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Blog Nilo Frantz

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Categoria: Tratamentos

  • Tudo sobre a pílula anticoncepcional e a fertilidade da mulher

    Atualmente, é cada vez mais comum que as mulheres tenham filhos mais tarde, e é perfeitamente normal encontrar mulheres que passam alguns anos adiando a gravidez até decidirem qual é o momento ideal de ter filhos.

    Mas até esse momento de decisão chegar, podem surgir várias dúvidas ao longo do caminho, e uma das principais é se o uso de anticoncepcional afeta a fertilidade ou dificulta a gravidez na hora de ter um bebê.

    Pensando nisso, elaboramos este post para que você tire todas as suas dúvidas sobre o impacto do uso de métodos anticoncepcionais na fertilidade.

    Boa leitura!

    Anticoncepcional oral

    A pílula anticoncepcional é um dos métodos contraceptivos mais utilizados no mundo, ele consiste na ingestão de hormônios para evitar a ovulação e, assim, impedir uma gravidez não programada. O método tem como principal objetivo inibir a ovulação, impedindo que a mulher entre no período fértil.

    Além disso, a pílula anticoncepcional impede a dilatação do colo do útero, dificultando a entrada de espermatozóides e evitando assim que o útero reúna as condições adequadas para o desenvolvimento do feto.

    As pílulas anticoncepcionais são dividas em duas categorias:

    Pílulas de progesterona ou minipílula

    As minipílulas possuem apenas progesterona na sua composição, sem o estrógeno associado. Desta forma, essas pílulas trazem a menor carga hormonal possível para impedir a ovulação.

    A pílula de progesterona age impedindo a entrada das células do esperma no útero. Mas o impedimento da maturação do óvulo dependerá da quantidade de progesterona que elas contêm.

    Normalmente, essas pílulas devem ser tomadas continuamente, já que todos os 28 comprimidos possuem hormônios com cargas hormonais diferentes, para simular as variações das taxas de progesterona e estrógeno do ciclo menstrual natural da mulher.

    Pílulas combinadas

    Já as pílulas combinadas possuem a fusão de progesterona com estrógeno e podem se dividir em duas formas:

    Monofásica

    Nas pílulas combinadas monofásicas, todos os comprimidos possuem a mesma quantidade de hormônio, que bloqueiam a liberação do hormônio que estimula o crescimento e a ovulação do ovário.

    Multifásica

    Já no caso das pílulas multifásicas, os comprimidos possuem diferentes quantidades de hormônios. Elas atuam simulando a produção hormonal do organismo para aquele dia do ciclo.

    A boa notícia é que o anticoncepcional oral mantém a fertilidade, sendo assim, mesmo mulheres que tenham usado por muito tempo, terão as mesmas chances de engravidar naturalmente, quando parar de tomar o medicamento.

    Além disso, um estudo publicado na revista Human Reproduction aponta que mulheres que tomaram pílulas anticoncepcionais por mais de cinco anos, têm mais chances de engravidar em um curto espaço de tempo do que as mulheres que usaram a pílula por pouco tempo.

    Isso acontece porque quanto mais tempo a mulher usar as pílulas, menos ovulações ela terá e, desta forma, a sua fertilidade se manterá preservada.

    Vale salientar que o médico é a pessoa mais capacitada para fazer uma avaliação mais detalhada e obter um prognóstico mais preciso.

    DIU (Dispositivo Intra-Uterino)

    O DIU é um método contraceptivo que consiste na colocação de uma pequena haste em forma de “Y” dentro do útero.

    Essa pequena haste é mantida dentro do útero por algum tempo (entre 3 e 10 anos) que age liberando substâncias que tornam o útero um local hostil para o espermatozoide, impedindo assim que ele fecunde o óvulo.

    Existem dois tipos de dispositivos intra-uterinos:

    DIU de cobre

    Como o próprio nome indica, este tipo de DIU é uma haste revestida com cobre. O dispositivo libera pequenas quantidades de cobre no útero, causando algumas alterações no endométrio, no muco e na motilidade das trompas, provocando uma reação inflamatória que não faz mal ao organismo, mas torna a região hostil ao espermatozoide.

    DIU de Mirena

    Esse tipo de dispositivo, além de produzir reações inflamatórias no útero, possui em sua estrutura progesterona, hormônio que se restringe ao útero. A progesterona atua da mesma forma que o DIU de cobre, causando alterações que impedem a gravidez.

    Se você usou DIU por algum tempo e agora pretende engravidar, é importante saber que, de acordo com um estudo realizado na Inglaterra, mulheres que usaram o DIU por pouco tempo, tiveram mais dificuldade de engravidar durante um ano, depois de parar com esse método, em relação às mulheres que usaram métodos de barreira, como por exemplo, camisinha.

    A boa notícia é que após um ano, as chances de engravidar ficaram iguais para todas. Portanto, se você usou DIU e pretende engravidar, a melhor sugestão é consultar um médico especialista para analisar mais detalhadamente seu quadro.

    Implante anticoncepcional

    O implante anticoncepcional é um método contraceptivo que consiste na introdução de uma pequena cápsula por meio de um aplicador descartável. Com 4 centímetros de comprimento e 2 milímetros de diâmetro, o produto é aplicado embaixo da pele, local onde distribui, gradativamente, o hormônio etonogestrel.

    O método atua impedindo a liberação de óvulos. Além disso, ele altera a secreção de muco pelo colo do útero, dificultando assim, a entrada de espermatozóides.

    Existem implantes anticoncepcionais que podem durar seis meses, um ano e até três anos.

    Caso você já tenha usado um implante anticoncepcional e deseje engravidar, basta solicitar a remoção. O retorno da fertilidade ocorre rapidamente e os hormônios que eram liberados no seu corpo também desaparecem.

    Conclusão

    Como vimos ao longo deste post, ao contrário do que muita gente acredita, o uso de métodos anticoncepcionais não interfere na fertilidade da mulher.

    Então, se você usou algum dos métodos anticoncepcionais descritos ao longo deste conteúdo e agora pretende engravidar, a melhor dica é que você consulte um especialista em fertilidade humana.

    Se você achou que o nosso post ajudou você a saber mais sobre a relação dos métodos anticoncepcionais com a fertilidade, clique aqui e conheça as melhores técnicas de medicina reprodutiva do Brasil.

    O nosso compromisso maior é gerar possibilidades para a vida
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    28 de maio de 2019
  • Reprodução Assistida: como saber qual o melhor método?

    Atualmente, existem algumas técnicas de reprodução assistida tornando realidade o sonho de casais inférteis e/ou homoafetivos a terem filhos. Aliás, aqui no blog temos um post mais detalhado falando sobre o que é a Reprodução Assistida, caso queira entender mais.

    Com tantas opções de tratamentos disponíveis, escolher um pode se tornar uma tarefa complexa e cansativa. É importante também lembrar que o melhor procedimento deve ser decidido em conjunto com um médico especialista, capacitado para avaliar corretamente cada caso.

    Neste post, veremos alguns dos tratamentos de Reprodução Assistida mais conhecidos e com as melhores taxas de sucesso.

    Boa leitura!

    O que é Reprodução Assistida?

    Reprodução assistida diz respeito ao conjunto de tratamentos médicos que têm como principal objetivo ajudar casais com dificuldades de conceber um filho de forma natural.

    Os métodos de reprodução assistida podem ser classificados em dois grupos distintos: inseminação artificial e Fertilização In Vitro.

