Categoria: Tratamentos

  • É possível engravidar na menopausa precoce?

    A menopausa precoce acomete uma pequena parte das mulheres que desejam engravidar. Por não ser comum, muitas vezes, acaba aparecendo de surpresa na vida das mulheres que ainda estariam em idade biológica e fértil para conseguir gerar um filho.

    Porém, será que a menopausa precoce impossibilita que a mãe consiga realizar o seu sonho em ser mãe?

    Desta forma, resolvemos preparar um texto para abordar como a menopausa precoce, que acomete grande parte das mulheres em idade biológica normal, afeta os planos de ter filhos e se há soluções para o caso. Continue acompanhando e entenda mais. 

    Desejamos uma excelente leitura!

    O que é menopausa precoce?

    A menopausa precoce é um quadro clínico em que a mulher apresenta menopausa, isto é, período onde deixa de menstruar e ovular. Geralmente, ocorre antes dos 32 anos e por isso é chamada de precoce, já que o período natural seria em torno dos 40 anos de idade.

    A menopausa precoce não acontece por conta de distúrbio hormonal, mas sim por conta de falência ovariana na mulher ainda em idade fértil. 

    Essa falência ovariana prematura, também conhecida como FOP, se dá pela perda temporária ou até definitiva da função do organismo em produzir hormônios após a menarca (primeira menstruação). 

    Ocorrendo antes dos 40 anos, se caracteriza por um número menor de folículos ovulatórios, resultando na alteração hormonal.

    Entretanto, não há uma causa que determine como o problema surge. A menopausa precoce pode se originar de vários fatores, como da própria genética, por exemplo. 

    Desta forma, é importante que a mulher saiba identificar no histórico da mãe e das avós quando elas entraram na menopausa, pois há uma tendência que o cenário se repita.

    Alguns médicos também apontam que outros fatores externos ajudam a antecipar a menopausa, sendo eles: tratamentos contra câncer ou após a remoção dos ovários.

    Tratamentos como quimioterapia e radioterapia visam impedir o crescimento celular de células malignas. O que acontece também é que nesses tratamentos não apenas as células malignas são atingidas, como as benignas. 

    Dessa maneira, os efeitos colaterais desses procedimentos contra o câncer podem resultar na falência prematura dos ovários, ocasionando a menopausa precoce.

    Doenças autoimunes, como lúpus também podem fazer com que o quadro de menopausa precoce se instale ao alterar e acelerar a mudança hormonal no organismo.

    Sintomas da menopausa precoce

    Alguns sintomas, como: calor em excesso, suores noturnos, desconforto corporal, ondas de calor (que podem durar até meia hora), irregularidade menstrual, que diminui progressivamente ou desaparece em alguns meses, podem apontar a menopausa precoce.

    Ressecamento vaginal, aumento de peso, perda de memória, irritabilidade, perda de massa óssea, ansiedade, depressão e alterações no humor também não sintomas da menopausa precoce.

    Esses sintomas são também muito parecidos com o da menopausa natural e a idade precisa ser levada em conta, além do histórico familiar, para saber de onde pode ter iniciado. 

    Por isso, ao notar sinais de boa parte deles, é importante consultar um médico especialista na área de ginecologia para ajudar a entender melhor seu caso.

    Diagnóstico da menopausa precoce

    Com a presença dos sintomas acima, fica mais fácil determinar se a menopausa prematura existe no organismo da mulher. O diagnóstico é muito importante, principalmente para as mulheres que desejam ter filhos. 

    Por meio de exame físico feito pelo médico, exames de dosagem hormonal e o ultrassom ovariano, é possível identificar com precisão se os sintomas apresentados se tratam de menopausa precoce. 

    Exames de sangue também devem ser realizados para investigar se há presença de doenças autoimunes, como lúpus, por exemplo.

    Com o diagnóstico correto, o tratamento de Terapia de Reposição Hormonal, a TRH, pode ser uma das alternativas para que a mulher retome o seu ciclo fértil.

    Esse tratamento se faz ainda mais importante, pois mulheres que apresentam menopausa precoce tendem a possuir um risco 4x maior para desenvolvimento de doenças cardíacas e 7x maior para desenvolvimento de osteoporose, por conta da fragilidade do organismo sem o ciclo fértil em dia.

    Menopausa precoce e as chances de engravidar

    A mulher que apresenta o quadro de menopausa possui uma chance menor que 10% para conseguir engravidar naturalmente.

    A partir de procedimentos de implantação de óvulos, por meio de ovodoação e Fertilização In Vitro, as chances para que uma mulher com menopausa precoce engravide aumenta para até 50%. 

    Se você ainda não conhece o procedimento de fertilização in vitro, te convidamos a ler nosso ebook gratuito “Fertilização in vitro: como o método garantiu o aumento das taxas de sucesso na Reprodução Assistida”.

    A menopausa precoce diminui e muito as chances de uma gravidez natural, entretanto, com o tratamento adequado e indicado por um especialista, as chances tendem a aumentar consideravelmente. 

    Mais sobre menopausa

    A menopausa é uma das preocupações para as mulheres que desejam engravidar depois da idade fértil ter passado. 

    Por isso, para dar continuidade ao assunto, indicamos a leitura do material “Menopausa: como combater os sintomas” para que você entenda ainda mais sobre os efeitos da menopausa no organismo e em sua fertilidade.

    Esperamos que goste!

    Considerações finais

    A menopausa pode ser um dos grandes desafios que as mulheres enfrentam quando ainda desejam engravidar. 

    Porém, quando ela acontece antes do previsto, esse desafio pode ficar ainda maior para a realização do sonho da maternidade. 

    Por isso, buscar ajuda ao notar os primeiros sintomas pode ajudar a reverter essa situação com o tratamento adequado para cada tipo de caso. 

    Se você está em busca de profissionais e alternativas que te ajudem a engravidar com saúde, clique aqui e conheça as melhores técnicas de medicina reprodutiva do Brasil.

    O nosso compromisso maior é gerar possibilidades para a vida.

    Leia também: o que é reprodução assistida?

  • Como se preparar para o processo de reprodução assistida?

    Os procedimentos de reprodução assistida são os que mais despertam a curiosidade nas mulheres que almejam realizar o sonho de se tornarem mães.

    Além disso, esse tipo de procedimento pode exigir uma preparação específica da mulher que iniciar o tratamento já a partir da primeira consulta.

    Pensando nisso, preparamos um texto bastante especial para falarmos sobre como funciona o início do processo de reprodução assistida e tirar todas as dúvidas sobre o procedimento.

