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Blog Nilo Frantz

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Categoria: Tratamentos

  • Infertilidade x esterilidade: entenda as diferenças

    Ao confundir infertilidade com esterilidade, fica cada vez mais difícil entender sobre o quadro, suas causas e se há formas de tratamento. 

    Ambos tratam da incapacidade de gerar filhos, porém, algumas diferenças precisam de atenção quanto ao diagnóstico correto para que o médico direcione a melhor forma para que a família consiga realizar o tão esperado sonho de ter um filho.

    Se precisa de mais esclarecimento para saber diferenciar a infertilidade da esterilidade, você tem motivo suficiente para ler este artigo e sair daqui mais esclarecido sobre o assunto. 

    Desejamos uma boa leitura!

    Primeiro, o que é infertilidade?

    Um casal é considerado infértil, quando um dos parceiros ou os dois, possuem alguma alteração no seu sistema reprodutor, os incapacitando de gestar. 

    Conceitualmente, a infertilidade é a ausência de gestação após um período de 12 meses tendo relações sexuais frequentes e sem métodos contraceptivos. 

    A infertilidade pode ser primária, ou seja, em casais que nunca conseguiram gestar um filho. Ou secundária, isto é, em casais que já possuem um ou mais filhos e tem dificuldade para ter o próximo. 

    Para que a infertilidade seja constatada, é necessária uma investigação minuciosa por meio de exames, que de forma aprofundada e individual, podem apontar a real causa da infertilidade. 

    A infertilidade, dependendo do caso, não torna impossível que aconteça uma gravidez, mas é essencial que exista acompanhamento médico que seja especializado em reprodução e gestação humana. 

    Portanto, a infertilidade pode ser contornada em muitos casos. Entretanto, esse não é o mesmo caso da esterilidade, quadro que falaremos a seguir. 

    E agora, o que é esterilidade?

    A esterilidade é definida como a incapacidade absoluta de engravidar. Ou seja, as chances para que uma gravidez aconteça de forma natural se tornam inexistentes. 

    A causa da esterilidade também pode se atribuir a ambos os sistemas reprodutores, tanto feminino, quanto masculino. 

    A esterilidade pode acontecer, por exemplo, na mulher que nasce sem o útero ou precisa retirá-lo por problemas de saúde. Ou quando o homem apresenta falta de produção de espermatozoides ou produção deficitária e sem qualidade. 

    A diferença entre infertilidade e esterilidade

    Como falamos anteriormente, é possível entender que a infertilidade não retira totalmente as chances para que a gravidez ocorra de forma natural, ao contrário da esterilidade. 

    Hoje em dia, porém, esses termos são empregados praticamente como sinônimos. Isso acontece, porque antigamente a paciente que tinha o diagnóstico de esterilidade, nos dias de hoje a partir da reprodução assistida e seus avanços, consegue gerar um filho. 

    Dessa forma, ambos os quadros parecem tratar do mesmo cenário, mas isso não é verdade. São casos diferentes e que precisam de focos de atenção diferentes. 

    Ainda condições de costumes e estilo de vida, como a presença de tabagismo e o excesso de peso, podem diminuir de forma drástica a capacidade de engravidar, gerando a infertilidade. Mas ambos são reversíveis. 

    Como exemplo de infertilidade, podemos citar mulheres que estão na menopausa e hoje em dia, por meio da ovodoação e da fertilização in vitro, conseguem gerar um filho. 

    Quando falamos de esterilidade, por ser tratar de condições do organismo, malformações, doenças congênitas e outras causas, o processo para revertê-los não é possível de forma natural. 

    Tratamentos mais específicos para a esterilidade, como útero de substituição, onde o processo de fecundação acontece em um útero de uma mulher anônima, ou da família, podem ser uma solução dependendo do caso. 

    A doação de gametas, quando há doação de espermatozóide de um doador anônimo, também pode ser uma alternativa dependendo do casal ou do indivíduo constatado com esterilidade. 

    O diagnóstico

    A infertilidade acomete cerca de 15% dos casais e cerca de metade deles precisarão de alguma técnica de reprodução assistida. 

    O diagnóstico correto é fundamental para a individualização e sucesso do tratamento. 

    Todas as pacientes que tiverem alguma dúvida ou se encaixarem em alguma dessas alterações, que não permitem que a mulher engravide naturalmente, devem procurar um médico especialista na área. 

    Com os resultados, se saberá dizer se é um caso de infertilidade ou esterilidade. Diagnosticando e salientando a diferença, o próximo passo será vencer o medo de não conseguir engravidar e buscar pelos tratamentos de acordo com cada quadro.

    Porém é de extrema importância lembrar: o diagnóstico feito o mais rápido possível pode aumentar as chances de ter sucesso nos tratamentos para engravidar. Por isso, não hesite em buscar ajuda de um profissional o quanto antes para falar sobre o seu caso. 

    Alternativas para a infertilidade e a esterilidade 

    Como falamos anteriormente, no caso de infertilidade, é possível recorrer a tratamentos que ajudem na recuperação dos gametas. Em casos onde há indução do coito programado ou da ovulação, há grande eficácia em seus resultados. E há ainda, a alternativa de recorrer ao procedimento cirúrgico ou de fertilização in vitro (FIV).

    A esterilidade, por sua vez, não possibilita que apenas a doação de gametas ou cessão temporária do útero de uma terceira pessoa, um doador anônimo, seja uma das alternativas mais viáveis de conseguir a tão sonhada gravidez. 

    No caso de esterilidade de um dos parceiros ou dos dois, a fertilização passa a ser realizada com óvulos ou sêmen cedidos por doadores anônimos ou com a transferência de embriões, por meio de uma mulher, de preferência, da família.

    Considerações finais

    A infertilidade e a esterilidade podem apresentar resultados muito parecidos quanto a incapacidade de gerar filhos, porém são casos completamente diferentes e devem ser observados de perto por médicos especialistas. 

    Saber identificar o que é infertilidade e o que é esterilidade permite reconhecer o que fazer para conseguir reverter o quadro, quando possível. É importante entender que ter um emocional fortalecido e pronto para uma longa jornada de tratamentos, dependendo do caso, também é essencial para ter sucesso no processo. 

    Por isso, contar com uma equipe de profissionais a postos para te ajudar é um fator primordial para esclarecer todas as suas dúvidas e angústias. Não deixe para o último momento e busque informações com quem pode te atender sobre o assunto. 

    Se você está em busca da melhor equipe de profissionais, serviços, além de uma infraestrutura especial para o seu tratamento, clique aqui e conheça as melhores técnicas de medicina reprodutiva do Brasil.

    O nosso compromisso maior é gerar possibilidades para a vida.