    A inseminação artificial consiste na introdução do sêmen através de intervenção médica no útero feminino. Este é um tipo de procedimento muito indicado tanto nos casos de infertilidade feminina como nos casos de infertilidade masculina. Além disso, é um procedimento que não produz efeitos colaterais.

    E se você quiser saber ainda mais sobre inseminação artificial, publicamos um post sobre o assunto.

    Já no caso da Fertilização In Vitro (FIV), os óvulos são fertilizados pelo espermatozoide em ambiente laboratorial, por outras palavras, com o auxílio de técnicas de reprodução assistida. Este tipo de procedimento é mais indicado para casos de infertilidade em que tratamentos mais simples não apresentem resultados positivos.

    Além disso, as técnicas de reprodução assistida são classificadas em Homóloga ou Heteróloga.

    A Reprodução Assistida Homóloga ocorre quando os gametas provém de um dos indivíduos do casal, sem doador.

    Já a Reprodução Assistida Heteróloga ocorre quando é necessário recorrer a gametas de um indivíduo alheio ao casal, ou seja, com doador.

    Assim sendo, a escolha da técnica de reprodução assistida mais apropriada, deve ser debatida com o médico, que é a pessoa mais capacitada para oferecer um diagnóstico mais preciso.

    O tratamento mais adequado depende de cada caso e, por isso, é fundamental que a avaliação seja feita por um profissional especializado e de confiança.

    Principais técnicas de Reprodução Assistida

    Como dissemos, existem alguns métodos de reprodução assistida.

    A seguir, veja uma lista com os principais tratamentos disponíveis:

    Coito Programado

    O coito programado é um método de fertilização que consiste na utilização de medicamentos para estimular a produção de óvulos na mulher. Deste modo, é possível prever o período da ovulação, objetivando que o casal tenha relações sexuais nesse ciclo.

    Criopreservação (Congelamento)

    A técnica de criopreservação consiste no congelamento de óvulos, tecido ovariano, espermatozoides e embriões, na temperatura de 196 graus Celsius negativos, para que possam ser utilizados após certo tempo.

    Fertilização In Vitro (FIV)

    A Fertilização In Vitro (FIV) consiste na fertilização do óvulo com espermatozoide em ambiente laboratorial, ou seja, in vitro.

    Os espermatozoides são colocados com os óvulos numa cultura especialmente preparada e mantida em condições ideais de temperatura para simular as trompas de Falópio. Se o desenvolvimento dos embriões for favorável, eles serão transferidos para o útero da mulher.

    Inseminação Intra-Uterina (IIU)

    A Inseminação Intra-Uterina (IIU) consiste na introdução do espermatozóide saudável dentro da cavidade uterina da mulher, no momento da ovulação.

    Esse tipo de tratamento, geralmente, é indicado quando o volume, concentração ou mobilidade dos espermatozóides não são suficientes. Além disso, esta técnica pode ser usada quando o muco cervical apresenta problemas.

    Maturação In Vitro de Óvulos (IVM)

    A Maturação In Vitro de Óvulos, ou IVM (In Vitro Maturation), consiste na captação de óvulos imaturos para serem amadurecidos em laboratório.

    No laboratório, os óvulos ficam imersos em meios de cultura especiais e quando atingem o estágio de metáfase II (MII) são fertilizados e os embriões são transferidos para o útero da futura mãe.

    Diagnóstico Genético Pré-Implantacional (PGD)

    O Diagnóstico Genético Pré-implantacional é um procedimento que serve para identificar os embriões que sejam portadores de anomalias genéticas. Desta forma, é possível selecionar e transferir para o útero apenas os embriões saudáveis.

    Como escolher o melhor método?

    Como vimos até aqui, existem algumas técnicas de Reprodução Assistida e escolher o melhor método requer certo conhecimento, e, principalmente, o auxílio de um especialista.

    O médico, através da análise do histórico clínico de cada um dos elementos do casal e, a partir da interpretação dos resultados de exames clínicos realizados, poderá apresentar as melhores opções de tratamentos para o seu caso.

    Considerações finais

    A Reprodução Assistida é um assunto delicado, que pode gerar muitas dúvidas, principalmente no que diz respeito à segurança e eficácia dos procedimentos.

    No entanto, como vimos neste artigo, existem diversas alternativas de tratamentos para os mais diferentes casos de infertilidade.

    Atualmente, a Reprodução Humana já evolui muito em termos de tecnologia, e as chances de engravidar se tornaram ainda mais altas para um casal que realizar algum tipo de tratamento de reprodução assistida.

    Sendo assim, se você está com dificuldades para engravidar, não hesite em fazer uma consulta com um médico, pois ele solicitará os exames necessários e fornecerá um diagnóstico para que você possa iniciar o tratamento mais adequado.
    Se você achou que o nosso post te ajudou a conhecer um pouco mais sobre a Reprodução Assistida, clique aqui e conheça as melhores técnicas da Medicina Reprodutiva no Brasil.

    O nosso compromisso maior é gerar possibilidades para a vida.

    21 de maio de 2019
  • Conheça o Hormônio Anti-Mülleriano e sua relação com a fertilidade

    O hormônio anti-mulleriano (HAM ou AHM) é um dos exames que servem para analisar o estado da reserva ovariana da mulher. Ele é, por sua vez, um marcador da reserva ovariana, que tem a finalidade de predizer qual é a quantidade de óvulos que a mulher dispõe em seus ovários.

    Em outras palavras, o hormônio anti-mulleriano (HAM ou AMH) é uma substância produzida pelas células dos ovários e é responsável por controlar o desenvolvimento dos folículos.

    Além disso, é importante saber que, com o passar dos anos, o número de óvulos presentes na mulher vai diminuindo e, com isso, as chances de engravidar também. Nesse sentido, o hormônio anti-mulleriano tem como função alertar a proximidade da menopausa e a síndrome dos ovários policísticos.

    Os óvulos, por sua vez, ficam armazenados dentro de “pequenas bolsas” de tecido epitelial nos ovários, que são chamadas de folículos ovarianos e são as responsáveis pela produção do hormônio anti-mulleriano. Ou seja, quanto mais folículos houver, maiores tendem a ser as dosagens de HAM na mulher.

    Por esse motivo, o hormônio anti-mulleriano é muito utilizado em tratamentos de reprodução assistida, principalmente para mulheres com idade superior a 35 anos ou com baixa probabilidade de engravidar.

    Além disso, o hormônio anti-mulleriano é considerado como um dos melhores marcadores da reserva ovariana da atualidade.

    Como funciona o hormônio anti-mulleriano?

    O teste é realizado através de um exame de sangue, que deve ser feito durante o ciclo menstrual da mulher. Dessa forma, quanto maior a contagem de óvulos, maiores serão as chances de conseguir engravidar.

    Embora apenas um especialista possa analisar com precisão o exame, e cada laboratório possua um padrão de referências para os níveis de hormônio anti-mulleriano, existem alguns valores referenciais:

    a. HAM < 0,16 ng/ml: Muito baixa resposta;

    b. HAM entre 0,16 e 1,0 ng/ml: Baixa resposta;

    c. HAM entre 1,0 e 2,0 ng/ml: Média resposta;

    d. HAM entre 2,0 e 4,0 ng/ml: Alta resposta;

    e. HAM > 4,0 ng/ml: Muito alta resposta.

    Atualmente, o valor de 1,0 ng/ml seria considerado o limite entre a reserva ovariana normal e a alterada. Ou seja, quando a mulher tem o hormônio anti-mulleriano igual ou superior a 1,0 ng/ml, ela tem mais chances de engravidar naturalmente. Já nos casos em que o HAM é inferior a 1,0 ng/ml, as probabilidades de engravidar diminuem.