    Desejamos uma excelente leitura!

    O que é reprodução assistida?

    Métodos de reprodução assistida são tratamentos e procedimentos que ajudam casais que estão tentando ter êxito em conceber uma gravidez, e que não tiveram sucesso quando tentaram de forma natural. 

    Dessa forma, a reprodução assistida trouxe novas alternativas para casais diagnosticados com infertilidade ou dificuldade em engravidar terem a chance de formar suas famílias. 

    Os procedimentos para reprodução assistida podem ser desde a inseminação artificial, onde espermatozoides são injetados diretamente no útero da mulher, até a fertilização in vitro, em que a fertilização do óvulo ocorre fora do útero materno, sendo implantado após a fecundação. 

    Ambos os procedimentos envolvem contato direto com o médico para que a gravidez ocorra de forma saudável para a paciente.

    Por conta dos avanços da medicina reprodutiva, boa parte dos casais que optam por uma clínica especializada em reprodução assistida obtém sucesso em conseguir engravidar. 

    As taxas de sucesso podem variar de 20% a 40%, dependendo do procedimento escolhido. Vale ressaltar que esses dados podem variar de acordo com a faixa etária das pacientes e do histórico de saúde.

    A primeira consulta sobre reprodução assistida

    Durante a primeira consulta, é comum o casal sentir medo de não conseguir encontrar alternativas viáveis para trazer a gravidez ao seio familiar. 

    Entretanto, com uma conversa com um médico especialista, ele analisará o histórico familiar e clínico do casal, além de outras tentativas que tenham ocorrido para que possa entender ainda mais sobre o que vem impossibilitando a gravidez natural.

    O casal terá sua avaliação individualizada para que seja possível descobrir os motivos que podem estar levando à infertilidade.

    Na primeira consulta, entretanto, nem sempre será possível saber qual tratamento sobre reprodução assistida que poderá ser indicado para o casal. 

    Os exames vão apontar com maiores detalhes para o médico que tipo de procedimento e as alternativas possíveis que a família tem para ter um filho. 

    Mesmo para mulheres que decidiram ser mães solteiras ou pessoas em união homoafetiva, a conversa se faz necessária com o médico especialista, a fim de que se possa apontar o que fazer para que o método de reprodução assistida seja o mais eficaz possível. 

    Como se preparar para a primeira consulta?

    Antes de qualquer procedimento, o primeiro aspecto que precisa ser trabalhado para a primeira consulta é o emocional. 

    A mulher que deseja iniciar o procedimento pode procurar amigos, familiares e o parceiro para conversar sobre o tema, suas dúvidas, receios e expectativas em relação ao assunto. 

    Também é recomendado que a mãe faça uma pesquisa prévia sobre o tema e busque anotar suas perguntas para serem levadas ao médico mais indicado.

    Além disso, para a primeira consulta, alguns documentos podem ser necessários, sendo eles: um documento de identificação com foto para reconhecimento da paciente, carteirinha do convênio hospitalar, caso tenha, exames que tenham sido feitos previamente sobre infertilidade, histórico menstrual de no mínimo 6 meses anteriores e relatórios sobre tratamentos e cirurgias que possam ter sido feitas. 

    É importante salientar que cada clínica poderá informar a futura mãe sobre quais documentos serão necessários para a primeira consulta, por isso não hesite e consulte o local de atendimento. 

    Mais sobre reprodução assistida

    Para qualquer procedimento de reprodução assistida, contar com uma equipe de profissionais no assunto é essencial para que o processo ocorra com o máximo de conforto e segurança.

    Por isso, para dar continuidade ao assunto, indicamos a leitura do material “Como procurar a melhor clínica de reprodução assistida?” para que você saiba ainda mais sobre como realizar o seu procedimento com a melhor equipe da área.

    Esperamos que goste!

    Considerações finais

    O procedimento para reprodução assistida envolve processos anteriores à escolha da alternativa mais adequada para o quadro da mulher que deseja ser mãe, mas que não tenha conseguido de maneira natural. 

    Um desses processos é a primeira consulta, primordial para apresentar ao médico suas maiores dúvidas sobre o que envolve a reprodução assistida. 

    Por isso, não hesite em entrar em contato com a melhor equipe de profissionais da área, a fim de sanar todas as suas perguntas e trazer a melhor solução para o seu caso. 

    Se você está em busca de profissionais e alternativas que te ajudem acerca do tema de reprodução assistida, clique aqui e conheça as melhores técnicas de medicina reprodutiva do Brasil.

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  • 10 Perguntas que não posso deixar de fazer ao especialista em fertilidade

    Se você optou por visitar uma clínica de fertilidade, saiba que existe uma série de questões que precisam ser levantadas para esclarecer todas as suas dúvidas. 

    Tendo algumas informações clínicas em mãos, como os resultados de seus exames laboratoriais (e os de seu parceiro), o médico especialista saberá responder qual tratamento é o mais adequado para ajudar no sonho de construir uma família.

    Por isso, resolvemos trazer um material exclusivo e totalmente gratuito que reúnem 10 perguntas fundamentais que devem ser feitas na hora da consulta. 


  • 5 mitos sobre a doação de óvulos

    O assunto ovodoação pode parecer complexo e desenvolver uma série de dúvidas nas pessoas que querem apenas entender mais ou desejam fazer o procedimento.

    Desta forma, para desconstruir possíveis mitos que envolvem esse tema e deixar você mais tranquila quanto a confiabilidade do processo, resolvemos escrever um texto para te ajudar a descobrir todos os detalhes sobre a ovodoação.

    Desejamos uma excelente leitura!

    O que é a doação de óvulos?

    A doação de óvulos, também conhecida como ovodoação, é um procedimento em que uma mulher recebe óvulos de uma doadora. Esse método possibilita às mulheres que não conseguiram engravidar naturalmente, que realizem o sonho de formar uma família. 

    O processo acontece quando os óvulos de uma doadora se juntam aos espermatozóides do casal que irá receber a doação. A partir da Fertilização in Vitro, os óvulos são transferidos para a mãe que recebe esse tratamento, podendo assim engravidar. 

    Os óvulos que são doados para a mãe anteriormente ao processo de serem introduzidos no útero materno, passam por um procedimento rigoroso e criterioso de avaliação quanto à compatibilidade que doadora e receptora têm em relação ao material genético. 

    Para que o processo aconteça com o máximo de segurança possível, é de extrema importância procurar por clínicas e equipes médicas especializadas no procedimento e que priorizem o bem-estar das pacientes.