    17 de outubro de 2019
  • Quais são os tratamentos disponíveis para infertilidade masculina?

    Cerca de 15% dos casais que têm o sonho de engravidar, apresentam problemas de infertilidade e muitas vezes, a origem não é feminina. Na cerca de 40% dos casos, o parceiro também contribui negativamente para aumentar as taxas.

    Durante um bom tempo, as mulheres foram as principais apontadas como responsáveis pela questão. Porém, recentemente, com o maior entendimento sobre o assunto, esse quadro mudou e homens passaram a estar inseridos nesse contexto. 

    Sabe-se que o combate à infertilidade por hábitos saudáveis previnem riscos, mas muitas vezes outros fatores podem desencadear o quadro. 

    E com foco na infertilidade masculina, preparamos esse texto para esclarecer as principais dúvidas sobre o assunto. 

    Esperamos que tenha uma boa leitura!

    Infertilidade masculina: como reconhecer?

    Alguns problemas como disfunções hormonais, varicocele e processos infecciosos são as principais causadoras da infertilidade masculina. Porém, são de possível tratamento e podem ser reversíveis.

    Os maiores desafios ficam por conta de outros casos clínicos, onde o homem não apresenta a qualidade e/ou número de espermatozoides suficientes. 

    O diagnóstico que leva ao principal entendimento de que existe alguma questão voltada à infertilidade, é se após um ano de relações sexuais, sem o uso de métodos contraceptivos, a gravidez não ocorrer (caso a parceira tenha menos de 35 anos). 

    Nesse caso, o indicado é buscar um especialista que atenda ao casal para esclarecer as possíveis causas e estudar ambos os lados. Se a parceira tiver mais de 35 anos ou se o homem tiver mais de 45 anos, o tempo para procurar um especialista cai para 6 meses.

    E é sobre isso que vamos falar agora. 

    O início do diagnóstico do casal

    Quando existe a suspeita de infertilidade, o primeiro cenário avaliado pelo médico é o de que a questão está voltada ao casal, em outras palavras, o estudo inicial deve avaliar ambas as partes. 

    O primeiro passo da avaliação para entender se a infertilidade é masculina, feminina ou a união das duas partes, é saber sobre o histórico do casal. Nesse estudo, é necessário externar ao médico se as relações sexuais que o casal mantém são regulares e acontecem, em média, três vezes por semana, de preferência em dias alternados.

    O ideal é que a partir desse estudo primário, os pacientes passem por uma primeira avaliação e que a mulher possa ser investigada por um Ginecologista e o homem por um Andrologista. Para melhor apuração dos resultados, a investigação deve acontecer no mesmo período de tempo. 

    Será solicitado um espermograma para avaliação da qualidade e quantidade dos espermatozoides produzidos pelo homem, fora avaliar se ele apresenta dificuldade em ejacular ou de ereção.

    Após o diagnóstico de infertilidade masculina, o que fazer?

    Com o diagnóstico pronto, analisado após o espermograma ser feito, é necessário entender a causa do problema. Se forem descartadas a presença de disfunção hormonal e de infecções, é necessário entender quais outras possíveis razões justificam a doença. 

    Por meio de um exame feito pelo toque do médico e com o indivíduo de pé, o médico solicitará que o examinado assopre a própria mão com força. A partir disso, o especialista deve apalpar as veias que ficam mais dilatadas do lado esquerdo do testículo. Com esse tipo de exame se consegue diagnosticar se a causa para a infertilidade é a varicocele. 

    Tanto a disfunção, quanto a varicocele e infecções possuem tratamento e o quadro de infertilidade masculina pode ser revertido com êxito. Saiba mais sobre essas doenças abaixo:

    Varicocele

    Em boa parte das vezes, o tratamento cirúrgico pode ser dispensado. Porém, se o paciente apresentar dor e a presença de outros sintomas, como atrofia testicular, a cirurgia será necessária. 

    A cirurgia fará com que as veias afetadas e que não consigam redirecionar o fluxo sanguíneo com naturalidade para as veias normais sejam lacradas. Isso fará com que exista uma melhora na qualidade e no aumento de produção dos espermatozoides. 

    Disfunção hormonal

    Para reverter a infertilidade masculina, a disfunção hormonal também pode ser tratada sem a necessidade de cirurgia. Na maioria dos casos, o tratamento acontece por meio de reposição de hormônios prescritos pelo médico e tomados em medicações específicas para o quadro. 

    Infecções 

    Infecções causadas por bactérias, principalmente clamídia e ureaplasma, além de tricomoníase ou gonorreia, são responsáveis por alterar as taxas de produção de espermatozoides. O tratamento acontece por antibióticos também prescritos pelo médico responsável pelo diagnóstico.

    Quando a reprodução humana assistida é indicada?

    Sendo a causa da não ocorrência da gravidez a infertilidade masculina, será necessário entender o se o número de espermatozoides produzidos pelo homem podem ou não ser utilizados para o procedimento.

    Com o número maior de 6 milhões, a inseminação artificial é indicada. Abaixo de 5 milhões, a fertilização in vitro pode ser o melhor procedimento. 

    Para se ter ideia, um homem saudável produz cerca de 20 milhões de espermatozoides por mililitro. Desta forma, existe um número mínimo para que os procedimentos de reprodução humana assistida obtenham sucesso. 

    Durante o processo de inseminação, o ginecologista estimulará a ovulação na mulher para obtenção de dois ou três óvulos prontos pelo processo bioquímico simples. Em seguida, os espermatozoides férteis escolhidos, previamente estudados pelo médico, são separados para serem colocados dentro do útero. 

    No caso da fertilização in vitro, a mulher precisa ser estimulada a produzir cerca de dez óvulos. Nesse mesmo tempo, é feita a coleta de espermatozoides, que após serem preparados em laboratório, são colocados em uma plaqueta junto dos óvulos. 

    Depois de 24 horas, já é possível avaliar se houve a fertilização. Em caso de resultado positivo, após 48 horas, os embriões passam a ser transferidos para o útero materno. 

    Considerações finais

    Ainda que a infertilidade masculina seja um dos principais medos do homem moderno, há formas de tratamento que permitem que ela possa ser revertida. Com o avanço da tecnologia e dos estudos na área, o sonho de formar uma família se tornou cada vez mais possível. 

    A fertilização in vitro se tornou uma medida possível para que casais ao redor do mundo consigam engravidar de forma segura e eficaz. Por isso, é tão importante buscar saber sobre as alternativas que os técnicos de saúde oferecem para cada caso especificamente. 

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    15 de outubro de 2019
  • Primeira vez na Nilo Frantz: o que esperar?