    No entanto, é importante salientar que, embora o exame anti-mulleriano avalie a reserva ovariana e traga informações valiosas sobre a quantidade de óvulos esperados, o exame não avalia a qualidade dos óvulos, que dependem de outros fatores, como, por exemplo, a idade da mulher.

    Assim sendo, é fundamental que a análise seja complementada com outros testes, capazes de fornecer outros tipos de informação para a continuidade do tratamento da FIV, e que todo o processo seja acompanhado por um médico especialista em Reprodução Humana.

    Além disso, outros aspectos importantes a salientar é que, mesmo se a reserva ovariana for baixa, o profissional deve levar em consideração o histórico da paciente, a idade, a individualidade de cada caso e os resultados dos demais exames, para fornecer um diagnóstico mais assertivo.

    Hormônio anti-mulleriano: quando fazer o exame?

    O hormônio anti-mulleriano deve ser realizado quando há necessidade de se avaliar a reserva ovariana da mulher. O exame é obrigatório para quem precisa realizar um tratamento de fertilização in vitro (FIV) ou outro tratamento de reprodução assistida.

    No entanto, ele pode ser realizado em outras situações, como, por exemplo:

    • Em mulheres que estão fazendo uma avaliação de infertilidade;
    • Mulheres com histórico familiar de menopausa precoce;
    • Avaliação de dosagem de estimulação ovariana para tratamentos de reprodução assistida;
    • Mulheres que desejam congelar os óvulos;
    • Preservação da fertilidade, normalmente, antes de passar por exames que possam prejudicar a fertilidade, como, por exemplo, a quimioterapia.

    Além disso, o exame anti-mulleriano pode ser solicitado para um médico ginecologista. No entanto, é importante ressaltar que a fertilidade é um assunto muito delicado para as mulheres, e a pessoa mais capacitada para interpretar os resultados do exame é um médico especializado em reprodução humana.

    Hormônio anti-mulleriano e sua relação com a fertilidade

    Como já dissemos, o hormônio anti-mulleriano serve para indicar a quantidade de óvulos remanescentes, mas ele também permite estimar a resposta ovariana aos tratamentos de reprodução assistida.

    Com a avaliação do resultado do HAM, dos outros exames solicitados pelo seu médico e as particularidades de cada caso, é possível escolher a melhor opção de tratamento.

    Além do mais, o resultado do exame também permite estabelecer um parâmetro para as doses necessárias de gonadotrofinas, hormônio utilizado para realização da estimulação ovariana.

    Considerações finais

    Por mais precisos que sejam os exames e os resultados, a fertilização é um processo complexo que envolve diversos fatores físicos e também psicológicos. Por esse motivo, ainda não existe unanimidade entre os médicos sobre a possibilidade de engravidar com uma reserva ovariana baixa.

    Atualmente, a medicina oferece diversas opções de tratamentos para infertilidade, e o exame anti-mulleriano serve para fornecer mais dados para que o médico especialista em reprodução humana possa indicar o melhor tratamento para cada caso.

    Por esse motivo e muitos outros, é fundamental consultar sempre o seu médico.


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    E-book Nilo Frantz Fertilização in vitro
    2 de maio de 2019
  • Nilo Frantz: Referência brasileira em Reprodução Humana

    Já fazem 16 anos que a Nilo Frantz – Medicina Reprodutiva, vem construindo uma trajetória de credibilidade e sucesso, auxiliando as pessoas a realizarem o sonho de ter um filho.

    Fazer a diferença na vida das pessoas sempre foi um dos propósitos pessoais do fundador da clínica, Dr. Nilo Frantz, que mantém sua postura de inovação e responsabilidade com a Medicina Reprodutiva por meio da disseminação do conhecimento e promovendo acessibilidade aos tratamentos.

    Neste post, você vai entender o que faz da Nilo Frantz – Medicina Reprodutiva, referência brasileira em Reprodução Humana.

    Boa leitura!

    História da clínica

    A clínica Nilo Frantz – Medicina Reprodutiva, foi inaugurada no ano de 2003 pelo Dr. Nilo Frantz. Ele é pioneiro no exercício da Medicina Fetal e responsável pelo nascimento do primeiro bebê com o auxílio da técnica de Maturação In Vitro no Brasil.

    O Dr. Nilo Frantz criou o serviço de Reprodução Humana no Hospital Moinhos de Vento e trabalhou na primeira instituição do Rio grande do Sul voltada para a área da fertilização. Também foi professor na UFRGS – faculdade onde se formou.

    O trabalho do Doutor Nilo tem se destacado por meio da disseminação do conhecimento, através da organização de simpósios sobre reprodução humana e da promoção à acessibilidade aos tratamentos, inaugurando cada vez mais unidades pelo país e com o Instituto da Fertilidade, possibilitando famílias de baixa renda a realizarem os tratamentos.

    Missão

    A clínica NIlo Frantz – Medicina reprodutiva, é conhecida pela sua alta-performance, sendo capaz de conciliar tecnologia de ponta com atendimento personalizado.

    A principal missão da empresa é prestar serviços diferenciados em reprodução assistida e contribuir com a promoção da saúde e bem-estar dos pacientes, com responsabilidade, seriedade e ética.

    Valores

    Para a equipe da Clínica Nilo Frantz- Medicina Reprodutiva, a família constitui um dos principais pilares da felicidade. Nesse sentido, todos os seus esforços são direcionados para proporcionar que os seus pacientes sejam capazes de realizar o sonho de ter filhos.

    Todo o trabalho dos profissionais da clínica é baseado em valores de humanização, respeito e transparência nas relações com os pacientes e colegas da área de saúde.

    Visão

    A clínica tem como objetivo ser referência internacional na área da tecnologia em reprodução assistida, controle de qualidade, pesquisa e excelência no atendimento de todos os serviços oferecidos.

    Humanização

    A clínica Nilo Frantz – Medicina Reprodutiva, possui 5 unidades de atendimento, sendo 2 clínicas em Porto Alegre, 2 unidades no interior do Rio Grande do Sul e uma unidade na cidade de São Paulo.

    Além disso, o Instituto de Fertilidade (IFE) também faz parte do grupo e tem como principal missão possibilitar o acesso aos tratamentos para famílias com um menor poder aquisitivo. Por exemplo, o IFE MAIS é um programa de inclusão que disponibiliza um desconto especial para os casais que cumprem alguns pré-requisitos que comprovem a necessidade do benefício.

    A clínica possui um corpo clínico capacitado, uma equipe de enfermagem qualificada e serviços multiprofissionais, como psicólogos e nutricionistas para oferecer assistência e bem-estar de maneira completa.

    Propagando conhecimento

    A clínica Nilo Frantz – Medicina Reprodutiva, promove a disseminação do conhecimento e a acessibilidade aos tratamentos, baseada em três principais pilares: Clínica, Embriologia e Ensino.

    A clínica possui hoje 5 unidades de atendimento, 2 laboratórios de embriologia e mais de 20 médicos parceiros formados pelo núcleo de ensino. Mas ao longo dos 15 anos de história, o que mais orgulha os profissionais da clínica é ver a felicidade das famílias que conseguem realizar o sonho de ter um filho. A criação de novas possibilidades para a vida está na essência e no futuro da clínica.

    Ampliando possibilidades

    A investigação diagnóstica é essencial para o entendimento das causas da infertilidade. Por esse motivo, a clínica Nilo Frantz conta com a excelência do RDO Diagnósticos Médicos, de São Paulo, o mais reconhecido centro de diagnósticos do país, especializado em exames de alta complexidade.