    5 mitos sobre a ovodoação

    Mesmo sendo um procedimento altamente seguro e eficaz, a doação de óvulos pode trazer algumas dúvidas para as pessoas que ainda não conhecem muito bem o procedimento.

    Essas dúvidas podem levar as pessoas a tirarem conclusões precipitadas sobre o assunto e sem saber como desconstruir uma série de mitos que se formam sobre a doação, acabar desistindo antes de começar. 

    Por isso, nesse tópico vamos falar sobre quais mitos são esses para esclarecê-los da melhor forma possível. Confira abaixo. 

    1. Apenas mulheres acima dos 40 anos podem receber doação de óvulos

    Um grande mito. Mulheres que não produzem óvulos ou produzem com qualidade insuficiente para iniciar uma gravidez natural podem receber o tratamento, desde que estejam acima dos 18 anos. 

    Além disso, mulheres que serão mães solteiras ou que fazem parte de uma união homoafetiva também podem se candidatar a receberem a doação de óvulos. 

    2. A doadora terá acesso à mãe receptora

    Mito. É previsto por lei que a doadora não terá sua identidade revelada, assim como a mãe que receberá a doação de óvulos. 

    Isso permite que ambas tenham a segurança que precisam para o procedimento, impedindo também que a doadora tente reconhecer algum direito sobre o filho gerado pela mãe receptora. 

    3. Receber óvulos faz a mulher “menos mãe” da criança

    Um dos mitos que mais trazem receio às mulheres que estão em tratamento. Receber óvulos doados não faz uma mulher menos mãe. 

    A mãe será responsável por carregar e desenvolver a criança dentro de seu útero, além de cuidar da aprendizagem de seu filho. 

    A recepção de óvulos é um pequeno estágio para que o sonho de uma mãe se torne realidade, mas sem tirar jamais o papel da mulher na maternidade. 

    O material genético do óvulo doado também não altera em nada o papel da mãe e também não transfere características da mulher doadora para o bebê.

    4. A doação de óvulos é paga

    A mulher que deseja fazer doação de óvulos deve realizar a contribuição de forma altruística, ou seja, sem fins lucrativos e com o objetivo de ajudar outras mulheres a realizarem o sonho da maternidade. 

    Por lei, a doação de óvulos que não acontece de forma espontânea, isto é, quando a mulher recebe algo por isso, é proibida em território nacional. 

    5. Apenas a doação de óvulos é possível para que a mulher se torne mãe

    Não necessariamente. A doação de óvulos é uma das possibilidades para que a mulher se torne mãe. 

    Em caso de esterilidade, ou seja, onde a mãe não consegue gerar um filho a partir do próprio organismo, a mãe pode optar pelo gesto de adoção e realizar o seu sonho de formar uma família. 

    Mais sobre doação de óvulos

    O procedimento de doação de óvulos envolve leis e alguns requisitos obrigatórios para que ocorra da forma mais segura, tanto para a futura mãe, quanto para a doadora. 

    Por isso, para dar continuidade ao assunto, indicamos a leitura do post “Entenda como funcionam as regulamentações e a legislação da doação de óvulos no Brasil” para que você saiba ainda mais sobre quais as regras que regem a ovodoação.

    Esperamos que goste!

    Considerações finais

    A doação de óvulos é um procedimento que ainda levanta muitas questões sobre como deve ser feito ou se é seguro. 

    Nem sempre essas dúvidas são respondidas por verdadeiros especialistas na área, o que pode gerar muitos mitos sobre o assunto ou até fazer com que algumas mulheres não confiem totalmente no procedimento. 

    Porém, isso é uma realidade que cada vez mais fica para trás. Com a desconstrução das conclusões precipitadas por meio da disseminação de informações, fica muito mais simples de entender como a doação de óvulos tem permitido que o sonho de milhares de mães se torne realidade. 

    Se você achou que o nosso post ajudou você, clique aqui e complemente seus conhecimentos com as melhores técnicas de medicina reprodutiva do Brasil.

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  • Entenda o impacto do Cisto de Ovário na fertilidade feminina

    Apresentar um quadro de cisto ovariano pode ser uma verdadeira dor de cabeça para mulheres que almejam ser mães um dia, uma preocupação grande já que esse tipo de diagnóstico pode afetar sua fertilidade. 

    E para entender sobre o caso de forma aprofundada, bem como a forma que o cisto pode acarretar dificuldades para gerar um filho, preparamos esse texto sobre esse assunto. 

    Desejamos uma excelente leitura!

    O que é cisto de ovário?

    O cisto de ovário é mais conhecido popularmente pela semelhança a uma bolsa contendo líquido ou material sebáceo que se forma sobre ou dentro do ovário. Sua presença no organismo, por sua vez, pode causar dores fortes na região pélvica.

    O cisto de ovário, dependendo de onde esteja localizado, pode acabar causando dores mais fortes no período menstrual, já que desregula o fluxo da mulher que o tenha desenvolvido. 

    Existem alguns tipos de cistos de ovário, e o mais conhecido é o cisto funcional, que pode possuir dois tipos de especificidades, sendo os foliculares (que são gerados antes da fase da menstruação da mulher)  e os lúteos, gerados a partir da ovulação.

    Sintomas de cisto no ovário

    Alguns dos principais sintomas de cisto de ovário, são: dores e inchaço na região pélvica, dor ao evacuar, dor antes que o período menstrual inicie (podendo ser confundido com as cólicas menstruais), enjoo, vômito e dor ao se movimentar.

    Caso o cisto ovariano se rompa, é provável que sintomas como sangramentos e dor fiquem ainda mais frequentes e evidentes em boa parte das ocorrências. 

    Além disso, a dor também pode piorar com o ato sexual, fazendo com que a mulher não se sinta estimulada a prosseguir com a relação por conta do desconforto. 

    Conheça os 5 sintomas de cisto no ovário mais frequentes!

    Cisto de ovário e a fertilidade feminina: qual é a relação?

    Como é uma alteração ginecológica diagnosticada de maneira frequente nos consultórios médicos, muitas mulheres temem que a relação entre o cisto de ovário e a fertilidade feminina prejudique a gravidez natural.

    Esse quadro, por sua vez, acomete 25% das mulheres em idade reprodutiva. Dessa forma, mulheres com faixa etária dos 20 aos 35 anos, que apresentem outras condições ginecológicas, como doença inflamatória pélvica (DIP) ou endometriose, podem ter maior propensão em desenvolver o cisto. 