    Com uma história de respeito, responsabilidade e cuidado com a vida, a clínica Nilo Frantz faz a diferença quando o assunto é medicina reprodutiva. Para quem quer viver o sonho de conseguir a tão esperada gravidez, a clínica conta com técnicas especializadas e tecnologia de ponta para realizá-lo de forma segura e eficaz. 

    Por isso, se você que acompanha os nossos conteúdos possui dúvidas sobre o que esperar dos nossos serviços, preparamos mais esse texto para falar acerca do que você vai encontrar por aqui. 

    Desejamos uma excelente leitura!

    Conheça a história da Nilo Frantz

    A clínica Nilo Frantz Medicina Reprodutiva começou a sua história no ano de 2003. O nome da clínica pertence também ao fundador, atuante na área de reprodução humana. 

    O Dr. Nilo Frantz é formado pela UFRGS e foi pioneiro no segmento de reprodução, bem como no exercício da Medicina Fetal no país. Um dos marcos de sua carreira foi na atuação do nascimento do primeiro bebê com auxílio do processo de Maturação in vitro no país.  

    Além disso, integrou no Rio Grande do Sul a primeira instituição voltada para fertilização, criando o serviço de reprodução humana no Hospital Moinhos de Vento. 

    Com um histórico de inovação e compromisso com seus pacientes, a Nilo Frantz tem como responsabilidade a promoção da acessibilidade aos tratamentos de Medicina Reprodutiva, e por isso, facilita o acesso ao tratamento, além do oferecimento de novas unidades de atendimento e parcerias em demais localidades. 

    Suas unidades de atendimento estão localizadas em Porto Alegre, em Novo Hamburgo e no Instituto de Fertilidade (IFE). As últimas duas voltadas para atendimentos de famílias com menor renda familiar e menor poder aquisitivo. A clínica também conta com uma unidade em São Paulo. 

    A Nilo Frantz é certificada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e acreditada pela Rede Latino Americana de Reprodução Assistida (REDLARA). Seus resultados são equiparáveis às instituições de maior profissionalismo e prestígio do Brasil e do mundo. 

    O que esperar da Nilo?

    A Nilo Frantz possui missões, valores e visão que compreendem desde o suporte e o atendimento diferenciado para as famílias que desejam dar início ao processo de reprodução assistida, até o sucesso do procedimento. Abaixo, veja alguns dos nosso compromissos:

    Missão 

    Prestação de serviços diferenciados quanto à reprodução assistida. É nossa responsabilidade contribuir para a promoção da saúde e bem-estar dos nossos pacientes.

    Valores

    Nossos esforços são dedicados a resolver problemas de infertilidade entre os casais. Dessa forma, visamos contribuir para que os mesmos realizem seus sonhos em ter uma família. 

    É nossa responsabilidade a humanização, transparência e respeito das relações entre os nossos pacientes e nossa equipe médica, tudo em prol dos principais pilares da felicidade humana: a família. 

    Visão

    Nosso objetivo é nos tornarmos referência em tecnologia na área de reprodução assistida. Além da qualidade, ótimos resultados, pesquisa e excelência nos serviços e apoio prestados.

    Conheça a nossa estrutura

    Nossos pacientes têm acesso à nossa infraestrutura da sede, independentemente da unidade que iniciou o tratamento. Nosso espaço conta com 500m² planejados para oferecer privacidade, segurança e acompanhamento de uma equipe especializada em todas as etapas do tratamento. 

    • Nossa estrutura conta ainda com salas de espera, com máquina de café, som ambiente e Wi-Fi liberado para pacientes e acompanhantes;
    • Vestiários de barreira;
    • Sala de recuperação privativa;
    • Dispensação de medicação;
    • Estacionamento rotativo e seguro no local de fácil acesso à clínica;
    • Convênio com hotéis nas imediações para pacientes de outras localidades;
    • Otimização do tempo de atendimento para pacientes vindos de longa distância;
    • Cafeteria com cafés, lanches e almoços. 

    Diagnóstico

    Contamos com exames de alta qualidade para cada caso. Confira nossos serviços de diagnóstico e de tratamento:

    Para mulheres

    • Dosagens sanguínea (de anticorpos ou hormônios);
    • Anamnese;
    • HAM – Hormônio Anti-Mulleriano;
    • Histerossonografia;
    • Histeroscopia;
    • Ultrassonografia ou Ecografia Transvaginal;
    • Investigação Imunológica.

    Para homens

    • Espermograma (ou Espermocitograma);
    • Dosagens Hormonais;
    • Punção (ou Biópsia) de Testículo;
    • Ultrassonografia ou Ecografia Testicular;
    • Teste de Fragmentação do DNA Espermático.

    Tratamentos

    • FIV – Fertilização In Vitro;
    • IVM – Maturação In Vitro de Óvulos;
    • IIU – Inseminação Intra-Uterina;
    • Coito Programado;
    • Diagnóstico Genético Pré-Implantacional – PGD;
    • Criopreservação (Congelamento);
    • Screening Genético Pré-Implantacional – PGS.

    Serviços

    Com um corpo clínico capacitado e uma equipe de enfermagem de primeira linha, a Nilo Frantz conta com serviços multiprofissionais, com nutricionistas e psicólogos, para o acompanhamento do tratamento do início ao fim. Nossa preocupação é proporcionar o melhor para todos os nossos pacientes. 

    Considerações finais

    A Nilo Frantz é conhecida pelo seu compromisso em oferecer bem-estar, em um ambiente saudável e acolhedor para o tratamento de reprodução humana assistida. 

    Nossa clínica tem o objetivo de oferecer o melhor aos seus pacientes, trazendo resultados cada vez mais transparentes e cuidadosos em cada etapa do procedimento.

    Conheça mais da clínica e agende uma visita. Teremos total satisfação em te atender.  

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    10 de outubro de 2019
  • Anabolizante: cuidados com a beleza que podem acabar com a fertilidade masculina

    Muitas vezes, o cuidado com a beleza pode acabar passando dos limites e afetar negativamente a saúde. E esse é o caso dos homens que optam por usar anabolizantes em busca do corpo perfeito. 

    O resultado, que pode impressionar de forma positiva quando visto no espelho, pode ter sérios reflexos em relação à vida e saúde. Um desses reflexos, por exemplo, é a diminuição da fertilidade masculina. 

    Pensando nisso e em alertar sobre os riscos do uso de anabolizantes para a vida reprodutiva do homem, preparamos esse artigo para esclarecer algumas dúvidas em relação ao assunto. 

    Boa leitura!

    Fatores que afetam a fertilidade masculina

    Engana-se quem pensa que a mulher tem mais chances de apresentar infertilidade do que o homem. O nível para que uma mulher seja infértil está na mesma proporção do que o homem está, cerca de 40% para casais da mesma faixa etária, de acordo com estudos.