    Além disso, a Nilo Frantz – Medicina Reprodutiva, oferece diversos métodos tecnológicos que auxiliam homens e mulheres a solucionar os problemas de infertilidade.

    Os laboratório de fertilização in vitro da clínica fazem parte do sucesso dos tratamentos de reprodução assistida. A clínica tem a preocupação de investir sempre em evolução, estrutura e educação continuada para os embriologistas. Os seus laboratórios possuem alto controle de qualidade, estabelecido por meio de protocolos e rotinas diárias.

    A Nilo Frantz Embriologia tem em em seu histórico o nascimento do primeiro bebê com o auxílio de maturação in vitro (IVM), indicado para mulheres que sofrem da síndrome de ovários policísticos. Ademais, ela apresenta taxas de sucesso e indicadores comparáveis aos reportados pela ESHRE (European Society of Human Reproduction and Embryology) e ASRM (American Society for Reproductive Medicine), organizações de grande prestígio na área.

    Alta-performance e atendimento personalizado

    A Nilo Frantz – Medicina Reprodutiva, é certificada com o alvará de saúde da agência nacional de vigilância sanitária (ANVISA) e acreditada pela Rede Latino-Americana de Reprodução Assistida (REDLARA).

    Além disso, a clínica oferece uma estrutura que garante a privacidade, conforto e segurança dos seus pacientes, através de:

    • Monitoramento 24h  – segurança e proteção para os pacientes.
    • Sala de procedimentos –  evita o deslocamento para hospitais.
    • Sala de recuperação –  local apropriado para repouso.
    • Sala para coleta de sêmen – discrição e ambiente adequado.
    • Vestiário de barreira –  vestiários para médicos e pacientes.

    Investindo na educação

    A formação e atualização de profissionais na área da reprodução humana é um dos principais propósitos da clínica Nilo Frantz – Medicina Reprodutiva. Por isso, é responsável por promover eventos para profissionais que desejam obter conhecimentos específicos. Alguns exemplos desses eventos são:

    Simpósio Internacional

    É um evento científico bienal sobre infertilidade que acontece desde 2013 e é conhecido pela qualidade técnica e participação de convidados renomados de nível nacional e internacional.

    Encontros com a ciência

    É um evento que percorre as principais cidades do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, abordando temas atuais relacionados à Reprodução Humana.

    Educação continuada

    São cursos internos que são promovidos com o objetivo de aperfeiçoar o conhecimento da equipe e dos médicos parceiros.

    Considerações finais

    Como pudemos constatar, a clínica Nilo Frantz- Medicina reprodutiva, conta com uma experiência de mais de 15 anos realizando o sonho de casais que anteriormente não conseguiam engravidar.

    A clínica tem crescido cada vez mais e, atualmente, é uma referência em Reprodução Humana no país. Devido à sua visão, missão e valores, a clínica Nilo Frantz se orgulha dos seus resultados e principalmente dos sorrisos das famílias que conseguem realizar o sonho de conceber um filho. Afinal, gerar possibilidade para a vida está na essência da clínica.

    O nosso compromisso maior é gerar possibilidades para a vida.

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    25 de abril de 2019
  • Endometriose e a Gravidez: como realizar o sonho da maternidade

    Você já ouviu falar em endometriose? É uma doença comum e uma das principais causadoras da infertilidade, que afeta cerca de 14% das mulheres em idade fértil.

    Apesar disso, atualmente existem diagnóstico e tratamentos eficazes para resolver o problema e reverter a infertilidade.

    Pensando nisso, elaboramos este e-book gratuito, para falar sobre o assunto que aflige milhares de mulheres no mundo todo. O que é, possíveis causas, sintomas e opções de tratamentos existentes, principalmente para as mulheres que almejam engravidar.

    Para baixar é só clicar na imagem abaixo:

    Endometriose e a Gravidez: como realizar o sonho da maternidade

    24 de abril de 2019
  • Como saber se a inseminação artificial é indicada para mim?

    A inseminação artificial é um tratamento aplicado em casos de infertilidade masculina e feminina.

    O tratamento, por sua vez, consiste na introdução dos espermatozoides no útero, com o objetivo de realizar a fecundação do óvulo. A técnica é bastante usada, já que possui pouquíssimos efeitos colaterais.

    • Inseminação artificial intrauterina (IIU): o esperma é colocado dentro do útero, mas, antes, passa por uma qualificação no laboratório, em que apenas os espermatozoides aptos para fertilizar serão introduzidos.

    Inseminação artificial: quais são suas etapas?

    O processo de inseminação artificial consiste em cinco etapas:

    Estimulação ovariana

    Durante esta etapa, são realizadas ultrassonografias, e são verificados os níveis de estradiol no sangue, para comprovar o crescimento e evolução dos folículos.

    Maturação dos óvulos

    Após comprovação de que os folículos alcançaram o tamanho adequado, a inseminação artificial é programada para, aproximadamente, 36 horas depois da administração de uma injeção de hCG, que induz à maturação do óvulo.

    Preparação do sêmen

    Geralmente, esta etapa é realizada algumas horas antes da inseminação programada. Nesse sentido, ela consiste na coleta do sêmen por meio de masturbação e posterior preparação em laboratório, para melhorar e aumentar seu potencial de fecundação ao serem introduzidos no útero.

    Inseminação

    Por fim, os espermatozoides qualificados são introduzidos no interior da cavidade uterina, através de um cateter.

    No entanto, para realizar o tratamento de inseminação artificial, é necessário fazer uma preparação, como veremos no tópico seguinte:

    Como se preparar para a inseminação artificial

    A introdução dos espermatozoides no útero da mulher ocorre no dia da ovulação. No entanto, antes disso, o casal passa por uma preparação, acompanhados por um especialista, em que realizam a estimulação ovariana.

    Além disso, no mesmo dia da realização da injeção, algumas horas antes, o homem deve coletar uma amostra de sêmen, que ocorre através de masturbação. Nesse sentido, é importante lembrar que é recomendado respeitar um período de 2 a 5 dias de abstinência sexual, para obter uma melhor qualidade espermática.

    Depois da coleta do material, ele é enviado para o laboratório, onde é realizado o processamento seminal, com o objetivo de selecionar e concentrar apenas os espermatozoides de melhor qualidade. Chamamos a esse método de preparação seminal.

    Inseminação artificial: casos possíveis

    Nos casos em que o homem é infértil ou nos casos de relações homoafetivas, o sêmen pode vir da doação de um banco de sêmen.

    No caso das mulheres, a preparação passa pela estimulação ovariana, com o objetivo de estimular os ovários a produzirem os folículos ovarianos. Para isso, é administrada, na mulher, a medicação hormonal (Clomifend e/ou FSH) no início do ciclo menstrual, em doses diárias durante 10 dias.

    Esses hormônios podem ser administrados por via oral ou subcutânea, através de injeções. Durante esses dias, o médico vai acompanhar o desenvolvimento dos folículos por meio de ecografias.

    Quando estes atingem o tamanho ideal (18 mm), é administrado um segundo hormônio, nesse caso o hCG, ou gonadotrofina coriônica humana. O hCG é responsável por fazer o óvulo amadurecer e romper o folículo, cerca de 36 horas após a administração.

    É nesse momento que os espermatozóides, depois de coletados e processados, são inseminados no corpo feminino.

    A partir daí, os espermatozoides do homem são introduzidos na mulher através de inseminação intracervical ou intrauterina.

