as mulheres escolhem ter filhos cada vez mais tarde e, por esse motivo, preocupações em relação ao tempo que se tem para engravidar sem a necessidade de recorrer a tratamentos médicos, se tornam mais evidentes.

    E para responder a esses questionamentos, é necessário fazer uma avaliação da fertilidade. O teste de hormônio Antimulleriano (considerado o exame mais moderno para estimar a reserva ovariana), tem como principal objetivo indicar a quantidade de óvulos existentes, além de averiguar a proximidade da menopausa e estabelecer a quantidade de hormônios necessários (no caso de mulheres em processo de indução da ovulação).

    Neste post, você vai ficar sabendo o que acontece com a produção do Hormônio Antimulleriano (AMH) na menopausa e a sua relação com a fertilidade.

    Boa leitura!

    O que é o Hormônio Antimulleriano (AMH)?

    O hormônio antimulleriano é uma glicoproteína presente no organismo feminino, que serve como marcador da reserva ovariana.

    A mulher já nasce com todos os folículos que precisará durante a vida, que são as estruturas que contêm os óvulos em seu interior. Esses folículos se desenvolvem durante o ciclo menstrual e quando atingem o tamanho de aproximadamente 2 cm, rompem e liberam o óvulo que está em seu interior. Este processo é conhecido como ovulação.

    Para controlar o número de folículos disponíveis para crescimento a cada ciclo menstrual, os folículos produzem o Hormônio Antimulleriano.

    Sendo assim, podemos concluir que quanto mais folículos existir dentro dos ovários, mais elevado será o nível de HAM e vice-versa. Se a quantidade de folículos for baixa, o nível de HAM será baixo. Por este motivo, o HAM é um fator fundamental para o cálculo da reserva ovariana.

    Outro fator importante a levar em consideração é que com o passar do tempo, a quantidade de folículos diminui, e com isso, o nível de HAM também. Assim, o declínio dos níveis de HAM da mulher podem servir como predição da menopausa e do seu prognóstico reprodutivo.

    Portanto, a possibilidade de prever o futuro reprodutivo da mulher, através da dosagem do Hormônio Antimulleriano, é um fator fundamental para o aconselhamento conceptivo e contraceptivo.

    A reserva ovariana

    Como já vimos, a idade é um fator determinante para a fertilidade feminina, sendo que a partir dos 35 anos, a quantidade de óvulos presentes no ovário tende a diminuir rapidamente. Por isso, para avaliar o potencial reprodutivo da mulher, existem alguns exames capazes de detectar a reserva ovariana.

    O HAM é o exame de sangue mais moderno existente para estimar a reserva ovariana, que se dá através da mensuração do nível do hormônio produzido pelos folículos antrais.

    O exame pode ser realizado a qualquer momento do ciclo menstrual da mulher e, através da análise dos resultados, é possível estimar as chances de engravidar, pois quanto mais óvulos a mulher possuir, maiores serão as possibilidades.

    É importante ressaltar que apenas um médico especializado pode analisar com precisão o resultado do exame e que cada laboratório possui um padrão de referência. Ainda assim, veja a seguir alguns desses valores referenciais:

    • AMH < 0,16 ng/ml: MUITO BAIXA RESPOSTA;
    • AMH entre 0,16 e 1,0 ng/ml: BAIXA RESPOSTA;
    • AMH entre 1,0 e 2,0 ng/ml: MÉDIA RESPOSTA;
    • AMH entre 2,0 e 4,0 ng/ml: ALTA RESPOSTA;
    • AMH > 4,0 ng/ml: MUITO ALTA RESPOSTA.

    Sobre a menopausa

    Como já vimos no início deste post, a mulher já nasce com todos os folículos que precisará para o resto da vida. Essa reserva é utilizada desde o primeiro fluxo menstrual, também conhecida como Menarca, até a última, também conhecida como Menopausa.

    O corpo de nenhuma mulher é capaz de produzir novos folículos ao longo de sua vida, assim como não é capaz de repor os que foram despendidos. Quando morrem os últimos folículos, os ovários entram em falência e as concentrações do estrogênio e progesterona caem de maneira irreversível.

    A menopausa precoce

    A idade média que as mulheres brasileiras atingem a menopausa é entre 49 e 51 anos. No entanto, em alguns casos, a menopausa pode ocorrer precocemente, antes dos 40 anos.

    As causas da menopausa precoce ainda são desconhecidas, apesar disso, algumas hipóteses consideram fatores genéticos, imunológicos e iatrogênicos como principais motivos para o seu aparecimento.