    Entretanto, existem fatores que podem contribuir para que a fertilidade masculina seja atingida de forma direta. Uma delas é o anabolizante, que desregula a produção dos hormônios responsáveis por atuar na fertilidade. 

    O uso em excesso e/ou prolongado pode desencadear a dificuldade de atuação dos espermatozoides ou até a infertilidade, considerando a infertilidade a consequência maior ao organismo. 

    Substâncias que tenham como base o hormônio da testosterona, usado principalmente por quem deseja ganhar músculos ou aumentar a capacidade viril, podem apresentar danos diretos quanto à fertilidade masculina. É constatado que em boa parte dos casos, os homens podem ter uma redução brusca quanto ao número de espermatozoides produzidos.

    Com a inibição da produção de espermatozoides, a chance para engravidar uma mulher diminui de forma concreta. A azoospermia se configura como a ocorrência de esterilidade por falta de espermatozoides, pode acontecer de acordo com o período de tempo que o anabolizante foi tomado e a sua dosagem.  

    Quanto maior a dose e o tempo de utilização, maiores são os riscos para que ocorra a esterilidade. O efeito pode ser permanente e não há comprovação científica sobre o tempo levado para que ocorra. 

    Outro fator importante!

    Com a presença de esteróides androgênicos anabólicos contidos nos anabolizantes, o organismo pode enviar mensagens de bloqueio para as funções do testículo. Mesmo que não haja quadro de esterilidade, a fertilidade masculina pode ficar comprometida temporariamente, mas sem prazo determinado de volta. 

    Os anabolizantes apresentam altos níveis de testosterona, o principal hormônio masculino presente e produzido nos testículos. Esses hormônios agem estimulando o volume de massa muscular e o seu crescimento, além da retenção de líquidos dentro das fibras dos músculos. 

    Os anabolizantes também são responsáveis por mudanças bruscas de humor, que também são fatores que desencadeiam maior probabilidade ainda quanto a disfunção para a fertilidade. 

    Médicos com especialidade em medicina esportiva ou um endocrinologista são profissionais que podem orientar de forma específica sobre o uso de anabolizantes em relação a saúde. 

    Outros produtos que contribuem para a infertilidade

    Os anabolizantes não são os únicos que contribuem para complicações dos quadros voltados à fertilidade masculina. Sabonetes e até shampoos contendo ftalatos, substância que inibe a produção de espermatozoides, podem contribuir para esse resultado. O estilo de vida do homem também diz muito à respeito de sua fertilidade. 

    Por isso, é muito importante manter um padrão de vida equilibrado. Tabaco, bebidas alcoólicas e alguns medicamentos podem ter papel fundamental na ocorrência da infertilidade. Alterações de humor também são determinantes para indicar que a fertilidade está sofrendo algum processo de alteração. 

    Como saber sobre a fertilidade masculina?

    Exames como o espermograma, por exemplo, podem ajudar a entender o quadro que o homem se encontra quanto à sua fertilidade. Um dos principais fatores que podem levar a fazer esse tipo de exame, é a demora que pode levar para que se consiga engravidar a parceira. 

    Passado o período de até um ano sem o uso de métodos contraceptivos e sem a ocorrência de uma gravidez, é necessário buscar ajuda médica para entender o caso. 

    Em casos de constatação de infertilidade total ou temporária, existem alternativas que podem ser sugeridas para que o casal realize o sonho de formar uma família. Uma delas, sendo a reprodução humana assistida, podendo atender os dois casos. 

    Considerações finais

    Os anabolizantes podem ter papel fundamental para definir o futuro da fertilidade do homem que utiliza o medicamento. Por isso, é muito importante levar em consideração os fatores de risco que o uso desses medicamentos pode ocasionar quanto ao sonho de ter um filho. 

    Além disso, todo cuidado é pouco, pois outros fatores e produtos podem interferir diretamente no processo de fertilidade. O acompanhamento médico é essencial para entender o que pode ser feito para sanar dúvidas e apresentar soluções quanto a infertilidade. 

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    8 de outubro de 2019
  • Entenda as regulamentações e a legislação da doação de óvulos no Brasil

    A doação de óvulos é uma técnica extremamente importante nos casos onde a mulher já não possui óvulos suficientes para iniciar uma gestação ou apresente baixa qualidade dos mesmos. 

    Sendo assim, a doação se faz necessária para que se inicie o procedimento de fertilização in vitro, método este que já possibilitou que milhares de casais tornassem realidade o sonho de formar as suas famílias. 

    Entretanto, o procedimento possui suas regras e especificidades, que devem seguir de acordo com as resoluções da Diretoria Colegiada e o Conselho Federal Medicina.

    Pensando nisso, preparamos esse texto para que os pacientes possam se atualizar sobre seus direitos e deveres em relação à doação de óvulos. 

    Boa leitura!

    O que é a doação de óvulos

    A doação de óvulos é uma técnica de fertilização in vitro, onde há a necessidade de que a paciente receba os óvulos de uma doadora anônima. 

    Esses óvulos são fertilizados pelos espermatozóides do companheiro e passam por um período de cultivo para que sejam transferidos à receptora.

    Esse processo visa tornar possível a gravidez em mulheres que não poderiam ter filhos de forma espontânea por conta do fator idade, problemas genéticos e hereditários ou até de má formação de órgãos. Além disso, visa possibilitar a realização do sonho para casais homoafetivos que desejam ter filhos. 

    Para que o procedimento ocorra de forma segura, é essencial que exista o acompanhamento de uma equipe multidisciplinar, de profissionais treinados e capacitados para lidar com o processo. 

    Além disso, o processo de ovodoação precisa ser feito de forma criteriosa pela equipe, para que as células progenitoras consigam obter o máximo possível de compatibilidade com os óvulos e os espermatozoides. 

    Quando o procedimento é indicado para o casal?

    Para mulheres

    • Em idade avançada;
    • Que apresentem falência ovariana precoce;
    • Que não possam utilizar os próprios óvulos por conta de doença hereditárias;
    • Que apresentam alterações cromossômicas ou em seus embriões.

    Os compromissos da doação regidos por lei

    De acordo com as diretrizes do Conselho Federal de Medicina nº 2.168/2017, a doação de óvulos acontece quando a doadora e receptora compartilham do mesmo material biológico que venham a envolver o procedimento de Fertilização in vitro. 

    Em 2017, o Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgou as normas atualizadas para a utilização de técnicas de reprodução assistida no Brasil. As regras foram auditadas sobre temáticas envolvendo o descarte de embriões e gestação compartilhada e de substituição. Também foram contemplados pacientes em tratamento oncológicos. 