    Sem o tratamento ideal, o cisto de ovário e a fertilidade feminina pode ter uma relação capaz de gerar prejuízos, como dificuldade de engravidar naturalmente ou até interferindo no desenvolvimento da criança na barriga.

    É importante ressaltar, contudo, que o cisto é um obstáculo, mas não impede que a gravidez ocorra.

    Entretanto, é muito importante que um médico tenha a oportunidade de diagnosticar a tempo, para que possa indicar o melhor tratamento para a retirada do cisto, preferencialmente antes das tentativas de gravidez.

    Boa parte dos cistos ovarianos acontecem devido ao próprio processo natural de ovulação. Os cistos funcionais, tais como o cisto de corpo lúteo ou o cisto folicular, podem regredir de forma natural, sem a necessidade que aconteça qualquer tipo de tratamento e não afetando a fertilidade feminina. 

    Porém, o cisto ovariano de grandes dimensões, como o cistoadenoma, que se desenvolve a partir da endometriose, pode promover torções ovarianas ou tubárias, o que dificulta a gravidez natural. Além disso, esse tipo de cisto pode levar a mulher a se submeter a uma cirurgia para poder retirá-lo.

    As pacientes que têm endometriose, por sua vez, precisam ter atenção, pois a sua fertilidade pode acabar sofrendo alterações hormonais e na ovulação por conta da presença da doença no organismo.

    Cisto de ovário tem solução?

    Sim. Como falamos anteriormente, dependendo do caso e do tamanho do cisto, ele pode regredir naturalmente, ou a retirada pode acontecer por meio cirúrgico. 

    O tratamento mediante anticoncepcionais também é uma alternativa, que deve ser recomendado pelo médico de acordo com cada quadro.

    Nesse sentido, quanto antes for diagnosticado, mais fácil de conseguir lidar com o quadro sem que o mesmo apresente riscos para a fertilidade feminina ou para o desenvolvimento do feto ainda na barriga. 

    Portanto, ao sentir os primeiros sintomas, não hesite em buscar a ajuda de um ginecologista para que ele possa orientá-la e consiga tratar o problema.

    Considerações finais

    O cisto no ovário é um dos principais problemas que dificulta o processo natural da mulher gerar um filho.

    Dependendo do caso, além do cisto conseguir regredir sem a necessidade de qualquer procedimento médico, também pode não afetar a fertilidade feminina. 

    Para dar continuidade ao assunto sobre infertilidade, indicamos a leitura do material “10 perguntas para fazer durante a consulta ao especialista de infertilidade” para que você fique preparada e saiba o que esperar na consulta com o seu médico.

  • Infertilidade e câncer de mama: impactos e alternativas para ser mãe

    É sabido que o tratamento contra o câncer ainda é agressivo e tais efeitos colaterais podem acabar afetando a capacidade que a mulher tem de engravidar, tornando o cenário de infertilidade feminina uma realidade. 

    Para falarmos sobre esse tema delicado e explicar quais alternativas a mulher pode procurar para conseguir a sonhada gravidez, preparamos esse texto super especial e necessário. 

    Desejamos uma excelente leitura!

    O câncer de mama

    O câncer de mama é uma doença que é encontrada, principalmente, em mulheres. Em raros casos, também acomete 1% dos homens, mas sendo uma doença quase que predominantemente feminina. 

    Geralmente, o diagnóstico é fornecido quando o médico encontra um nódulo doloroso no seio, podendo apresentar secreção. 

    O câncer de mama pode ser do tipo maligno, necessitando extrair a região inteira para evitar se espalhar para o restante do corpo. Ou benigno, onde a extração pode ser feita apenas na região atingida. 

    O câncer de mama requer tratamento, conhecido como quimioterapia, onde o processo se dá por meio da destruição das células cancerígenas através de medicamentos e sessões de radioterapia. 

    Por conta do tratamento e das sessões de quimioterapia, a mulher pode apresentar efeitos colaterais, como perda de cabelo, cansaço, perda de apetite e até ausência de menstruação, causando infertilidade temporária ou permanente. 

    Infertilidade feminina e o câncer de mama

    A infertilidade feminina pode ser causada pelo próprio organismo, a partir de doenças, como DSTs ou então um fator externo que faz com que a mulher não consiga engravidar. 

    A infertilidade, em boa parte dos casos, tem solução e pode ser resolvida com tratamento ou até uma mudança básica na rotina diária, dependendo do diagnóstico do médico. 

    A taxa de fertilidade das mulheres em idade fértil, ou seja, até os 35 anos pode ser afetada por alguns dos tratamentos oncológicos voltados ao câncer. 

    Esses tratamentos, que incluem a quimioterapia, podem causar ausência de menstruação por um período, onde oferece o risco de ocorrência da menopausa precoce em cerca de 40% a 80% dos casos.

    A quimioterapia acaba acarretando nessa ausência da menstruação por conta da reação do organismo aos medicamentos ministrados durante o tratamento.

    Vale ressaltar que se o tratamento de câncer necessitar apenas de cirurgia e radioterapia, é raro que a paciente tenha a sua fertilidade afetada.

    A infertilidade acontece para todas as mulheres em tratamento?

    Não. Antes de qualquer conclusão, é necessário saber alguns aspectos que vão permitir ao médico identificar se a fertilidade da mulher pode sofrer alguma alteração com o tratamento.

    Há também a necessidade de considerar em que estágio o tumor está e se ele é benigno ou maligno. Dessa forma, quanto menos grave for o caso, menos existirá a probabilidade de a mulher enfrentar problemas de infertilidade.

    A idade também é outro fator primordial para definir como a mulher responderá aos tratamentos, ou seja, qual a capacidade do organismo de superar qualquer abalo durante os tratamentos para retomar a fertilidade. 

    Além disso, a idade da mulher está relacionada intimamente a qualidade e quantidade de óvulos que a mesma tem em seu organismo para conseguir engravidar. 

    Ou seja, se a mulher estiver em idade fértil (entre 25 e 35 anos), pode ter mais chances de o organismo se restabelecer para gerar uma gravidez. 

    Quanto antes o diagnóstico for feito, menores serão as chances de afetar a fertilidade, pois permite que o tratamento aconteça de forma mais efetiva, resolvendo a doença em estágios iniciais.

    Também é importante ressaltar que ainda que a mulher não tenha e fertilidade afetada, há um período de dois anos que ela precisa esperar para tentar engravidar, pois é necessário ter certeza que o tumor não irá retornar, sendo fundamental o acompanhamento médico adequado. 