    Além disso, por recomendação médica, após 14 dias do procedimento, deve ser realizado um teste de gravidez, mas também é importante lembrar que, durante esse período, é essencial que a mulher esteja fazendo suplementação de ácido fólico.

    Caso o procedimento não obtenha sucesso, o especialista poderá indicar outros métodos, como a fertilização in vitro (FIV).

    Fertilização in vitro ou inseminação artificial

    Os métodos de reprodução assistida foram desenvolvidos para ajudar casais com dificuldades para conceber um filho por vias naturais. Embora os dois métodos tenham o mesmo objetivo, eles possuem características específicas e, por esse motivo, é importante conhecer as especificidades de cada um.

    Além disso, é importante ressaltar que, normalmente, não é o paciente que escolhe o tratamento, mas sim o médico, de acordo com o problema de infertilidade.

    Fertilização in vitro

    A fertilização in vitro é uma técnica de reprodução assistida, em que a fecundação ocorre fora do organismo feminino, em ambiente laboratorial.

    A técnica, por sua vez, consiste no uso de medicamentos que estimulam a ovulação, e posterior colocação dos óvulos liberados num ambiente rico em nutrientes, junto aos espermatozoides, para que ocorra a fecundação.

    Além disso, após a fertilização, o óvulo é colocado numa espécie de estufa, onde se inicia a divisão celular. Nesse sentido, quando se formam os embriões, eles são introduzidos no útero da mulher. Para aumentar as chances de sucesso, geralmente é implantado mais do que um embrião. Além disso, a fertilização in vitro é geralmente indicada para tratar casos de infertilidade conjugal ou para pacientes acima dos 35 anos de idade.

    Inseminação artificial

    No caso da inseminação artificial, a fecundação ocorre dentro do organismo da mulher. Dessa forma, a técnica da inseminação artificial consiste em coletar o sêmen e introduzi-lo diretamente na cavidade uterina da paciente.

    Nesse sentido, inseminação artificial é uma das técnicas mais utilizadas para o tratamento da infertilidade tanto masculina quanto feminina. Além disso, ela provoca poucos efeitos colaterais.

    A taxa de sucesso dos dois métodos, por sua vez, é a mesma, mas a escolha por um deles deve, obrigatoriamente, contar com a participação de um médico especializado em Reprodução Assistida.

    Também vale ressaltar que o método de inseminação artificial já é a primeira escolha para a maioria dos casais que pretendem realizar um tratamento de fertilidade.

    Indicações de inseminação artificial

    Podemos dividir as indicações de inseminação artificial convencional em três categorias:

    Cervical

    Nesta categoria, estão incluídos os casos de irregularidade de canal cervical, ausência de muco cervical, fibrose do canal endocervical, fator imunológico detectado no teste pós-coital. Além disso, nesta categoria, são levados em consideração outros fatores, como, por exemplo, a idade da mulher, tempo de infertilidade e tempo de tratamento decorrido.

    Coital

    Na categoria coital, estão incluídos os casais que não conseguem completar o ato sexual. São casos onde o marido tem impotência sexual, falta de ereção peniana, ejaculação retrógrada, defeitos na anatomia peniana, como, por exemplo, hipospádia ou torção peniana por fibrose traumática ou cirúrgica. Além disso, nesta categoria, estão incluídos os casos onde a mulher tem problemas de vaginismo ainda não tratado.

    Espermática

    Nesta categoria, estão incluídos os casos de alterações hormonais ou fisiológicas que envolvem a quantidade de espermatozoides, como oligospermia, onde não são produzidos espermatozoides suficientes (menos de 20 milhões por ml), astenospermia, onde se verifica a existência de menos de 25% de espermatozoides de motilidade direcionais rápidos e/ou menos de 50% de espermatozoides de mobilidade direcionais lentos e direcionais rápidos.

    Outros casos incluídos nesta categoria podem ser a hipospermia, teratospermia ou a associação entre um ou mais dos fatores espermáticos mencionados.

    Em que casos é indicada inseminação artificial?

    Para simplificar, podemos dizer que a inseminação artificial consiste em duas técnicas distintas, utilizando o sêmen do casal ou utilizando o sêmen de doador.

    Sêmen do casal

    Geralmente, é indicado para os seguintes casos:

    • Idade materna inferior a 35 anos;
    • Irregularidades na ovulação da mulher;
    • Alteração no colo do útero;
    • Alterações leves ou moderadas no espermograma em termos de concentração e/ou mobilidade.

    Sêmen de doador

    Esse tipo de inseminação artificial, geralmente, é indicado nos seguintes casos:

    • Mulheres sem parceiro masculino;
    • Homens com má qualidade de esperma ou ausência de espermatozoides;
    • Homens portadores de doenças genéticas;
    • União homoafetiva entre mulheres férteis;
    • Mulheres solteiras.

    Considerações finais

    Como podemos ver ao longo deste artigo, tanto a fertilização in vitro como a inseminação artificial apresentam a mesma taxa de sucesso. No entanto, os dois métodos possuem características próprias e são indicados para diferentes diagnósticos.

    Enquanto, na fertilização in vitro, a fecundação ocorre fora do organismo da mulher, na inseminação artificial, os embriões são introduzidos no útero. Ambos os tratamentos são indolores e não apresentam qualquer efeito colateral.

    A escolha entre os dois métodos deve ser realizada em conjunto com o médico para que ele possa optar pelo tratamento mais adequado para cada caso.

    Se você achou que o nosso post te ajudou a conhecer um pouco mais sobre a inseminação artificial, clique aqui e conheça as melhores técnicas da Medicina Reprodutiva no Brasil.

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    23 de abril de 2019
  • Quais são as diferenças entre Endometriose superficial, Ovariana e Profunda?

    A endometriose é uma das causas mais comuns que ocasiona a infertilidade na mulher e por esse motivo, é um assunto que gera muitas dúvidas.

    A doença, de acordo com o IBGE, acomete cerca de 14% das mulheres entre os 19 e 44 anos, ou seja, em sua fase reprodutiva. Além disso, cerca de 50% das mulheres inférteis, que apresentam dificuldades para engravidar, podem estar com a doença.

    Porém, os métodos de diagnóstico e os tratamentos existentes nos dias de hoje, permitem uma avaliação precisa de cada caso, a remoção da doença e, principalmente, a restauração da fertilidade.

    Pensando nisso, elaborei este artigo para que você conheça os principais tipos de endometriose, as suas origens e os tratamentos existentes.

    Boa leitura!

    O que é Endometriose?

    Antes de entender o que é endometriose, é necessário saber o que é o endométrio. O endométrio é o tecido que reveste a parte interna do útero. A sua espessura varia durante o ciclo menstrual de acordo com a concentração de hormônios no sangue.

    A implantação do embrião que dá início à gravidez ocorre no endométrio, mas para que isso aconteça, é necessário que ele tenha a espessura ideal e não apresente mais problemas de fertilidade. Quando não acontece a fecundação, ocorre a descamação do tecido, que sai durante a menstruação.

    Quando o endométrio se fixa em outros órgãos, como por exemplo, nos ovários, tubas, intestinos, bexiga e peritônio, dá-se o nome de endometriose.

    Tipos e Classificação

    A endometriose é classificada em três tipos, de acordo com os sintomas, grau de intensidade e local de acometimento. Embora possuam o mesmo nome, cada tipo é considerada uma doença diferente. Isso porque a origem da anomalia e os tratamentos são diferentes.