    A Resolução permite que pessoas que não apresentem problemas reprodutivos também possam doar os óvulos de forma altruísta. 

    Sobre disposições gerais

    Fica ratificado a idade máxima para efetuar a participação como doador, sendo de 35 anos para mulheres e 50 anos para homens. 

    Nos casos de transferência do embrião para o útero da paciente, não se pode submeter a esse tratamento mulheres com idade superior a 50 anos. Salvo exceções justificadas pelo médico assistente, explicando e comprovando sua decisão, onde a paciente está ciente dos riscos do procedimento que está submetida. 

    A Resolução CFM nº2 2.168/2017 define o número de embriões que poderão ser transferidos conforme a faixa etária da mulher. No caso de ovodoação, poderão ser até 2 embriões. 

    Em caso de constatação de comércio envolvendo processos de participação de reprodução assistida, prática de seleções de embriões, estão sujeitos a penalizações previstas em lei. 

    O livre consentimento e esclarecido e a autonomia médica são condições essenciais para o cumprimento do procedimento do início ao fim. 

    Considerações finais

    Antes de iniciar o procedimento para doação de óvulos, é necessário conhecer a fundo tudo o que envolve o processo. Tanto médicos quanto pacientes precisam estar embasados e dentro dos requisitos mínimos necessários para que o procedimento aconteça de forma saudável e segura. 

    Conhecer os dispositivos embasados em lei para o início do tratamento evita que quaisquer imprevistos e surpresas possam acontecer. Por isso é tão necessário que antes de dar início a ovodoação, se tire um tempo para conhecer sobre as exigências que esse procedimento requer. 

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    3 de outubro de 2019
  • O papel do parceiro durante o tratamento de infertilidade

    O diagnóstico de infertilidade pode acabar assustando muitos casais que estão em busca de formar a sua família ou aumentá-la. É importante levar em consideração que quando falamos de fertilidade as chances de engravidar em condições saudáveis são de cerca de 20%. 

    É frequente que até que a gravidez aconteça, ocorram muitas tentativas e isso demande tempo e paciência do casal. Se após 1 ano de tentativas – nos casos de casais mais jovens – não surgir nenhuma resposta positiva, pode ser a hora de procurar a ajuda de um profissional.

    Podemos dizer que a infertilidade é uma experiência emocional difícil, podendo acarretar um impacto em vários aspectos da vida conjugal.

    Sabemos que é um momento delicado. Por isso, resolvemos falar um pouco mais sobre um ponto pouco abordado quando se fala em tratamento para fertilidade: apoio psicológico e emocional do parceiro durante o tratamento da infertilidade. 

    Desejamos que tenha uma boa leitura!

    O que é a infertilidade?

    A infertilidade pode ser definida como ausência de gravidez após o período de 12 meses de relações sexuais sem o uso de método contraceptivo. Após 1 ano sem conseguir engravidar, é recomendado que o casal busque um especialista em reprodução assistida, para uma avaliação mais detalhada. 

    Em casos onde a mulher tem 35 anos ou mais, a procura por ajuda deve acontecer após 6 meses de tentativas. Outros exemplos onde a busca por ajuda deve ser em um tempo menor, são para os casais que já possuem alguma suspeita de alteração do organismo. 

    Alterações essas, como: síndrome dos ovários policísticos, presença de menstruações irregulares, gestação ectópica anterior, endometriose, laqueadura tubária, vasectomia ou infecção pélvica prévia. 

    Mas não se assuste, é preciso levar sempre em consideração que o problema de infertilidade não é raro e pode atingir cerca de 15% dos casais tentantes no Brasil. 

    Homens e mulheres não reagem do mesmo modo frente ao diagnóstico de infertilidade

    Quando os homens passam pela experiência da infertilidade, a tendência é que reprimam os seus sentimentos, assumindo, muitas vezes, o papel de fonte de apoio e proteção de suas parceiras. Chegando a parecer para sua parceira, que não estão tão envolvidos no processo.

    Em contrapartida, a mulher é que costuma sentir maiores efeitos emocionais quando constatada a infertilidade, ainda que a causa venha do seu parceiro. Ficam mais abaladas emocionalmente, até porque praticamente todo o processo ocorre no corpo da mulher, uso de hormônios, os procedimentos, causando um maior impacto.

    As relações sexuais podem ser afetadas por conta desses sentimentos negativos da instabilidade emocional e muitas vezes isso passa a ser visto como um cumprimento de uma obrigação conjugal, invés de um ato de amor. Esse quadro contribui ainda mais para o surgimento de conflitos e pode causar um certo distanciamento entre o casal.

    Nota-se também que a busca pelo diagnóstico, pela participação e interesse para com o tratamento de infertilidade por parte dos homens, traz mudanças expressivas e positivas para o casal, mesmo assim, as mulheres são ainda as que mais sentem a responsabilidade emocional nesse processo.

    As alterações de humor e presença de sentimentos relativos a frustração, alívio e decepção mudam conforme a facilidade de compreensão que cada um possui ou desenvolve acerca do que o processo envolve. 

    O grau de conhecimento dos indivíduos pode ser um fator também que proporciona a iniciativa em buscar alternativas de tratamentos, bem como o trabalho que podem fazer em relação ao  controle da ansiedade depositada em si mesmas ou até no parceiro. O envolvimento de ambos os parceiros, nas decisões do tratamento, causa um impacto positivo no processo.

    Buscar informações confiáveis, clínicas de excelência e médicos especializados, podem ajudar e muito a manter a tranquilidade neste período.

    A importância do apoio emocional 

    É importante levar em consideração que o apoio emocional do parceiro ou da parceira deve ser um dos aspectos presentes para o sucesso do tratamento da infertilidade. E não apenas isso, mas a compreensão e o auxílio que a equipe multiprofissional deve oferecer aos pacientes, de forma transparente e confortante, também é fundamental. 

    É imprescindível que todas as etapas sejam esclarecidas pela equipe especializada, acerca das distintas alternativas de tratamentos, contribuindo para que a ansiedade e frustração não tome conta do casal. O papel do psicólogo nesse processo contribui muito para que o casal possa passar por todo esse processo unido e da forma mais tranquila possível.

    Vale ressaltar que a infertilidade pode sedar por vários fatores e não há evidências de que aspectos emocionais sejam a causa para que a gravidez ocorra ou não, mas é importante saber que estes aspectos de forma indireta, possam interferir no processo do tratamento.