    Embora não seja possível identificar precocemente, como já dissemos, existem alguns testes de reserva ovariana que podem mostrar o declínio da função ovariana reprodutiva, sendo que, o mais moderno, é o Hormônio Antimulleriano.

    É importante salientar também que, apesar de não ser possível evitar o quadro de menopausa precoce, é viável alertar que mulheres que desejam engravidar e tenham casos de menopausa precoce conhecidos na família, precisam procurar o seu ginecologista para um diagnóstico mais preciso.

    O tratamento da menopausa precoce consiste na reposição hormonal com estrogênio e progesterona, objetivando diminuir os sintomas do climatério e prevenir a osteoporose. Para mulheres almejando engravidar, a única alternativa é a Fertilização In Vitro.

    A menopausa precoce é pouco frequente e atinge de 1 a 3% das mulheres adultas. No entanto, se você faz parte do grupo de risco (mulheres com histórico familiar de menopausa precoce), a recomendação é procurar um especialista para pode avaliar as melhores opções de tratamentos para o seu caso.

    Considerações finais

    Como vimos neste post, o Hormônio Antimulleriano é o principal marcador da reserva ovariana e, através de um exame de sangue específico, é possível predizer o futuro reprodutivo da mulher, ou seja, através do exame HAM é viável estimar quais serão as chances de engravidar de forma espontânea.

    É um exame fundamental para mulheres que desejam engravidar, principalmente, para aquelas com casos de menopausa precoce na família, ou com idade superior a 35 anos.

    Então, se você faz parte desse grupo de mulheres, procure um médico para obter um diagnóstico preciso e identificar as soluções possíveis para o seu caso.

    Se você achou que o nosso post ajudou você a conhecer melhor sobre o Hormônio Antimulleriano e a sua relação com a menopausa, clique aqui, marque uma visita e tenha os melhores tratamentos da medicina reprodutiva do Brasil. O nosso compromisso maior é gerar possibilidades para a vida.


    Leia também: o que é reprodução assistida?

    16 de maio de 2019
  • 11 aplicativos para mulheres que estão tentando engravidar

    Atualmente, com o avanço da tecnologia, as mulheres possuem à sua disposição ferramentas que podem ajudar na tentativa de engravidar.

    Os aplicativos oferecem a possibilidade de calcular o período mais fértil de cada mês, além de fornecerem uma série de dicas úteis para a mulher que já conseguiu engravidar atingir uma gestação mais saudável.

    Dessa forma, eles são uma ótima opção para ajudar você e seu parceiro a saberem o melhor dia para engravidar, através do controle da ovulação e da criação de notificações sobre o período fértil.

    Além disso, os aplicativos para tentantes oferecem diversas funcionalidades para inserir dados sobre o estado de saúde da mulher.

    Leia também: o que é reprodução assistida?

    Para quem ainda está tentando engravidar:

    Há diversos aplicativos para celular, disponíveis para download gratuito nas lojas virtuais da Google e da Apple, que podem ajudar a aumentar as chances de engravidar.

    Maia

    O Maia é um aplicativo que rastreia o período fértil da mulher, calcula a próxima menstruação e possui um calendário colorido para ajudar a identificar os períodos do ciclo menstrual de maneira mais interativa.

    Além disso, o aplicativo tem uma interface limpa, de fácil navegação, além de espaços para pôr anotações pessoais de humor, peso e estado. O Maia também permite que você compartilhe os seus dados para que o seu companheiro, por exemplo, possa acompanhar os seus ciclos.

    Woman Log

    O Woman Log serve para identificar os dias férteis, calculados a partir da data da última menstruação anotado no app. O aplicativo, por sua vez, possui um calendário que permite inserir informações como peso, humor, últimas relações sexuais e uso de medicamentos.

    Além disso, o aplicativo possui uma tabela que mapeia todos os sintomas de TPM, como, por exemplo, cólicas, dor de cabeça, micoses, dores no corpo, entre outros.  

    Nesse sentido, com o fim de expor informações mais assertivas acerca da intensidade de cada ciclo, um gráfico comparativo entre os meses anteriores é mostrado no app.

    Dessa forma, o Woman Log permite criar alertas e notificações sobre o período menstrual, dias férteis e regularidade do ciclo.

    Ovia Fertility

    O Ovia Fertility é um aplicativo um pouco mais complexo. Através dele, é possível ter uma visão panorâmica da saúde reprodutiva da mulher, com dados sobre ciclos de ovulação.