    Tratamento para preservar a fertilidade

    Existem alguns tratamentos para a mulher preservar a sua fertilidade enquanto cuida de sua saúde na luta para vencer o câncer de mama. 

    O diálogo com o médico a respeito de seus medos, desejos e dificuldades é muito importante também para a mulher que quer um dia ser mãe, pois com isso o médico poderá buscar o tratamento mais adequado para o caso.

    Vamos falar sobre um desses tratamentos, que é um dos mais procurados pelas mulheres que almejam manter alta as suas chances de engravidar. 

    O tratamento que envolve congelamento de óvulos é um dos mais indicados. 

    A mulher faz a retirada de parte dos seus óvulos para serem utilizados posteriormente na fertilização e após a cura total do câncer, sendo esta uma das melhores alternativas para que a mulher consiga preservar suas chances de ser mãe. 

    A técnica de congelamento de óvulos capta, resfria e armazena os óvulos da mulher em nitrogênio líquido. 

    Como o congelamento acontece por tempo indeterminado, quando a mulher estiver apta para gestacionar, os óvulos são descongelados e fecundados em procedimento laboratorial e em seguida, os embriões são transferidos para o útero da futura mulher.

    Por isso, ainda que seja um processo extremamente difícil, manter as esperanças em relação ao futuro é essencial. 

    A medicina tem avançado cada vez mais para buscar alternativas que permitam uma vida saudável para mulheres que passam pelo desafio de vencer o câncer. Portanto, não desista desse sonho!

    Mais sobre infertilidade feminina

    Saber como a infertilidade feminina é diagnosticada é essencial para entender o que fazer para reverter com sucesso esse quadro.

    Por isso, para dar continuidade ao assunto, indicamos a leitura do material “Entenda os parâmetros analisados no diagnóstico de infertilidade feminina”.

    Esperamos que goste!

    Considerações finais

    Durante o tratamento do câncer de mama, não é nada fácil lidar com o medo, os sonhos e as expectativas sobre retomar a vida de forma normal e saudável. 

    Além disso, para algumas mulheres, esse sonho fica ainda mais complexo, pois conseguir conciliar tratamentos pesados com o desejo em ser mãe não é simples. 

    Porém, dependendo do caso da mulher e o estágio que a doença se encontra, é possível realizar esse sonho com o máximo de segurança que a medicina atual possibilita. 

    O avanço da medicina tem permitido que as mulheres consigam viver suas vidas com a máxima segurança para que seus sonhos não sejam interrompidos ao saber que é possível ter uma família após vencer o câncer. 

    Se você achou que o nosso post ajudou você, clique aqui e complemente seus conhecimentos com as melhores técnicas de medicina reprodutiva do Brasil.

    O nosso compromisso maior é gerar possibilidades para a vida.

  • Tudo sobre a Inseminação Intra-Uterina

    A inseminação Intra-Uterina, também conhecida como Inseminação Artificial, é uma técnica de Reprodução Assistida. 

    Empregada com o objetivo de aumentar as chances de gravidez em um casal com problemas para engravidar, também é utilizada para proporcionar a chance de serem mães, mulheres sem um parceiro masculino. Com a ausência de espermatozoides nesse caso, é usado esperma proveniente de um doador. 

    Para falar de forma mais aprofundada sobre essa técnica, preparamos esse texto para ajudar a esclarecer mais sobre o assunto. 

    Esperamos que tenha uma boa leitura!

    Inseminação Intra-Uterina: saiba mais 

    A técnica consiste no processo de inseminação artificial, ou seja, na introdução de sêmen dentro da vagina, útero ou trompas de falópio da mulher. Em boa parte dos casos, o sêmen é introduzido na cavidade uterina. 

    Quando existe a fecundação e a formação do embrião, o espermatozóide deve entrar no ovócito em um período entre 12-24 horas após o óvulo ser liberado do ovário. Inclusive, esse é um motivo que leva a inseminação ser sincronizada com o ciclo de menstruação da mulher. 

    O procedimento deve ser feito em centros de Reprodução Humana. É importante escolher a melhor clínica, um local de confiança com profissionais especialistas.

    Como é feita a preparação da mulher para o procedimento?

    A inseminação intra-uterina pode ser realizada em um ciclo natural, sem necessidade de medicação; em um ciclo natural modificado, onde é necessário programação da data e hora da ovulação por meio de medicação específica ou em um ciclo apenas estimulado pela medicação. 

    O ciclo estimulado com medicação tem o objetivo de provocar o crescimento de um ou mais folículos para que, posteriormente, aconteça a liberação e fertilização desse óvulo na trompa da paciente pelo sêmen injetado previamente intra uterino.

    Levando em conta a técnica escolhida, a mulher passa a ser monitorada ecograficamente (por meio de ultrassonografia) para que se possa determinar a quantidade de folículos e o seu crescimento. Dessa maneira, é possível  detectar e escolher o momento que será ideal para a inseminação. 

    Durante o acompanhamento ecográfico é possível a realização de dosagens hormonais (LH e Estradiol) que auxiliam o médico na definição do melhor momento para o procedimento.  

    Para conhecer mais sobre o procedimento, recomendamos a leitura do texto “Como a mulher deve se preparar para inseminação artificial?”. 

    Como é feita a preparação do homem para o procedimento?

    Se o procedimento usar o esperma do casal, o mesmo é colhido no dia do procedimento . Geralmente, é indicado um período de 2 a 3 dias de abstinência sexual, porém não é obrigatório. 

    O sêmen é analisado e preparado em laboratório. Dessa forma, há a seleção para a inseminação intra-uterina dos espermatozóides com a qualidade  maior. 

    Em caso de utilização do sêmen de um doador, o material, que é mantido congelado, é então descongelado para utilização.

    O procedimento

    Essa técnica é essencialmente indolor, onde é usado um cateter especial e fino para se alcançar o colo do útero. Por meio desse cateter, se introduz uma pequena quantidade de sêmen concentrado na cavidade do útero. 

    Após o procedimento, pode ser necessário ministrar algum medicamento para a paciente para facilitar que os espermatozóides sejam estimulados a se moverem para o útero. Esse medicamento pode ser colocado diretamente na vagina, de acordo com a preferência do médico e estimulação usada na paciente. 

    Após 15 dias de realização da técnica, pode ser feito um teste de gravidez, de urina ou de sangue para constatar se o procedimento teve resultado positivo. 

    Quando fazer a inseminação?