    Considerações finais

    Considera-se hoje, que a infertilidade é do casal e independente do diagnóstico. Aqueles que estão  em busca desse sonho devem perceber o quanto é importante a participação de ambos nessa jornada. Indivíduos que percebem o seu parceiro disponível e responsivo, apresentam um nível mais baixo de estresse do que aqueles que percebem que seu parceiro se esquiva do tratamento.

    Se você está em busca de profissionais experientes e alternativas que te ajudem a diagnosticar e tratar a infertilidade, clique aqui e conheça as melhores técnicas de medicina reprodutiva do Brasil.

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    1 de outubro de 2019
  • Como preparar o emocional para ser receptora de uma doação de óvulos

    A ovodoação é uma alternativa no tratamento de reprodução assistida. Porém, em um primeiro momento, essa notícia pode causar uma série de sentimentos nos casais. 

    Antes de entrar nos méritos e conclusões sobre o procedimento, é importante conhecê-lo a fundo. Se o seu maior desejo é ser mãe, essa pode ser uma das formas de tornar o seu sonho realidade. 

    Nesse texto você vai conhecer um pouco mais sobre como a doação acontece e como você pode se preparar emocionalmente para ela. 

    Boa leitura!

    Entendendo o que é a ovodoação  

    Em essência, o tratamento da ovodoação consiste na mulher recebendo óvulos de uma doadora anônima compatível e dando o primeiro passo para realizar o seu desejo de maternidade. 

    Os óvulos que serão doados são selecionados de forma criteriosa por uma equipe especializada. E então, são unidos ao espermatozóide do homem para gerar um embrião. Os embriões estando saudáveis, são transferidos para a receptora por meio de uma transferência embrionária.

    No momento de seleção dos óvulos, essa análise rigorosa que é feita pela equipe, tem como objetivo  entender a compatibilidade das células da receptora, que precisa ser plena, com as células dos óvulos doados.  

    O momento da escolha da doadora

    Quando o procedimento de doação de óvulos dá início, ele acontece muito antes da transferência de óvulos. O processo para se tornar uma doadora possui requisitos básicos, entre eles: ter entre 18 e 35 anos, não possuir nenhuma doença genética e ter a saúde em perfeito estado. As candidatas são submetidas ainda a uma avaliação clínica e psicológica. Dessa forma, é possível entender as informações diretamente ligadas a fertilidade e o estado de saúde de cada uma. 

    Fertilização In Vitro

    Esse tipo de procedimento com a doação de óvulos é o mesmo que comparado com o tratamento comum. A diferença, portanto, se configura na necessidade da realização de punção dos óvulos na doadora. Além disso, é necessário realizar alguns testes para fertilizar o óvulo com o espermatozóide. Apenas quando o óvulo é recebido e fecundado, ele pode ser transferido para a receptora.  

    Aspectos emocionais: fator importante, para o sucesso do tratamento com óvulos doados

    Como se preparar emocionalmente para receber a notícia de ser uma receptora de óvulos? Com o apoio de uma equipe especializada e principalmente com apoio psicológico, onde se abre um espaço para que os casais possam elaborar e compreender esse novo momento de se tornarem pais, onde não será utilizado uma parte do material genético deste casal. 

    Em muitos casos, o processo acaba se tornando uma fase de desgaste emocional. Muitos sonhos estão em jogo e não é apenas a mulher que passa por essa pressão, mas também o parceiro que divide esse momento com ela. Nesse casos, é essencial o diálogo e explicitar o que mais vem causando preocupação. É necessário que todos os medos sejam colocados para fora para que eles possam ser compreendidos e trabalhados. 

    É importante contar com apoio psicológico

    É muito importante contar com o apoio da equipe multidisciplinar envolvida no tratamento, pois nem sempre o casal revela para familiares e amigos que estão passando por esse processo, e o apoio psicológico abre um espaço para o diálogo, trazendo tranquilidade para os futuros pais. Dessa forma, há trabalho em conjunto para que a carga emocional seja de certa forma amenizada, contribuindo para um resultado positivo.

    Uma prática que vem se tornando cada vez mais comum em centros de reprodução assistida é o apoio psicológico. 

    A doação de óvulos não modifica o seu papel como mãe

    Algumas pacientes podem apresentar dificuldade em entender esse processo e acabarem relutando em procurar mais esclarecimentos sobre assunto. Pode existir ainda, em alguns dos casos, uma visão de que é obrigação da mãe estar em condições totais para ter óvulos férteis e engravidar sem necessitar de ajuda externa. Então, as cobranças aumentam e os bloqueios também. 

    Além disso, aceitar a doação de óvulos não diminui em nenhum momento o papel de uma mulher como mãe. A maternidade envolve uma infinidade de outros  aspectos que fazem com que a mulher possa sentir-se mãe de verdade. E isso precisa ser esclarecido, permitindo com que ela possa viver essa etapa com muita tranquilidade. 

    Considerações finais

    A questão da doação de óvulos ainda pode ser um grande tabu para muitas pessoas. Por isso, é tão importante entender como o procedimento ocorre e quais são suas implicações e chances. 

    A doação de óvulos é mais é uma alternativa para permitir que mais mulheres consigam realizar o sonho de constituir uma família. 

    Se você achou que o nosso post ajudou você a saber como se preparar para a doação de óvulos, clique aqui e conheça as melhores técnicas de medicina reprodutiva do Brasil.

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    26 de setembro de 2019
  • 10 perguntas para fazer durante a consulta ao especialista de infertilidade

    De acordo com os dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 15% dos casais em idade fértil têm dificuldades para engravidar naturalmente e por isso, precisam recorrer a tratamentos de reprodução assistida para realizarem o sonho de terem filhos.

    As causas para a infertilidade são diversas e apenas um especialista, após realizar uma análise detalhada, poderá fornecer um diagnóstico preciso e propor as melhores soluções de tratamento. 

    Por esse motivo, na sua primeira consulta com o especialista, não esqueça de levantar todos os pontos mais importantes, como medicamentos que utilize, possíveis problemas já diagnosticados e respectivos exames.

    Além disso, caso você possua registros das datas e características de seus ciclos menstruais, forneça também estes dados ao médico. 

    Mas, para que você possa tirar o máximo proveito da primeira consulta, preparamos este artigo com algumas sugestões de perguntas para fazer ao especialista de infertilidade. 

    Boa leitura!

    A primeira consulta

    A primeira consulta com o especialista em fertilidade serve para levantar informações e definir um planejamento.

    Geralmente, a sua primeira consulta consiste numa troca sincera com o seu médico. É uma oportunidade para o médico conhecer o seu histórico de saúde e você se familiarizar com o especialista que vai acompanhar todo o processo. 

    Seu especialista em fertilidade também pode solicitar que você faça exames de sangue e imagem (ultrassonografia, histerossalpingografia, etc…)..