    Um dos principais diferenciais do aplicativo é a possibilidade de ser vinculado a aplicativos fitness e ao Apple Health, importando os dados dos mesmos e cruzando com as informações dos ciclos. Outra característica peculiar é que o aplicativo permite a interatividade entre os usuários.

    Natural Cycle

    O Natural Cycle tem como principal objetivo a precisão no rastreio da fertilidade. A principal diferença deste aplicativo, por sua vez, é a possibilidade de compartilhar os dados com o parceiro para planejar melhor as relações nas datas da ovulação.

    Clue

    O Clue é um dos aplicativos mais famosos da categoria. Ele é conhecido por fornecer mais detalhes sobre cuidados médicos e oferece diversas opções para monitorar o ciclo menstrual e outras informações como, por exemplo, cólicas, humor, entre outros.

    O aplicativo também permite registrar o fluxo menstrual, sintomas de TPM e ovulação. Além disso, ele oferece a possibilidade de receber previsões precisas e lembretes do calendário da sua próxima menstruação.

    My Fertile Food

    Um dos diferenciais do My Fertile Food é que ele apresenta dicas de como aumentar a fertilidade feminina. Nesse sentido, ele traz sugestões práticas e fáceis de serem aplicadas no dia a dia, como comidas mais indicadas e melhores dias para manter relações sexuais.

    O aplicativo, por sua vez, apresenta os dados de acordo com o que for introduzido, o cálculo do período fértil e da ovulação.

    Além de ser um aplicativo que ajuda no processo para engravidar, ele também orienta a ter uma vida mais saudável.

    Meu Calendário

    O Meu Calendário é um aplicativo que funciona como um diário. Nele, a mulher pode preencher com as suas informações médicas relacionadas ao ciclo menstrual ou gravidez.

    Além disso, como todos os outros aplicativos para engravidar, ele permite registrar o ciclo, calcular a ovulação e enviar notificações.

    Glow Ovulation and Fertility Tracker

    O Glow Ovulation and Fertility Tracker existe há alguns anos e se tornou conhecido como um aplicativo para o rastreamento da fertilidade. Dessa forma, ele fornece um calendário de ovulação indicando os dias mais férteis, através da análise de informações sobre a ovulação, ciclo menstrual, humor, temperatura do corpo, temperatura basal, entre outros.

    Menstrual Calendar

    O Menstrual Calendar se destaca como uma derivação da tabelinha. O aplicativo calcula a ovulação, os ciclos menstruais e ainda permite inserir informações pessoais de saúde, frequências das relações sexuais, uso de medicamentos e exames de gravidez.

    Para quem acabou de engravidar

    Há, também, diversos aplicativos para celular, disponíveis para download gratuito nas lojas virtuais da Google e da Apple, para auxiliar quem acabou de engravidar.

    Sprout Pregnancy

    Para quem acabou de descobrir a gravidez, este é considerado um dos aplicativos mais bem ilustrados, possuindo imagens impressionantes do desenvolvimento fetal, adaptadas ao gênero do bebê.

    O aplicativo, por sua vez, disponibiliza uma série de informações que ajudam a futura mãe a melhorar a sua qualidade de vida e do seu bebê.

    Além disso, o Sprout Pregnancy disponibiliza um calendário médico, linha do tempo da gravidez, contador de chutes e um cronômetro de contração.

    Estou Grávida

    O aplicativo Estou Grávida possui uma coleção de dicas para preparar a gestante para a sua nova vida de mamãe. Nesse sentido, ele disponibiliza informações de alimentação saudável e outras sobre saúde para a mulher e o bebê, com o objetivo de proporcionar uma gestação mais tranquila e saudável.

    Considerações finais

    A tecnologia é um facilitador e não um solucionador de problemas. Por isso, é importante lembrar que é imprescindível buscar acompanhamento médico especializado, independentemente do uso dos aplicativos. Nesse sentido, eles não dão diagnósticos e servem apenas para auxiliar.

    Dessa maneira, consulte sempre o seu médico para um diagnóstico preciso e para saber as melhores opções de tratamento para engravidar existentes.


    Está tentando engravidar? Confira as dicas que separamos para ajudar você a realizar esse sonho. Ao clicar na imagem abaixo, você poderá fazer o download do nosso infográfico 7 dicas para quem quer engravidar em 2022.

    infográfico 7 dicas para engravidar em 2022
    2 de abril de 2019
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