    Alguns casos são mais indicados para que se realize a inseminação intra-uterina. Dentre eles, quando a fertilidade natural do casal está diminuída, tanto pela saúde do organismo dos indivíduos, quanto doenças sexualmente transmissíveis e alterações da produção do esperma. 

    Indica-se também quando não há a existência de espermatozóides masculinos em um casal heterossexual, por isso há a necessidade de um doador. Ou quando a mulher opta por uma produção independente. 

    Efeitos colaterais e riscos

    Os riscos para a inseminação intra-uterina são baixos. Talvez, o risco maior seja a possibilidade de gravidez múltipla, onde essa possibilidade deve ser controlada pelo médico por meio da monitoração da ovulação. 

    Esse risco acontece por conta da presença de mais de um folículo potencialmente maduro no processo de inseminação.  

    O risco de infecção é bastante baixo também, principalmente quando usado o esperma de um doador. A seleção do esperma é feita de forma rigorosa por um processo de seleção e também despiste de doenças. O esperma doado só pode ser usado depois de um período de quarentena. 

    Diferença entre inseminação intra-uterina e fertilização in vitro

    É indicado o tratamento de inseminação intra-uterina quando o espermatozóide não consegue alcançar as trompas  por conta de sua baixa qualidade. 

    Para se constatar o quadro em relação ao alcance do espermatozoide para chegar ao útero, os médicos fazem o acompanhamento do paciente por meio de uma ultrassonografia transvaginal a cada 3 dias. 

    Quando um ou mais folículos passam de 18mm de diâmetro, a ovulação passa a ser estimulada. Porém, é necessário o número mínimo de 5 milhões de espermatozoides produzidos pelo homem para serem estudados e para que parte deles sejam injetados na cavidade uterina. 

    Considerações finais

    Foi possível notar com a leitura desse texto que o procedimento de inseminação intra-uterina é bem simples. Principalmente, quando comparada com a fertilização in vitro, que, em contrapartida, apresenta uma taxa maior de sucesso. 

    Então, se você deseja conhecer mais sobre esse e outros assuntos, não deixe de acompanhar nossos textos e se informar. 

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  • Dicas para evitar a infertilidade masculina

    A infertilidade masculina pode ocorrer ao longo da vida ou pode ter origem em uma herança genética. Ainda assim, qualquer escolha pode vir a impactar o modo como a infertilidade é ocasionada, e as escolhas de hábitos e saúde fazem toda a diferença nesse quesito.

    O sonho de formar uma família é algo comum entre muitos casais. E sendo esse o seu caso e da pessoa que você divide uma vida, alguns cuidados podem ser tomados para que a fertilidade não fique comprometida. 

    Por isso, vamos fornecer nesse material algumas dicas que podem te ajudar a preservar o seu organismo e a sua fertilidade. 

    Desejamos uma excelente leitura!

    O funcionamento do corpo masculino

    O corpo masculino produz sêmen dia após dia, entretanto, com a chegada da idade e o passar do tempo, alguns hábitos não saudáveis podem comprometer o funcionamento da produção de espermatozóides, diminuindo de forma significativa a chance de se tornar pai. 

    Algumas das causas principais quanto à infertilidade masculina são a produção ausente ou de menor qualidade de espermatozoides no sêmen. Além disso, uma série de inflamações, doenças prostáticas, disfunções hormonais e câncer também são causadores da infertilidade. 

    As varizes nos testículos, ou varicocele, é uma das principais doenças causadoras da infertilidade masculina. Cerca de 42,2% dos casos provém da varicocele. Em seguida, os casos de infertilidade idiopática ou sem causa aparente também aparecem no ranking. 

    A obstrução em vias seminíferas também é uma causa apontada nos diagnósticos em 14,3% dos casos. Criptorquidia, onde um ou ambos os testículos não conseguem descer para a bolsa testicular, apresentam 3,4% das causas para infertilidade. 

    Há ainda outros fatores, em menores índices, que também devem ser levados em consideração. Alguns deles, como disfunção ejaculatória (1,3% dos casos), fator imunológico (2,6%), insuficiência testicular de primeiro grau (1,3%), exposição excessiva à radiação ou o uso de drogas (1,1%), além das causas endócrinas (1,1%). Existem casos ainda que a causa da infertilidade masculina ocorre em associação a mais de um fator. 

    É importante levar em consideração também que as causas desconhecidas para infertilidade ainda estão em grande presença, e acredita-se que uma das formas para não contribuir para esse resultado é levar uma vida saudável, por meio de medidas simples que podem fazer toda a diferença. 

    E não é só esse benefício, mas a vida saudável também permite que o indivíduo se sinta melhor e tenha uma vida mais leve. Por isso, separamos algumas dicas que podem contribuir para que a infertilidade masculina não aconteça. 

    Dicas para evitar a infertilidade masculina

    Uma vida saudável, além de ajudar a evitar a infertilidade no homem, também ajuda a se proteger de uma série de outros males ao organismo. Se você deseja realizar o seu sonho de construir uma família, preste atenção nas dicas que vamos te passar agora. 

    • Pratique exercícios com alguma frequência semanal. Cerca de 30 a 40 minutos são o suficiente, mas cuidado com o excesso de peso. Não exagere;
    • Tenha um sono saudável, por um período de 8 horas diárias. Lembre-se que o ideal é dormir cedo e acordar cedo; 
    • Não se esqueça de fazer refeições a cada 3 horas no dia, escolhendo alimentos saudáveis; ricos em fibras, como verduras, legumes, frutas, grãos integrais, etc.; 
    • Hidrate-se, beba cerca de 2 litros de água por dia; 
    • Evite consumir cafeína em excesso;
    • Evite o estresse e tente adotar medidas para aliviá-lo, como acupuntura, yoga, meditação e shiatsu;
    • Evite banhos muito quentes em banheiras e saunas, pois o excesso de calor sobre os órgãos sexuais ajuda a interferir na produção de espermatozoides; 
    • Cuidado ao manter o notebook no colo sem uma proteção, de modo que o calor e a radiação do aparelho não interfiram na produção de espermatozoides. 

    Os hábitos saudáveis fazem toda a diferença quanto à fertilidade masculina, e o acompanhamento médico é essencial para se obter a orientação correta para cada caso, de forma individualizada e específica. 

    Não deixe de procurar um especialista em urologia para falar acerca dos cuidados voltados às infecções genitais e como o uso de drogas, álcool, anabolizantes, cigarros, medicamentos que tenham como base a codeína desencadeiam de forma direta casos de infertilidade masculina. 