    Estes exames são importantes para recolher informações, pois fornecem detalhes sobre sua saúde física e o seu potencial reprodutivo. A análise de sêmen também fornece dados essenciais, e este exame também deve ser pedido.

    Preparação para a consulta

    A melhor maneira de aproveitar ao máximo a sua consulta com um especialista, é saber o que esperar do atendimento. 

    A primeira consulta consiste numa conversa sincera e aprofundada com o especialista, para entender as causas do problema e planejar os próximos passos.

    Para isso, é fundamental que você esteja preparada para fornecer o máximo de informações possíveis e, claro, sanar todas as suas dúvidas.

    De forma resumida, podemos dizer que a primeira consulta consiste em três principais pontos:

    Descrição do problema

    Anote as informações mais importantes, que incluem: quando você começou a tentar engravidar, se monitorou a ovulação e com que frequência você e seu parceiro têm tido relações sexuais. Estes fatos podem fornecer importantes pistas sobre o que está causando sua dificuldade para ter um bebê.

    Informação médica

    Tenha em mãos a lista do histórico clínico, de exames médicos realizados, bem como os nomes e dosagens de medicamentos, suplementos e vitaminas que estão utilizando. Não esqueça de incluir detalhes sobre avaliações de infertilidade ou tratamentos anteriores. 

    Lista de perguntas

    Pode ser difícil lembrar de tudo que é preciso perguntar ao seu especialista em fertilidade, então, uma lista de perguntas pré produzidas pode ajudar na sua primeira consulta. 

    Sugestões de perguntas para fazer ao especialista de infertilidade

    Neste tópico, preparamos uma lista com algumas sugestões de perguntas para fazer ao especialista de infertilidade. Faça uma lista com essas e outras dúvidas que você tenha e não hesite em questionar o seu médico. 

    Confira a seguir algumas sugestões de perguntas.

    • Qual é o meu diagnóstico e como esta condição interfere na minha fertilidade? 
    • O meu parceiro tem uma condição que interfere na fertilidade?
    • O meu parceiro precisa de exames adicionais, além do espermograma?
    • Se o motivo da minha infertilidade não é claro, quais exames diagnósticos são recomendados? 
    • Que tipo de tratamento você recomenda tentar primeiro?
    • Quais são os riscos do tratamento?
    • Na sua experiência, quantas vezes esse tratamento resultou em gravidez? 
    • Como se comparam os tratamentos recomendados em termos de riscos e taxas de sucesso?
    • Os tratamentos disponíveis são mais conservadores ou mais invasivos? 
    • Quantos ciclos de tratamento você recomendaria antes de tentar outra opção? 
    • Você recomendaria aguardar um ciclo menstrual entre os ciclos de tratamento?
    • Existem mudanças de estilo de vida que podem ajudar a aumentar minhas chances de engravidar?
    • Você recomendaria tratamentos usando doação de óvulos ou espermatozoides? 
    • Sua clínica oferece estas opções?
    • Na sua opinião, qual é a probabilidade de um tratamento de infertilidade ser bem-sucedido no meu caso?
    • Quanto custa o tratamento?
    • Será que o meu plano de saúde cobre todos os medicamentos, despesas hospitalares, ou visitas ao médico?

    Considerações finais

    Como vimos ao longo do artigo, a infertilidade é um problema que atinge cerca de 15% dos casais em idade fértil. Felizmente, a medicina reprodutiva oferece soluções de diagnóstico e tratamentos que têm ajudado milhares de casais ao redor do mundo a realizar o sonho de conceber um filho.

    Vimos também que nesta primeira consulta, você deve fornecer o máximo de informações possíveis acerca do histórico de saúde do casal, e deve também iniciar uma relação de confiança com o profissional.

    Por esse motivo, é importante que você tenha em mente o que esperar da consulta e esteja preparada para tirar o máximo proveito desta primeira visita à clínica e conversa com o especialista de infertilidade.

    Se você achou que o nosso post ajudou a se preparar para a consulta com um especialista em infertilidade, e se sente preparada para dar o próximo passo, clique aqui e conheça a nossa clínica. 

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    19 de setembro de 2019
  • Será que a doação de gameta é para mim? Saiba como funciona

    Fundamentado na sociedade atual e nas mudanças comportamentais do indivíduo moderno, os dados demográficos mais recentes apontam que cada vez mais pessoas estão adiando o sonho de terem filhos.

    É sabido também pela medicina que a partir dos 35 anos, a fertilidade feminina diminui significativamente e as chances de engravidar de forma espontânea são reduzidas.

    Por esse motivo, muitas mulheres têm a necessidade de recorrer à doação de óvulos para realizar o sonho de conceber um filho.

    Com as técnicas existentes nos dias de hoje, as taxas de sucesso são bastante satisfatórias.

    Pensando nisso, preparamos este artigo para que você conheça como funciona e para quem é indicada a doação de gametas.

    Boa leitura!

    Para quem é indicada?

    O uso de gametas femininos doados é cada vez mais comum nos dias de hoje. Muitos são os motivos que levam à necessidade de recorrer à doação para realizar o sonho de ter um filho.

    O principal desses motivos é a gravidez sendo cada vez mais tardia. De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde, a cada ano que passa, aumenta o número de mães de primeira viagem com idade superior ao recomendado, ou seja, acima dos 35 anos.

    Existem outras causas que podem levar à necessidade de recorrer a esse método, todas relacionadas com a impossibilidade de produzir óvulos capazes de originar um gestação 

    No Brasil, a doação de gametas é regulada pelo Conselho Federal de Medicina, que proíbe a doação para fins comerciais e exige o anonimato de ambas as partes, receptora e doadora.

    Por fim, vale ressaltar que a idade limite feminina para a doação de gametas é de 35 anos  e para os homens, o limite é 50 anos de idade.

    Como funciona a doação?

    Como mencionamos brevemente, a identidade dos doadores de gametas ou embriões, assim como dos receptores, deve ser mantida em sigilo. 

    Apesar disso, em algumas situações especiais, quando existe risco para a saúde ou para a vida da mãe ou bebê, as informações da doadora podem ser fornecidas exclusivamente para os médicos, que devem também preservar a identidade da concessora.

    O médico também é responsável pelo pareamento doadora-receptora, de modo a garantir uma maior semelhança física entre as partes envolvidas.

    Além disso, a doadora deve ter o seu histórico clínico pessoal e familiar estudado, para que os médicos possam avaliar a possibilidade de existência de doenças hereditárias que apresentem riscos para a saúde da mãe e do bebê.

    A utilização de testes genéticos pode aumentar a segurança em relação a embriões transferidos.