    Os principais tipos são:

    Endometriose Superficial

    Como o próprio nome indica, a endometriose superficial se caracteriza pela presença de pequenas lesões com várias cores (negras, brancas e vermelhas)  e aspectos. Normalmente, essas lesões têm entre 1mm e 3mm.

    Os focos da doença estão implantados, principalmente, no peritônio – camada que reveste internamente todo o abdômen. Esses focos estão localizados, maioritariamente, na região pélvica e não provocam alterações anatômicas no ovário, tubas e útero.

    Embora seja considerada menos agressiva que os outros tipos, esta doença requer um acompanhamento constante para não progredir para outras formas.

    Endometriose Ovariana

    É caracterizada pela presença de cistos de ovário, contendo um líquido chamado de endometriomas ovarianos.

    Quando o líquido vaza, a paciente sente uma dor abdominal súbita e intensa, embora nem sempre a doença apresenta sintomas.

    O tamanho dos endometriomas variam de acordo com a gravidade da doença, podendo alcançar um diâmetro entre 0,5 cm até 10 cm.

    Embora a origem dos endometriomas ovarianos não seja exata, alguns estudos mais recentes indicam que eles resultam da invasão de cistos ovarianos normais por parte de células do endométrio, que caem na cavidade pélvica durante a menstruação.

    Endometriose Profunda

    É caracterizada pela presença de lesões de 5mm no mínimo e a mulher apresenta fortes sintomas parecidos com uma cólica menstrual. Esse tipo de endometriose fica agarrada no peritônio e forma nódulos de diversos tamanhos.

    Esse tipo de endometriose pode se localizar no peritônio, região retrocervical, vagina, septo reto-vaginal, intestino, bexiga e ureteres.

    Diagnóstico

    Na maioria das vezes, o diagnóstico ocorre com o surgimento de sintomas como: dor profunda durante a relação sexual e cólicas fortes. Além disso, a doença pode gerar problemas intestinais como inchaço abdominal permanente, dor, dificuldade e sangramento na evacuação.

    Através do toque vaginal e retal, a(o) ginecologista(o) vai perceber nodulações na região posterior do útero, espessamentos e dor durante o exame. Nos casos em que a doença esteja localizada no intestino, alguns exames complementares podem ajudar com o diagnóstico.

    No entanto, a melhor forma de diagnosticar a endometriose é através de exame de imagens, como por exemplo, o ultrassom endovaginal e caso não seja suficiente, o médico responsável poderá solicitar exames adicionais como, por exemplo, Ressonância Magnética Pélvica e Ecocolonoscopia.

    Endometriose e a infertilidade

    A relação entre a endometriose e a fertilidade feminina tem sido amplamente discutida no meio médico. Embora muitas vezes o diagnóstico não seja tão claro, todos os tipos e graus da patologia podem causar infertilidade.

    Isso acontece porque a endometriose influencia o hormônio no processo de ovulação e na implantação do embrião. Além disso, ela altera tambèm os hormônios prolactina e prostaglandinas que têm um impacto negativo na fertilidade.

    Ela também prejudica a liberação do óvulo dos ovários em direção às trompas e interfere no transporte do óvulo pela trompa.

    Outras consequências causadas pela doença são alterações imunológicas, receptividade endometrial, que dificulta a implantação do embrião.

    Por fim, a endometriose pode causar alterações no desenvolvimento da gestação, aumentando as chances de aborto.

    Considerações finais

    Como dissemos na introdução, cada tipo de endometriose têm origens distintas e os tratamentos diferem para cada uma delas.

    Embora não haja a certeza de cura, através dos exames médicos e tratamentos disponíveis atualmente, a Medicina Reprodutiva tem conseguido um alto índice de restauração da fertilidade.

    Se você achou que o nosso post ajudou você a conhecer mais sobre o que é a endometriose, clique aqui e conheça as melhores técnicas de medicina reprodutiva do Brasil.

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    11 de abril de 2019
  • Tecnologia e a medicina reprodutiva: uma relação duradoura

    A Medicina Reprodutiva tem como principais objetivos investigar as causas, fazer o diagnóstico e o tratamento de infertilidade de modo a restabelecer e preservar a fertilidade masculina e feminina.

    Com o uso de tecnologia reprodutiva de ponta, a Medicina Reprodutiva hoje em dia oferece a possibilidade de realizar tratamentos mais acessíveis e sofisticados para que casais com problemas de infertilidade consigam realizar o sonho de conceber um filho.

    No post de hoje, você vai conhecer algumas das principais tecnologias utilizadas na Medicina Reprodutiva.

    Boa leitura!

    Breve história da Medicina Reprodutiva

    Nos dias de hoje, temos à nossa disposição informações e recursos tecnológicos que permitem a realização de tratamentos de fertilidade de maneira eficaz e com resultados bastante positivos.

    A ciência da Medicina Reprodutiva tem se desenvolvido ao longo dos anos e atualmente oferece técnicas menos invasivas e mais sofisticadas, mas nem sempre foi assim.

    No ano de 1978, nasceu na Inglaterra, Louise Brown, o primeiro bebê de proveta no mundo. Esse acontecimento mudou para sempre o rumo da Medicina Reprodutiva.

    Lesley e John Brown sonhavam em ter um filho. Lesley, no entanto, com 29 anos na época, possuía uma obstrução tubária que a impedia de ovular. O casal estava tentando ter um bebê há 9 anos.

    Após tanto tempo de tentativas fracassadas, o casal decidiu fazer uma consulta com o embriologista Robert Edwards e o Ginecologista Patrick Steptoe, que estavam trabalhando num novo método de fertilização. John e Lesley decidiram então tentar a nova técnica, mesmo sem entender o seu funcionamento e sem qualquer histórico de sucesso do método.

    O processo foi complexo e só depois de 50 tentativas, Leley ficou grávida em Dezembro de 1977, o que significou um grande avanço científico para a medicina.  Mas ao mesmo tempo que o acontecimento trouxe uma grande felicidade aos pais, trouxe também algumas críticas relacionadas com a ética e a legalidade da técnica de fertilização in vitro utilizadas pelos pesquisadores.

    O surgimento da fertilização in vitro

    O embriologista Robert Edwards estudou e trabalhou com fertilidade humana durante vários anos na Universidade de Cambridge, durante a década de 60. Antes disso, o cientista só tinha experiência com embriologia animal e fertilizações in vitro com gametas de outros mamíferos.

    Durante esse período, Edwards começou a se dedicar aos estudos da técnica utilizando tecidos humanos. Ele obtinha pedaços de ovários removidos em cirurgia e tentava realizar a fecundação em laboratório. O procedimento já havia sido bem sucedido em coelhos, realizado por outros pesquisadores, mas Edwards estava decidido a adaptar a técnica ao tecido humano.

    Por volta do ano de 1968, o cientista teve sucesso na fertilização in vitro. Ele já havia se tornado capaz de fecundar um óvulo em laboratório, mas a maneira de obter os óvulos consistia em cirurgias abertas, extremamente invasivas.

    Foi assim que Patrick Steptoe entrou para a história, ele desenvolveu a técnica de coleta laparoscópica de óvulos diretamente no ovário, um procedimento muito menos invasivo que podia ser indicado para mulheres que não conseguiam engravidar.

    Mas foi apenas em 1975 que os pesquisadores conseguiram realizar a primeira gravidez, no entanto, foi uma gravidez ectópica e teve que ser interrompida. Após muitas tentativas sem conseguir que o embrião fosse implantado na parede uterina, eles adotaram novos protocolos de atendimento e começaram a trabalhar com um novo grupo de pacientes, no qual estavam incluídos Lesley e John Brown.