    E não se esqueça: manter-se longe de fatores que provocam risco à fertilidade é a melhor medida a ser tomada, principalmente para quem deseja constituir uma família. 

    Considerações finais

    A mudança de hábitos que auxiliem na busca por uma forma saudável de viver a vida pode construir boas bases para evitar que a infertilidade masculina faça parte do diagnóstico do homem que tem o objetivo de ter uma família. 

    Por isso, não deixe de cuidar integralmente de sua saúde, preservando-a da melhor maneira possível. 

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  • Diagnóstico de infertilidade masculina: conheça os exames e parâmetros

    A infertilidade masculina não é rara, e também não é sem solução. Cerca de 15% dos casais da população mundial, que estão em busca de conseguir engravidar, podem apresentar problemas relativos à infertilidade.  

    E essa realidade é tão possível para o homem, quanto para a mulher, tendo em vista que a chance dos dois apresentarem o quadro é de 40% para cada um. 

    Mesmo levando em consideração que é chegada a hora de aumentar a família, é necessário entender sobre os fatores biológicos e comportamentais que levam à patologia. 

    E para compreender os parâmetros analisados dentro do diagnóstico de infertilidade masculina, preparamos esse texto para que você consiga sanar as suas principais dúvidas acerca do assunto. 

    Desejamos que tenha uma boa leitura!

    Infertilidade masculina: o que fazer para reconhecer?

    A varicocele é uma das causas mais comuns da infertilidade masculina. Porém, para que ela seja identificada com precisão, é necessária a realização de dois exames. São eles: o espermograma e o exame físico da bolsa testicular. Ambos os exames levam a um diagnóstico seguro sobre o quadro. 

    Entretanto, ainda existem outros exames que ajudam a entender outros possíveis quadros. Vamos falar deles logo em seguida. 

    Um pouco mais sobre a varicocele

    Cerca de 40% dos casos de infertilidade masculina estão ligados à varicocele. Essa doença corresponde às veias que estão dilatadas e tortuosas; de calibre grosso, dentro da bolsa escrotal. 

    Dessa forma, a temperatura aumenta, o que prejudica diretamente a produção de espermatozoides. Na maior parte das vezes, pode não haver sintomas. Porém, se houver dor, o caso pode estar mais avançado. 

    Ejaculação

    A falta de ejaculação ou a ejaculação retrógrada (quando há volta para a bexiga), pode estar relacionada à doenças, como: diabetes, esclerose múltipla, traumas na medula, problemas psicológicos e até danos cirúrgicos. 

    A solução pode ocorrer por meio de estímulos vibratórios ou elétricos, além de medicamentos, chegando à coleta de material para reprodução humana assistida, em último caso. 

    Espermatozóides com anomalias

    Desde espermatozóides com formato anormal, até a sua ausência total dos mesmos, caracterizando Azoospermia, esses são apenas alguns problemas que podem ajudar na dificuldade para fertilização natural. A baixa contagem de espermatozoides e a baixa mobilidades são outros motivos que também levam ao mesmo resultado. 

    Como não há sintomas, é difícil a constatação do problema, sendo apenas possível por meio de exames. A solução pode acontecer através de inseminação intrauterina com o espermatozoide, desde que a anomalia se caracterize de pequeno porte. Ou então, se o esperma vier de um doador para a fertilização in vitro, aumentando as chances para a gravidez. 

    Anticorpos produzidos contra os espermatozóides 

    Os anticorpos produzidos pelo organismo feminino, dentro do muco cervical, podem afetar de forma marcante os espermatozóides em sua trajetória até a fecundação. Existem ainda casos onde traumas testiculares, pós-vasectomia e torção que ocasionam o aumento na produção de radicais livre, o que pode vir a interferir na espermatogênese. 

    Obstrução

    Uma parcela pequena de homens apresenta o bloqueio no ducto ejaculatório. Tal bloqueio impede que os espermatozóides alcancem o fluido seminal ou esperma e em seguida, o óvulo da mulher. 

    Isso pode acontecer pelos mais variados resultados possíveis, que vão desde defeito congênito (ausência dos ductos), infecção, ferimento até vasectomia. O problema não apresenta sintomas. 

    Em caso de cirurgia reparatória, o sucesso do procedimento pode variar de 50% a 90% das situações, dependendo do organismo. 

    Hábitos de vida pouco ou não saudáveis 

    Podem afetar de forma direta na produção de espermatozoides o tabagismo, drogas, exercícios físicos feitos em excesso, peso corpóreo fora do ideal, anabolizantes, estresse, alimentação desregrada, exposição a produtos tóxicos e também à poluição excessiva. 

    Fator idade

    Ainda que os homens apresentem produção de espermatozóide até o último dia de vida, as chances para alterações na qualidade e na quantidade podem aumentar, dependendo da idade. 

    Infertilidade inexplicável 

    Depois de todas as hipóteses serem descartadas, algumas vezes, não se chega ao consenso do que levou à infertilidade total ou temporária do homem, pois os estudos e exames podem apresentar resultados inconclusivos. 

    Mitos sobre a infertilidade do homem

    Algumas informações infundadas ou ultrapassadas podem acabar levando à confusão sobre o que, de fato, causa a infertilidade masculina. Pensando nisso, vamos falar um pouco mais sobre esses mitos e desmistificar o assunto. 

    Infertilidade é um problema psicológico

    Em boa parte dos casos, o problema não tem a ver com o psicológico do paciente. A infertilidade masculina se trata de um problema físico, que pode acontecer por conta de uma função testicular deficiente, problemas anatômicos ou até urológicos.

    A alteração psicológica pode impedir ou dificultar que a relação sexual decorra da forma esperada, como, por exemplo, apresentar dificuldade de ereção. 

    Esportes de risco causam infertilidade

    Não existe motivo comprovado para isso. A infertilidade só pode ser ocasionada, nesse caso, quando durante a prática, ocorre algum dano externo aos testículos ou ao aparelho reprodutor masculino. 

    A vasectomia torna o homem infértil

    Com a vasectomia, a produção de espermatozóides continua, mas a saída dos mesmos do canal reprodutor não acontece mais. Com isso, é eliminada em quase 100%, a possibilidade de gravidez. 

    Entretanto, o homem continua sendo fértil. A técnica é simples e eficaz quanto ao controle da gravidez, mas nem sempre eficaz quanto à sua reversão em alguns homens. 