    Teste Genético Pré-Implantacional de embriões

    A legislação brasileira não permite que sejam selecionados embriões com determinadas características genéticas, exceto nos casos de risco de desenvolvimento de doenças cromossômicas ou gênicas.

    Para avaliar essa condição, pode ser realizado um teste genético, chamado de Teste Genético Pré-Implantacional para doenças monogênicas (PGT-M), que consiste na identificação de determinadas mutações genéticas no embrião, principalmente, em casos em que um dos pais tenha alguma mutação específica, que aumente as chances de desencadear uma patologia hereditária e transmitir para a criança.

    Por esse motivo, é obrigatório o preenchimento do termo de consentimento, informado pelo casal receptor para a execução dessa prática.

    Outro teste genético embrionário é o Teste Genético Pré-implantacional para aneuploidias (PGT-A), que serve para identificar os embriões com alterações cromossômicas antes da transferência para o útero. O objetivo é transferir apenas os embriões saudáveis , que tenham maiores chances de implantação.

    Considerações finais

    Como vimos ao longo do artigo, os estudos demográficos mais recentes apontam que o número de mulheres que adiam a gravidez para depois dos 35 anos de idade têm aumentado nos últimos anos. 

    Vimos também que a idade da mulher é um dos principais fatores que influenciam na gravidez e que a partir dessa idade, as chances de engravidar espontaneamente diminuem bastante. Além disso, a idade avançada pode impactar negativamente no resultado de tratamentos de reprodução assistida.

    Por esse motivo, muitas vezes é necessário recorrer à doação de óvulos para realizar o sonho de ter filhos, mas, lembre-se de consultar um especialista em Medicina Reprodutiva para que ele possa avaliar o seu caso e propor uma solução individualizada.

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    12 de setembro de 2019
  • Porque a procura por doação de gametas tem aumentado?

    Na última década, a procura por doação de gametas aumentou significativamente, principalmente, por dois motivos.

    Em primeiro lugar, de acordo com dados da OMS, as mulheres têm deixado para engravidar cada vez mais tarde e por conta da idade avançada, o processo de concepção natural pode se tornar difícil, e em muitos casos, a solução pode ser recorrer à óvulos doados.

    Outro motivo que levou ao aumento da procura por doação de gametas, foram as alterações na legislação, que tiveram como principal objetivo ampliar a possibilidade de recorrer ao método de doação de gametas.

    Pensando nisso, preparamos este artigo para que você saiba porque a procura por doação de gametas está crescendo e pode ser uma opção para você

    Boa leitura!

    A doação de gametas no Brasil

    É sabido que depois dos 35 anos de idade, a fertilidade feminina diminui consideravelmente. Além disso, de acordo com dados do Ministério da Saúde, o número de mulheres que se tornaram mães após os 40 anos no país, subiu 49,5% em 20 anos. 

    Muitas dessas mulheres tiveram que recorrer à óvulos doados para realizar o sonho de ser mães. 

    De acordo com dados divulgados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em 2017, mais de 66 mil embriões foram congelados no Brasil, em clínicas de fertilização. 

    Mas, o processo é complexo, já que exige compatibilidade entre receptora e doadora e é necessário passar por uma série de exames e procedimentos médicos, por esses motivos, pode ser um pouco demorado.

    Apesar disso, a boa notícia é que atualmente as técnicas de criopreservação e fertilização in vitro apresentam altas taxas de sucesso e tem ajudado milhares de casais a realizar o sonho de ter filhos.

    Nós já falamos sobre o assunto aqui, confira os seguintes artigos:

    • Conheça o passo a passo da Fertilização in vitro
    • Como funciona o processo de Congelamento de óvulos?

    Como mencionamos anteriormente, algumas mudanças na legislação ampliaram o acesso ao procedimento. Confira a seguir.

    Resolução do Conselho Federal de Medicina

    A seguir confira, as novas regras da legislação de doação de gametas de acordo com a Resolução do Conselho Federal de Medicina de 2017.

    Doação de gametas 

    1. A doação nunca terá caráter lucrativo ou comercial.
    1. Os doadores não devem conhecer a identidade dos receptores e vice-versa.
    1. A idade limite para doação de gametas é de 35 anos para a mulher e 50 anos para o homem.
    1. Obrigatoriamente será mantido o sigilo sobre a identidade dos doadores de gametas e embriões, bem como dos receptores. Em situações especiais, as informações sobre doadores, por motivação médica, podem ser fornecidas exclusivamente para médicos, resguardando-se a identidade civil do doador.
    1. As clínicas, centros ou serviços que empregam a doação devem manter, de forma permanente, um registro de dados clínicos de caráter geral, características fenotípicas e uma amostra de material celular dos doadores, de acordo com a legislação vigente.
    1. Na região de localização da unidade, o registro dos nascimentos evitará que um(a) doador(a) tenha produzido mais que duas gestações de criança de sexos diferentes numa área de um milhão de habitante.
    1. A escolha dos doadores é de responsabilidade da unidade. Dentro do possível deverá garantir que o doador tenha a maior semelhança fenotípica e imunológica e a máxima possibilidade de compatibilidade com a receptora.
    1. Não será permitido ao médico responsável pelas clínicas, unidades ou serviços nem aos integrantes da equipe multidisciplinar que nelas trabalham participar como doador nos programas de reprodução assistida.
    1. É permitida a doação voluntária de gametas, bem como a situação identificada como doação compartilhada de oócitos em reprodução assistida, onde doadora e receptora, participando como portadoras de problemas de reprodução, compartilham tanto do material biológico quanto dos custos financeiros que envolvem o procedimento de reprodução assistida. A doadora tem preferência sobre o material biológico que será produzido.

    Considerações finais

    De acordo com os dados da Organização Mundial de Saúde, o número de mulheres que pretendem engravidar depois dos 35 anos de idade aumentou significativamente nos últimos anos. Os números também se refletem na sociedade brasileira.

    Os motivos que levam as pessoas a adiar a maternidade são diversos, e às vezes, quando tomam a decisão, pode ser necessário recorrer ao recurso de doação de gametas.

    A procura por esse tipo de procedimento têm aumentado muito, devido às novas regras da legislação, como vimos anteriormente, e pelas altas taxas de sucesso dos tratamentos de reprodução assistida.

    Por fim, se você está com dificuldade para engravidar, a recomendação é procurar uma clínica de reprodução assistida de confiança, com laboratório de criopreservação próprio para ajudar você a realizar o sonho de ter um filho.

    Se você achou que o nosso post te ajudou a saber porque a procura por doação de gametas tem aumentado, clique aqui e conheça as melhores técnicas da Medicina Reprodutiva no Brasil.

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    10 de setembro de 2019
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