    Técnicas de FIV nos dias de hoje

    Desde o surgimento das técnica de fertilização in vitro, o método já evoluiu bastante, difundindo-se pelas clínicas de fertilização no mundo todo.

    Atualmente, essa técnica é muito utilizada por casais com dificuldades para conceber um filho, como, por exemplo, em casos de doenças tubárias, mobilidade de espermatozóide reduzida, casais homoafetivos, sorodiscordantes, necessidade de doação de gametas, útero de substituição, diagnóstico pré-implantacional, entre outros.

    Em um casal jovem e sem qualquer problema de fertilidade, a probabilidade da mulher engravidar através da técnica de fertilização in vitro é maior do que de forma natural.

    Tecnologia Reprodutiva na atualidade

    Como dissemos acima, antigamente as coletas de óvulo precisavam ser realizadas através de cirurgias invasivas e as taxas de sucesso não passavam de 20%.

    Mas com o aparecimento do ultrassom com grande definição, melhorias na microscopia, novos meios de cultura, avanço da informática e o surgimento de equipamentos cada vez mais sofisticados, os índices de sucesso da Medicina Reprodutiva só crescem.

    Nos dias de hoje, os tratamentos utilizados na Medicina Reprodutiva são conhecidos no mundo inteiro e as clínicas de fertilização oferecem os mais variados tratamentos.

    Aliás, aqui no blog temos um artigo detalhado falando sobre as principais técnicas de reprodução assistida.

    Conclusão

    O nascimento do primeiro bebê de proveta em 1978, representou um passo importante no avanço da Medicina Reprodutiva. Desde então, outros pesquisadores realizaram estudos que permitiram que muitos casais realizassem o sonho de conceber um filho.

    Além disso, com os avanços tecnológicos na área, os especialistas em Medicina Reprodutiva tornaram-se ainda mais capacitados para realizar tratamentos mais sofisticados, cada vez mais acessíveis e com taxas de sucesso maiores.

    Se você achou que o nosso post te ajudou a conhecer um pouco mais sobre a Tecnologia Reprodutiva, clique aqui e conheça as melhores técnicas da Medicina Reprodutiva no Brasil.

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    9 de abril de 2019
  • Mitos e Verdades sobre a fertilidade masculina

    Infelizmente, a fertilidade masculina ainda é encarada como um tabu. Embora a ciência já tenha demonstrado que a infertilidade afeta cerca de 20% da população mundial e que a porcentagem de infertilidade para o sexo masculino e sexo feminino são iguais (cerca de 40%), muitas pessoas ainda culpam, quase que exclusivamente, às mulheres pelas dificuldades de gerar um filho.

    Há muitas informações exatas acerca da infertilidade masculina, mas que nem sempre são abordadas de forma correta, em muitos casos, são até tendenciosas.

    Aliás, aqui no blog, já desvendamos alguns mitos e verdades sobre a fertilidade feminina e, no post de hoje, vamos desmistificar algumas informações sobre a fertilidade masculina.

    Boa leitura!

    A alimentação e hábitos de vida influenciam na fertilidade

    VERDADEIRO

    Maus hábitos de saúde, como não praticar exercícios físicos, e uma alimentação inadequada impactam negativamente na fertilidade masculina. O consumo de álcool, cigarros e drogas também reduzem a quantidade e a qualidade dos espermatozóides.

    Todavia, existem alguns alimentos e/ou nutrientes com alta atividade antioxidante que contribuem para melhorar a qualidade do esperma, como, por exemplo, as frutas vermelhas, vitaminas C e E, entre outros.

    A infertilidade masculina é um problema psicológico

    FALSO

    A infertilidade masculina é causada principalmente por problemas físicos. Ela pode ocorrer devido a uma deficiente função testicular, problemas anatômicos ou urológicos.

    De qualquer forma, em raros casos, podem existir problemas psicológicos que impedem ou dificultam as relações sexuais, que podem causa até problemas de ereção, por exemplo.

    A idade influencia a fertilidade

    VERDADEIRO

    Embora a idade do homem não seja tão determinante como no caso da mulher, com o aumento da idade, os homens produzem menos espermatozóides. Somado a isso, a idade afeta parâmetros funcionais ou genéticos também, podendo gerar um filho com problemas de saúde.

    A vasectomia causa infertilidade

    FALSO

    Vasectomia é o tratamento contraceptivo realizado por homens que não querem correr riscos de engravidar suas parceiras. Consiste em uma cirurgia que promove um corte na bolsa testicular interrompendo assim a passagem de espermatozóides pelos dois canais deferentes. O sêmen continua sendo expelido nas relações sexuais, mas sem gametas, evitando assim a formação de um embrião.

    Em muitos casos esse procedimento pode ser revertido através de uma  micro cirurgia para reconectar as duas partes dos canais deferentes que foram  separadas, recanalizando assim o sistema de ejaculação dos espermatozóides. Após o procedimento, é realizado um exame chamado espermograma, para confirmar se os espermatozóides voltaram a ser ejaculados.

    A infertilidade pode ser genética

    VERDADEIRO

    Em alguns casos, a origem da infertilidade masculina é genética, ocorrendo mutações ou  microdeleções que afetam os genes relacionados à produção de espermatozóides. Nestes casos, existe a possibilidade de transmissão dos problemas de fertilidade para os filhos.

    Esportes podem causar infertilidade

    FALSO

    Geralmente, a infertilidade só pode ser causada na prática de esportes ou qualquer outra atividade física quando provocam danos ou lesões nos testículos ou no aparelho reprodutor masculino.

    No entanto, alguns esportistas profissionais, como corredores de maratonas ou outros profissionais de alto desempenho, podem ter problemas de infertilidade.

    A abstinência sexual melhora a fertilidade

    VERDADEIRO

    A abstinência sexual influencia diretamente na quantidade e qualidade dos espermatozóides presentes na ejaculação. Se a abstinência for de menos de um dia, podem ser geradas ejaculações com um baixo número de espermatozóides e, no caso de abstinências mais prolongadas, elas podem provocar uma diminuição da mobilidade dos mesmos.

    Por este motivo, a OMS recomenda um período de abstinência de dois a sete dias antes de realizar um exame de sêmen.

    Alimentos afrodisíacos aumentam a fertilidade

    FALSO

    Esta é um dos mitos mais populares sobre a fertilidade masculina existente. No entanto, é importante levar em consideração que a libído é diferente de fertilidade. Os alimentos afrodisíacos aumentam o desejo e a libído, mas não têm qualquer influência sobre a fertilidade do homem.

    O aumento da temperatura dos testículos afeta a fertilidade

    VERDADEIRO

    Os testículos ficam fora da cavidade abdominal justamente para manter uma temperatura dois graus a menos do que a do resto do corpo.

    Sendo assim, o aumento da temperatura de maneira prolongada e constante nos testículos afeta a produção de espermatozóides.

    Infertilidade e impotência sexual são a mesma coisa

    FALSO

    A impotência sexual não afeta a qualidade do esperma e a sua qualidade de fertilização. Ela é uma disfunção que está associada à diminuição da libído, disfunção erétil e/ou falhas na ejaculação. Como dissemos acima, infertilidade não tem nada a ver com libído ou desejo sexual.

    A obesidade diminui a fertilidade

    VERDADEIRO

    Um estudo realizado pelo Dr. Gabriel de la Fuente da clínica IVI Madri, revelou que homens obesos ejaculam em média 8 milhões de espermatozóides por mililitro a menos que os homens que estão dentro do peso ideal.