    Mais sobre infertilidade

    O combate à infertilidade muitas vezes pode ser feito por meio de medidas simples e da rotina. Pensando nisso, indicamos esse artigo sobre combate à infertilidade: como hábitos saudáveis previnem riscos para te ajudar a entender como a mudança no seu dia-a-dia pode fazer toda a diferença. 

    Considerações finais

    Como se pôde perceber ao longo desse texto, é de fundamental importância entender como funcionam os diagnósticos para infertilidade masculina. Além disso, não se deixar abalar por mitos e procurar a orientação correta para a solução do seu caso.

    Por isso, contar com uma equipe de profissionais a postos para te ajudar, é um fator primordial para esclarecer todas as suas dúvidas e angústias. Não deixe para o último momento e busque informações sempre que possível sobre o assunto. 

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  • Entenda os parâmetros analisados no diagnóstico de infertilidade feminina

    A infertilidade é uma realidade na vida de muitas mulheres, e em muitos casos, ela só é descoberta quando o casal inicia as tentativas de concepção natural e não obtém sucesso. E essa realidade traz consigo a necessidade de considerar uma consulta ao médico para diagnosticar as causas que estão impedindo a concepção.

    É imprescindível procurar um especialista de confiança para dar início a uma avaliação criteriosa.

    Pensando nisso, preparamos esse texto para te ajudar a entender um pouco mais acerca dos parâmetros que são analisados no diagnóstico de infertilidade da mulher. 

    Desejamos uma boa leitura!

    Exames para diagnóstico de infertilidade feminina

    Um dos primeiros passos que a mulher terá que dar, além de procurar uma avaliação profissional, são os exames que serão solicitados na consulta. Entre esses exames, estão: exames de sangue, para avaliação clínica e hormonal a ecografia, para avaliar o útero e ovários, e o exame ginecológico de rotina.

    Esses estudos vão fornecer o direcionamento necessário para verificar como se encontra o estado geral de saúde da mulher. Além disso, informam também se a mulher está ovulando ou não. 

    Além destes, habitualmente é solicitado um exame para avaliação das trompas, são esses: 

    Histerossalpingografia

    Atua como um raio-X contrastado, permitindo que se tenha a visualização do estado das trompas de falópio. 

    Frente a algumas alterações encontradas nos exames de ecografia e/ou histerossalpingografia, indica-se a realização de uma histeroscopia. 

    Histeroscopia de introdução

    Acontece com a introdução de uma pequena câmera de vídeo através do colo uterino, captando imagens da parte interna do útero, o que permite investigar e tratar a possível existência de pólipos uterinos, sinéquias, miomas, entre outras alterações.

    Porém, ao não encontrar uma justificativa para a dificuldade em engravidar, a paciente pode ser encaminhada para outro médico especialista, voltado à reprodução assistida. Vale ressaltar que, mesmo falando do caso específico da mulher, o casal deve se submeter aos exames, e não apenas uma das partes.

    A relação entre hábitos e infertilidade 

    Nem sempre as questões de infertilidade feminina são o reflexo de um organismo doente e com necessidade de tratamento. Outros pontos também devem ser levados em conta para o diagnóstico. Alguns deles nós citamos abaixo:

    Idade

    As chances que a mulher tem para engravidar diminuem de acordo com cada ano que passa. Isso acaba interferindo, principalmente sobre a quantidade e qualidade dos gametas femininos, comprometendo sua capacidade para a reprodução.

    Hábitos de vida pouco saudáveis

    Drogas, fumo, falta de prática esportiva ou excesso de prática de exercícios, estresse, peso oscilante (maior ou menor que o ideal) e uma alimentação pouco nutritiva são apenas alguns dos fatores que prejudicam a fertilidade. Estar exposto a produtos tóxicos, radiação e poluição excessiva também ajudam no diagnóstico. 

    Mitos sobre infertilidade feminina

    Mitos populares, muitas vezes, podem acabar com os nervos de muita gente. É de extrema importância não levar tanto em consideração o que é dito por aí, e considerar o diagnóstico do médico como a principal diretriz para entender sobre a infertilidade feminina. 

    Separamos abaixo alguns mitos que ainda são disseminados, mas que em muitas ocasiões, não correspondem totalmente à realidade. 

    O uso do anticoncepcional por muito tempo aumenta a dificuldade para conseguir engravidar

    Seja em forma de pílulas, DIU ou adesivo, o seu papel é apenas de bloquear a ovulação de forma momentânea. Dessa maneira, a rotura do folículo e liberação do óvulo é impedida. 

    Porém, quando deixam de serem utilizados, a ovulação volta a ser restabelecida. Para que a regularidade volte a ocorrer de forma natural, vai depender do ciclo de cada mulher, e isso pode ocorrer de forma imediata ou levando até meses. 

    Mulheres com ovário policístico não engravidam

    O que acontece nesses casos é que a ovulação pode ocorrer de forma desregulada, ou seja, nenhum óvulo sendo liberado ou liberado ocasionalmente, ainda que exista a menstruação. Dessa forma, as chances para engravidar ficam a critério da “sorte”. 

    Abortos anteriores diminuem drasticamente a chance de gravidez 

    Abortos naturais são comuns, principalmente em idade avançada ou a partir dos 40 anos. Pode acontecer da mulher sofrer um aborto, mas no mês seguinte, engravidar novamente.

    Porém, quando constatados dois abortos seguidos, é necessário entender a causa e investigar se há doenças genéticas envolvidas nesse processo. Ou então, se há alguma disfunção endócrina para o quadro. 

    Mulheres com apenas uma trompa e um ovário não engravidam

    Com a produção de óvulos e a não obstrução da trompa, a gravidez ocorre de forma natural e se não houver outro tipo de problema que ocasione a não gravidez. 

    Útero retrovertido impede a gravidez

    O útero invertido, ou retrovertido, não interfere na fertilidade feminina. Os espermatozoides fazem o mesmo caminho para a fecundação de forma natural. 

    Mais sobre infertilidade

    Se você tiver mais perguntas sobre o assunto, preparamos outro artigo que pode te ajudar a saber quais são as 10 perguntas para fazer durante a consulta ao especialista de infertilidade. 

    Um especialista sempre pode ajudar a entender mais sobre a infertilidade e se você não souber quais as melhores perguntas para sanar todas as suas dúvidas, esse é o artigo certo para você. 

    Considerações finais

    Entender os fatores que levam à infertilidade feminina são essenciais para a busca do tratamento ideal. Apenas um especialista é capaz de fornecer as informações corretas para que um plano de ação seja montado e executado com o objetivo de conseguir a tão sonhada gravidez. 

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