    O estudo é intitulado “A influência da obesidade masculina nas taxas de gestação em ciclos de reprodução assistida com óvulos doados” e demonstra, também, que existe uma relação entre obesidade e a baixa qualidade do sêmen.

    Depois de parar de usar anabolizantes os efeitos colaterais desaparecem

    FALSO

    O uso de anabolizantes pode causar problemas na capacidade reprodutiva e impotência sexual masculina, e o seu impacto pode continuar mesmo após o abandono do seu uso.

    Ao consumir testosterona sintética, o corpo do homem diminui a produção de testosterona natural e reduz a qualidade da produção de espermatozóides

    Alguns medicamentos podem causar infertilidade

    VERDADEIRO

    Alguns medicamentos podem alterar parcial ou definitivamente a função testicular, como, por exemplo, aqueles usados no tratamento contra o câncer.

    No entanto, atualmente, existem métodos em que os pacientes com câncer congelam seus espermatozóides antes de começar a quimioterapia, de modo a preservar os saudáveis e não afetados.

    Homens que já tiveram filhos não terão problemas de fertilidade no futuro

    FALSO

    Existem algumas patologias que causam danos progressivos como, por exemplo, a varicocele, que surge na puberdade e os danos vão piorando com o passar do tempo.

    Assim sendo, em alguns casos, o homem pode ter um filho antes de apresentar problemas graves e algum tempo depois, pode aparecer problemas maiores que o impeçam de ter filhos novamente.

    Se você achou que o nosso post te ajudou a conhecer melhor os mitos e verdades mais comuns sobre a infertilidade masculina, clique aqui e conheça as melhores técnicas de medicina reprodutiva do Brasil.

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    4 de abril de 2019
  • Quais sinais indicam que a mulher pode ter problemas de fertilidade?

    Quando existe algum problema em nosso organismo, o corpo envia sinais biológicos indicando que algo não está indo bem. Esses sinais podem estar indicando possíveis problemas de fertilidade feminina.

    Assim sendo, se você está com dificuldade para engravidar, é muito importante ficar atenta aos sinais biológicos enviados pelo seu corpo, para descobrir as possíveis causas desse impedimento para engravidar.

    Pensando nisso, elaboramos este post para que você conheça os sinais que indicam que a mulher pode ter problemas de infertilidade.

    Boa leitura!

    Idade

    As mulheres já nascem com uma grande quantidade de óvulos e, desde o momento do nascimento, começa a perdê-los. A partir do momento em que a mulher começa a menstruar e vai envelhecendo, a qualidade e quantidade dos óvulos diminui gradualmente.

    Aos 35 anos de idade, a mulher já perdeu cerca de 10% dos óvulos que tinha no dia do seu nascimento, e a medida que vai envelhecendo, essa quantidade despenca a tal ponto que aos 40 anos de idade, a mulher possui apenas 2,5% dos óvulos que tinha quando nasceu.

    Assim sendo, quanto mais tarde a mulher decidir ter filhos, mais difícil será a fecundação, além da possibilidade de apresentar problemas de fertilidade.

    Peso

    Tanto o excesso como a falta de peso, podem impactar negativamente a fertilidade da mulher. O baixo peso pode provocar irregularidades no ciclo menstrual, que podem ser indícios de ausência de ovulação.

    Já no caso do excesso de peso, ele produz substâncias chamadas adipocinas, que afetam o bom funcionamento das células do corpo e afetam a qualidade dos óvulos.

    Tabagismo e alcoolismo

    Maus hábitos e vícios não saudáveis, como o tabaco e o álcool, interferem diretamente na possibilidade da mulher engravidar.

    As toxinas presentes nessas substâncias diminuem significativamente a qualidade dos óvulos e a possibilidade de uma fecundação saudável. Além disso, essas toxinas podem ter um impacto negativo na saúde do bebê.

    Dor durante as relações sexuais

    Sentir dores durante as relações sexuais pode ser sinal de alguma anormalidade ou problema no útero, como, por exemplo, miomas que o deixam rígido, e se não for tratado, pode causar problemas de fertilidade.

    Procedimento médicos agressivos

    Tratamentos mais agressivos como, por exemplo, a quimioterapia ou radioterapia, podem comprometer ou até interromper a ovulação, o que pode gerar grandes dificuldades para engravidar.

    Esses tratamentos destroem as células tumorais mas, por outro lado, atingem as células germinativas, onde são armazenados os óvulos.

    Ciclo menstrual irregular

    O ciclo menstrual irregular pode ser um indício de anomalias como a síndrome dos ovários policísticos (SOP) que podem causar problemas de fertilidade.

    Normalmente, o ciclo menstrual tem uma duração entre 28 a 30 dias. No caso da mulher menstruar mais de uma vez por mês, não ter uma data certa para menstruar ou ficar mais de um mês sem menstruar, o recomendado é fazer uma avaliação médica.

    Síndrome dos Ovários Policísticos

    A síndrome dos ovários policísticos (SOP) ocorre com o aumento do volume dos ovários e o aumento da produção de hormônios androgênios. Essas alterações hormonais dificultam a ovulação e ocasionam problemas de fertilidade.

    Por outras palavras, a síndrome dos ovários policísticos ocorre quando existe uma irregularidade na produção hormonal, mais precisamente em relação à produção de testosterona e ao surgimento de pequenos cistos nos ovários. Essa patologia pode causar falhas no ciclo menstrual, acne, obesidade e aumento de pêlos no corpo.

    Cólicas menstruais intensas

    As cólicas menstruais são normais, no entanto, se a dor for muito forte, insuportável, isso pode indicar alguma anormalidade ou doença como, por exemplo, a endometriose, que é a principal causa da infertilidade feminina.

    Endometriose

    A endometriose ocorre quando o tecido que cobre a cavidade uterina (endométrio) se forma fora do útero. Isso pode comprometer diversos órgãos como, por exemplo, os ovários, a bexiga e a região retrocervical.

    É uma doença comum em mulheres em idade fértil (até os 35 anos de idade) e é uma das principais causas da infertilidade feminina. Os sintomas mais frequentes da endometriose são dores fortes ao evacuar, urinar e durante as relações sexuais. Além disso, ela pode provocar fadiga e diarreia.

    Dores pélvicas

    Inflamações na região das trompas causam dores incomuns e constantes na pélvis, e quando não tratadas corretamente, podem se agravar e causar problemas de fertilidade.

    As dores na pélvis podem indicar sinais de mioma, provenientes do crescimento do útero que vai pressionando a pélvis e o abdómen.

    Miomas

    Os miomas são nódulos benignos na parede do útero que podem causar dores e sangramentos vaginais. Eles são hereditários e podem atingir tamanhos semelhantes a uma gestação de 5 ou 6 meses.

    Os métodos de tratamento mais recomendados para os miomas são cirurgia e medicamentos.

    Alterações tubárias

    As alterações tubárias podem ser provenientes de infecção, gonorréia, apendicite, gestações fora do útero (ectópicas) que bloqueiam a tuba uterina, impossibilitando a gravidez.

    A tuba uterina é o local onde ocorre a fecundação, por esse motivo, é essencial que não haja qualquer obstrução para que a fertilização ocorra sem problemas.

    Se você achou que o nosso post ajudou você a entender os possíveis sinais que indicam que a mulher pode ter problemas de fertilidade, clique aqui e conheça as melhores técnicas de medicina reprodutiva do Brasil.

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    28 de março de 2019
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